Partilhar contos eróticos by quente & picante |
           | 

Subscreva os alertas quentes | Fechar
 
contos eróticos by quente & picante
Advertisement





pesquisar:




Categoria
Tipo
Português de
Autor

 





você está aqui quente & picante home  Contos Eróticos arrow Outros arrow Cristina - carente e carinhosa - (primeira parte) 


da nossa loja online sex shop 5000+








ID: 332 | Conto erótico Verídico
Autor: marcelo
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-11-23 00:18:30
Hits: 652

10
Cristina - carente e carinhosa - (primeira parte)

Algumas vezes entrei em site de contos eróticos, mas a maioria que lia achava um absurdo tipo: comi o cuzinho de fulana e enterrei de uma só vez e outros absurdos...

Esses caras devem ser anormais, pois nem mesmo com uma puta (de profissão) se deve fazer isso, afinal, sexo é prazer e não agressão.

Sou um homem de 50 anos, simples, mas financeiramente estável, sou formado em direito, mas nunca exerci porque fui funcionário público federal desde os 16 anos até me aposentar aos 46 anos.
Fui casado durante seis anos (dos 21 aos 27 anos) e nunca mais me casei, mesmo porque eu concluí que namorar (ou ficar) era muito melhor que casar...
Hoje tenho uma pequena empresa de informática que presta serviços para empresas e particulares e sou revendedor de um fabricante de computadores. Optei por essa atividade porque sempre gostei de computadores, também porque me possibilita viajar para outros estados e cidades e porque não queria parar de trabalhar, apesar de poder se desejasse, já que recebo uma boa aposentadoria.
Enquanