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ID: 344 | Conto erótico Verídico
Autor: renata
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-11-29 19:56:13
Hits: 4167
Os contos eróticos de: Renata


9

Meu marido permitiu que eu contasse tudo III

Tags: renata,  marido,  sadomasoquismo,  meu marido permitiu tres



Não! Não! Não! Mil vezes não! Eu não podia, não tinha como admitir aquela situação! Eu pensava, pensava e não me via, tão inteligente e sensível que eu achava que era, eu não podia admitir que tinha me deixado cair numa situação daquelas! E comecei imediatamente a arquitetar formas de sair daquela situação. E pensei, pensei e concluí que a minha unica possibilidade de lograr êxito era de alguma forma apelar para o Renato. Não contando a ele, lógico, mas, talvez, fazendo ele entender que já era hora de sairmos daqui. Sim, talvez o convencendo que aqui ficaria pequeno para o caso de termos um filho e que já era hora de começar a tentar. Eu não podia dizer repentinamente que não gostava mais daqui depois de tanto que elogiei nesse tempo todo.Parecia que eu apagava completamente a admissão de ter tido qualquer prazer e ficava completamente por conta da minha consciência pesada e forte medo das novas investidas do Seu Zé. O que será que ele estava querendo dizer com "torturas". Já não estariam sendo torturas? Ou não estaria sendo o suficiente para saciar a sede perversa do sádico? E será que ele não tinha percebido que eu já tinha passado dos meus limites? Mas quando eu lembrava da imagem dele, do rosto maligno dele, do prazer maligno dele em pé me olhando de pênis completamente ereto e duro, ou talvez pronto pra me bater a qualquer momento enquanto eu o chupava, eu tremia e não tinha nunca certeza se era só de medo, até constatar que estava molhada e que portanto aquele medo me deixava assim. O dias passavam e e aos poucos minhas dores, todas, principalmente a da consciência, iam passando e embora já tivesse até dado a idéia de sair daqui ao Renato, que foi completamente contra, diga-se de passagem, eu acabava por não falar mais na coisa. De alguma forma a ausência completa do Seu Zé nesses dias, me dava a impressão de que o pesadelo estava se acabando. E alêm de não sofrer mais os martírios impostos por ele, mas, principalmente, não traíria mais o Renato, forçada ou não. Mas claro que o temor ao sair e entrar em casa, nas tardes solitárias, estava sempre presente. Sempre que estava sozinha eu passava rápido, quase correndo, temendo sempre encontrá-lo. Eu lembro que eu as vezes nessas passagens, tinha a imprenssão de ouvir palmas e começava mesmo a correr e chegava em casa suada, trêmula e inacreditavelmente molhada. Eu acho que por isso talvez, eu estivesse me preparando inconscientemente para uma nova possivel investida, que eu estava completamente convencida de que aconteceria a qualquer momento. Mas não acontecia. Lembro que no prolongar dos dias, inicialmente, me veio uma sensação de alívio. E eu pensava, o homem foi embora de vez! Graças a Deus! E já começava a chegar em casa por vezes mais relaxada. E minha vida parecia voltar completamente ao normal, como se a coisa tivesse sido só o sono de uma noite mais comprida. Claro que eu olhava o Renato ainda com aquela pontinha de remorso, mas me aliviava a consciência com frases prontas como "o que os olhos não vêem, o coração não sente", mesmo. E voltava a me divertir normalmente com ele e parecendo amá-lo mais do que nunca. Ele as vezes até parecia se surpreender com a minha maior paciência, digamos assim, com ele. Talvez não ficando mais "nervosinha" como ele dizia. Aí, mesmo aliviada, eu comecei mesmo a achar estranho o sumiço completo do homem. Já havia passado mais de um mês sem que ele aparecesse. Que morra! "Deve ter sido meu anjo da guarda que sumiu com ele", eu bricava comigo mesma. Melhor assim. Melhor assim? Bom eu vou contar, eu não ia contar isso aqui, porque acho que talvez seja dificil já acreditar na minha história então eu pensei em não contar essa coincidência, que simples e fatalmente aconteceu, acreditem ou não e que parece completamente inverossímel mesmo.O passar do tempo parecia transformar o pesadelo em lembrança. E a lembrança parecia transformar o ocorrido em desejo novamente. Dificil de entender? Eu também acho. Só sei que ja não corria pra chegar em casa e quando passava no vão onde está a janela dele até dava uma olhadinha embora sempre com medo de revê-lo. Até que numa das minhas tardes solitárias eu me convencia de que ficando eu comigo mesma sozinha, só no mundo da fantasia eu poderia me divertir com algumas lembranças e fechei os olhos na cama e comecei a lembrar de tudo viva e livremente. Olhando pro teto eu comecei a reavivar o dia que ele entrou aqui. A certeza estampada nos olhos de que iria poder pegar nos meus seios naquele momento. A fome crescendo nos olhos dele ao perceber uma presa fácil de ser abatida. Aquilo foi reativando completamente o medo, o desjo quando antes que eu pudesse me tocar ouvi duas palmas seguidas. Claro que eu pensei que fosse da minha cabeça, qua a imagem estava ficando completamente viva mesmo e dava asas à minha imaginação. Mas quando as duas palmas se fizeram ouvir novamente, dessa vez mais nitidamente, meu coração disparou e eu pulei da cama de um salto e pensei. Não é possível! Enlouqueci de vez! Era muita coincidência pra ser verdade! Já tremendo me levantei e numa pequena fresta da cortina pude vê-lo do mesmo jeito que era, cavanhaque, corte de cabelo e tudo só que reparei que diferentemente ele estava sem camisa. Meu Deus! Eu não podia deixar aquilo recomeçar tudo de novo! Mas o que faria? Ele sabia que eu estava em casa? Duas palmas seguidas e um grito parecia me responder que ele sabia.
-- Como é que é minha puta casada? Era incrivelmente a mesma situação sem saída! A agonia de que alguem pudesse ouvir e tudo.Mas a completa e total surpresa daquele momento parecia agravar mais a situação ainda. E novamente eu não sabia o que fazer. Com as mão trêmulas me dirigi à calça jeans sobre a cadeira como daquela outra vez e chorando baixinho comecei a vesti-la quando um novo grito se fez ouvir com se fosse um eco distante.
-- Cinco, cinco minutos! Ele deu esse grito e duas palmas seguidas. Eu aumentei o choro e me apressei com a calça. O pesadelo existia sim e voltava agora mais forte e vivo que antes. Quando eu cheguei à porta dele a inacreditavel cena. Ele completamente nu com o pênis semi endurecido me fez entrar rapidamente fechando a porta com receio de que alguem pudesse ver.
-- Antes da escrava obedecer as palmas do seu senhor uma pergunta, raspou? A primeira vez juro que não entendi perturbada pela situação e então ele gritou.
-- Raspou piranha a porra da buceta como eu mandei?! Sem pelos como eu gosto?! Eu tremi com o grito dele e fiz que não com a cabeça ao mesmo tempo que tremia.
-- Esqueceu do que eu mandei sua puta casada? E agora? Eu não sabia o que fazer, o que dizer... Fecha os olhos e me oferece a porra do rosto! E o tapa veio com uma força inesperada seguido de um grito também inesperado meu. Eu cambaliei para o lado mas não consegui me equilibrar e acabei caindo quando imediatamente as duas palmas se fizeram ouvir. Eu estava completamente tonta quando consegui me levantar completamente me dirigindo mais próxima a ele possivel, já aos prantos nessa altura. Seu pênis parecia mesmo endurecer mais conforme o que ele mais maltratava e já estava incrivelmente duro. Eu me ajoelhei ainda de roupa e comecei a chupar esquisitamente, tonta ainda pelo tapa e pelo pranto.
-- Vai tirando a roupa puta, toda a roupa, vai chupando e dando um jeito de tirar a roupa. Obediente, com medo de novos tapas continuei chupando até que fiquei completamente nua
-- Pode se tocar enquanto me chupa. Vai se toca, mexe nessa buceta cadela, você pode não saber que quer isso, mas é isso que você quer cadela, pode se tocar. Assim o fiz e ondas de prazer por minha mente entorpecida pelo tapa e pelo meu corpo trêmulo de medo começaram a me invadir com uma força incomum.
-- Isso cadela, voceê ta chupando seu dono, não esquece. Estranhamente o que ele falava dominava completamente o meu ser e eu me sentia mesmo como uma cachorra pronta pra obedecer e um prazer diferente começou a tomar conta de mim até que pareceu me inundar completamente a alma. E eu então comecei a chupá-lo mesmo, como não tinha feito até então.
-- Isso filha-da-puta, tem que ter prazer em chupar o seu dono, em o seu dono deixar voce chupá-lo!
-- Pronto! Por enquanto chega. Agora chegou a hora que seu dono mais gosta. Fica de quatro enquanto eu vou lá dentro. De quatro cachorra! Já completamente nua e mais calma do choro convulso, me coloquei de quatro sobre o chão frio e aguardei temerosa o que pudesse vir. Quando sem que eu percebesse ele já estava de pé do meu lado jogando e espalhando sobre o chão vários pregadores desses de madeira e imediatamente eu ameacei me levantar sendo contida pelas costas por uma de suas mãos.
-- Vou precisar explicar sempre?! Não obedeceu as primeiras palmas, não se raspou, caralho! Enquanto ia falando ia me imobilizando pelas costas até que senti seus dedos puxarem a pele da minha vagina por trás e prender cruelmente um pregador. Um grito de dor foi impossivel de conter e encheu a sala seguido por gemidos e choro convulsivo. O segundo esticão para a colocação de um novo pregador foi ainda pior até que um forte tapa em minha bunda foi seguido pela ordem de que eu levantasse. Eu chorava de dor com os pregadores presos na minha vagina e comecei a suplicar para que ele parasse por favor enquanto chorava sem parar.
-- Pssiuu, tá muita fraquinha minha puta, tem muito que ser treinada. E quando eu já estava de pé sentia dele o prazer sádico que se imanava ao alisar e apertar levemente os meus dois seios nus. Adivinhando o que ele faria, meu choro aumentou e a súplica também.
-- Não senhor, por favor senhor. A dor era lancinante, ele colocou dois pregadores, os dois bem próximos dos bicos dos respectivos seios e agora dava pequenos tapas na pele tencionada dos seios enquanto falava sem parar. Até que começou a alisar e beijar meu rosto, minhas lágrimas e pegar minha mão direita e levar até seu pênis que endureceu completamente com meu toque. Com o pé esquerdo ele mexeu com o resto dos pregadores que estavam sobre o chão como que querendo me mostrá-los.
-- Pesta atenção! Ta vendo aí que tem muito. Presta atenção. E bateu palma tres vezes. Eu chorando com os pregadores presos procurei imediatamente um jeito de me deitar. Eu não sei muito bem, mas de alguma forma eu me esqueci dos pregadores na vagina, talvez pela dor já estar no corpo todo, talvez pela maior atenção voltada agora para os seios, sei que eu deitei e quando deitei foi que lembrei. Um dos pregadores presos na vagina ficou entre o chão e meu corpo fazendo eu pular para o lado tomada de dor e espanto, quando imediatamente ele bateu novamente palma tres vezes e gritou.
-- Anda porra! Seu dono quer fuder. Até que me ajeitei abrindo timidamente as pernas e ele deitou sobre mim e enfiou assim pela primeira vez, sobre mim. O movimento forte de seu pênis, a dor dos pregadores e a possibilidade de entre minhas lágrimas ver o prazer sádico estampando em seu rosto foi me enfraquecendo e eu tinha a sensação que ia desmaiar, quando ele se ajeitou tirando o pênis e logo a seguir os pregadores todos, inclusive os dos seios e voltou a penetrar com seu pênis duro. Agora era o alívio da dor e o prazer da ardência da fricção de seu pênis e isso foi me proporcionando um prazer quase orgásmico mesmo até que eu comecei a gozar numa viajem que parecia sem fim e sem volta. Eu gritava e chorava mesmo como que alucinada, desvairada, convulsiva. E quando o vi se levantando eu ainda estava lá no chão tremendo. Ele se encurvou e me puxou delicadamnete pelo cabelo e começou a se masturbar sem parar.
-- Dá o rostinho putinha casada, abre a boca e dá o rostinho pro seu verdadeiro dono gozar. Isso puta, isso. Eu obedecia cega de mim, cega de tudo. Parecia que era a extensão do gozo de quando eu estava ainda no chão, só que agora era diferente. Era servil, fraca, dominada, obediente. Mas era um prazer que parecia que se renovava, se renovava e já era totalmente outro até que veio o primeiro jato.
-- Bebe, lambe porra! E eu lambia já parecendo gostar do forte cheiro que me penetrava as narinas e do gosto que me escorria aos lábios. Seu dedos começou a limpar meu rosto de seu próprio esperma e a tentar penetrar a minha boca o que eu não tinha visto porque meus olhos ainda estavam fechados e só percebi quando senti. Quando eu vi totalmente sua intenção eu comecei a chupar freneticamente seus dedos e a engolir todo o esperma que me era possivel. E com meus olhos novamente fechados e o corpo fraco, tremulo, lambia sua mão entre seus dedos e seus dedos inteiros como ele mandava completamente dominada, obediente, tonta. E o surgimento da consciência de que sentia paralelamente a essa humilhação um prazer diferente, desconhecido e maior que tudo; a consciência e o fato de admitir esse prazer enfim, parecia fazer com que esse prazer aumentasse mais ainda tomando dimensões quase que de um novo orgasmo mesmo, naquele momento. Tanto que quando ele me empurrou pela testa me fazendo cair o corpo todo no chão parecendo já completamente satisfeito, eu comecei a me tocar até me tremer todinha num novo orgasmo, estranho, mas delirantemente gostoso enquanto tentava de alguma forma olhar pra ele com meus olhos meio abertos, com um deles embaçado pelo seu esperma em meus cílios. Parecia que eu adquiria naquele momento uma estranha compulsão por orgasmo. E o pouco que eu podia ver dele intensificava mais ainda o meu prazer, porque no pouco que eu via, eu via os olhos, o rosto envelhecido dele que parecia meio sorridente, cínico, sarcástico; ele me olhava como uma cachorra prestes a obedecer-lho total e cegamente. Talvez eu não saiba muito bem descrever aquele momento e aquela minha sensação seja mesmo indefinível, mas lembro bem que ele olhava confiante, atrevido, senhor de si e com uma satisfação que jamais vi em alguém; era a satisfação monstruosa de um monstro mesmo. Ali, naquele momento parecia que ele imprimia em mim, na minha alma, de forma definitiva, finalmente, a sua marca. Eu já não ia mais poder viver sem o gozo daquele momento; sem o temor, o medo estranho, o pecado e o tezão que me proporcionava a sua voz com suas humilhações, as suas palmas, o seu prazer extremamente sádico, o seu completo e doído domínio. E pensei quando ele ordenou com certo cansaço na voz.
-- Já chega puta, vai embora escrava, dá um jeito escrava, vai embora... Pensei, sou mesmo isso que ele chama e dele. Eu acho que poderia gozar ainda mais, porém, obediente, levantei aos poucos, ainda tremula e mais fraca ainda, de cabeça baixa, tonta. Eu tentava ainda vê-lo mais um pouco pra levar aquela lembrança levantando levemente a cabeça enquanto limpava meu olho com o antebraço esquerdo quando ele bateu forte com o com o seu pé direito descalço no chão. –Anda puta, vamos. Veste a porra da roupa! Caralho! Chega! Anda! E eu saí o mais rápido que pude. E parecia que aquele prazer ia me acompanhando pelo caminho como se aquele seu olhar monstruoso fosse me seguindo em cada passo do caminho até eu chegar em casa. E já em casa tomando banho, com o rosto latejando e ainda tremula de dor e prazer, me depilei completamente na vagina como meu senhor queria. E seu rosto e olhar apareciam ainda fortes na minha cabeça tonta; fortes como aquele prazer do meu corpo e mente. Lembro que eu ainda pensei em sair assim do banho colocar uma roupa qualquer e ir lá mostrar a ele que eu tinha me depilado, que eu era obediente. Sentindo minha vagina dolorida fechei os olhos ainda com o eco da sua voz repercutindo dentro de mim e me toquei com força no clitóris. Com a vagina vermelha e ardida pela depilação, explodi num novo e intenso gozo solitário dessa vez, me tremendo toda, estranhamente, sob a água quente. Assim sozinha com a água escorrendo pelo corpo nu eu ia aos poucos me refazendo e eu mesma me surpreendi quando comecei um choro baixinho, um choro estranho, mudo, que se misturava a um prazer também estranho, cálido e quente como a água. Aquele homem estava me tendo como eu jamais pensei um dia ser de alguém. Aquele homem estava me domando como se doma mesmo uma cachorra, aos poucos e totalmente. E se uma cachorra tem ânsia por uma nova ordem do dono, eu também passei a ansiar por uma nova ordem dele quase que imediatamente aquele banho. E a partir daquele dia, lembrar de uma velha ordem dele já me fazia tremer e ansiar por uma nova ordem dele. Com isso, com esses pensamentos, de forma meio que surpreendente, a consciência já não me incomodava tanto como incomodou nas vezes anteriores. Havia sim uma dor na consciência ainda quando eu fazia pequenas reflexões, quando eu olhava o Renato dormindo sem nem imaginar o que se passava entre mim e o vizinho “esquisitão”. Talvez fosse mais um sentimento de culpa; não sei. Mas era uma dor mais calma que já não me fazia desesperar, querer fugir, etc. Passou a ser uma dor que eu comecei a aprender a me dar com ela, porque eu já havia observado que era uma dor muito menor que o prazer que eu senti. E eu passei a ir à janela e a olhar sempre que possível, a janela do monstro (nos meus pensamentos eu passei sempre a me referir assim a ele), quase sempre fechada. Eu olhava sempre das minhas duas janelas vindo de uma pra outra ansiosa. Talvez eu não tenha explicado direito antes, mas eu disse que seria tim tim por tim tim e não acho que esteja sendo. É que, não sei direito como explicar; é que da janela da minha sala eu vejo a janela da sala e do quarto dele e da janela do meu quarto só da pra ver a janela do quarto dele. Nessas descrições é que me enrolo. Bom, voltando ao principal; eu passei a colocar roupas mais atrevidas pra possibilidade dele me ver e me querer mais rápido, como quando parecia me querer antes de me ter de fato. Se ele me quisesse no dia seguinte daquele, ou algumas horas mesmo depois, ou imediatamente depois, eu iria mesmo correndo já sem pestanejar mais, mesmo com risco de ficar com marcas na pele onde ele já tivesse batido como o rosto, por exemplo. Mas passou um dia, dois, três e a janela fechada. Claro que eu tomava os cuidados devidos pra que o Renato não desconfiasse, mas achava muito difícil, pelo que o Renato me conhecia, dele desconfiar de mim com o Seu Zé, “aquele esquisitão da frente” como o Renato dizia. Eu tomava o cuidado de todos os dias me depilar no banho cuidadosa e completamente ansiando pela hora que ele visse como eu me transformei e me tornara completamente obediente. Aí eu pensava naquele rosto monstruoso dele me olhando satisfeito porque eu estava depilada como ele queria, e começava a lembrar do prazer sádico dele, das palmas, dos gritos e as lembranças iam me deixando fraca, tonta. Vocês não vão acreditar, mas isso já dois dias somente depois! Voltava o medo, a contração diferente da vagina e eu ficava totalmente molhada. Já uns dias depois cheguei até a pegar pregadores; e às vezes, no meu quarto mesmo, sozinha, nua, com pregadores nos seios e na vagina, eu ia olhando a janela dele e me tocando como se ouvisse suas palmas, sua voz, até por fim cair deitada na cama gozando. O que eu e Renato fazíamos nesses dias, com relação a sexo, não era o que se pode chamar de “obrigação conjugal” da minha parte. Além de fazer também pra não levantar nenhum tipo de suspeita, eu sentia o velho prazer com ele. Sempre como antes. E até que não éramos assim tão convencionais, fazíamos de tudo um pouco, inclusive até sexo anal eu gostava e tinha iniciado com ele e que nem todos os casais praticam que eu sei. Sexo oral, de quatro na cama pra ele e papai e mamãe e mais algumas coisinhas desse tipo. Como eu disse, não é que eu não sentisse prazer com ele, longe disso e também não acho justo nenhum tipo de comparação, seria mesquinharia. Mas é que a satisfação começou a ficar longe de ser completa novamente e eu achava que se pedisse a ele algo mais, como pedir pra me xingar ou bater como já tinha feito antes, ia acabar pedindo pra ele parar, como já tinha feito antes também. Porque a questão não era assim tão simples “pedir algo mais”, mesmo se ele fizesse, isso não me satisfaria nunca vindo dele. Claro que eu já sabia que não. A questão era o homem, o rosto monstruoso e sádico dele, seu jeito pervertido e mal caratismo explícito. Seu atrevimento único de louco pra cima de uma mulher casada com um homem bem mais jovem e forte que ele e, disso eu pelo menos tinha total certeza, completamente fiel até então. E ele demonstrava um prazer monstruoso que parecia não haver em nenhum outro homem da terra ao possuir uma mulher. O prazer de um monstro! E os dias passavam até que numa noite, quando o Renato já dormia olhei da minha sala a janela dele e vi uma luz da sala dele acesa como não tinha estado naquelas noites anteriores. Deu-me imediatamente um coisa. Meu estomago se contraiu e eu fiquei estranhamente fraca. Ele está aí! Senti de fato minhas pernas bambearem. Meu Deus ele não está viajando! Incrível e inacreditavelmente minha vagina se contraiu com força e ao se descontrair ficou imediatamente molhada. Foi tudo assim em questão de segundos. E eu, louca, molhada, comecei a pensar, pensar... Ele não vai bater palmas porque sabe que o Renato está aqui. E seu eu for lá agora? O Renato não vai acordar e como tem o sono pesado nem vai me ver voltar. Será que o monstro vai brigar muito se eu for lá por iniciativa própria? Pode brigar e me castigar como gosta de fazer mesmo, mas não vai resistir quando me vir depilada. E a possibilidade de ele me ver logo depilada pareceu aumentar mais ainda minhas diferentes sensações de fraqueza, medo e tezão. Era uma coisa louca, mas eu não conseguia me conter e a idéia não saíu mais de mim. Eu tinha que ir lá. Estava só de calcinha e camiseta. Ainda na sala lentamente fui tirando a calcinha e pensando, pensando se ia ou não e quando entrei no quarto já estava sem a calcinha e só com a camiseta. Fui à janela e vi que a luz da sala dele permanecia acesa. Olhei mais uma vez o Renato que roncava e peguei o short de lycra sobre a cadeira do lado da cama. E quando cheguei à sala passei a mão levemente na minha vagina constatando mais uma vez a incrível molhação e fui colocando o short devagar até suspender exageradamente, o que pareceu fazê-lo virar uma espécie de calcinha dessa maneira suspenso e fui saindo o mais silenciosamente possível. Na loucura eu esqueci completamente que àquela hora também a portaria do prédio dele estaria fechada e me vi parada, angustiada na porta dele sem saber o que fazer quando ouvi vozes já bem perto da porta que se abriu imediatamente sem me dar tempo de ajeitar o short pra baixo. Era o monstro e mais um homem alto e enorme de gordo bem mais novo que ele, de terno e gravata solta ao redor do pescoço com a camisa aberta deixando ver o peito cabeludo de gordura balançante na altura dos bicos do peito, de barba e cabelo preto atrapalhado, que parecia discutir com ele. O homem estancou e ficou me olhando demoradamente de cima a baixo me deixando mais ainda sem jeito do que eu já estava pela surpresa. O monstro também me olhou, mas não deu uma palavra. Eu já não sabia o que fazer. O que eu faria? Ele estava arrumado com roupa social e parecia que ia sair com o homem gordo até que falou. –Como vai o Seu Renato, marido da senhora? Eu corei e me virei completamente surpreendida e quase que corri de volta pra casa. Uma vez em casa fui para o banheiro e chorei convulsivamente como se fosse uma criança arrependida de uma arte. Sorte que o Renato não acordou, porque só depois foi que eu pensei na gravidade da situação se caso ele acordasse e não me visse em casa àquela hora e certamente ficaria me esperando chegar aflito. E vocês já sabem como eu chegaria, não é, caso o Seu Zé me recebesse? Que explicação? (continua)




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#1 gustavo 2010-11-30 18:45 VC demonstra que é uma cadela obediente e que o que vc procura é prazer em ser mandada e esta nos ensinando como devemos dominar as mulheres.
 

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© 2014 Quente & Picante - Contos Eróticos | 24-Oct-2014

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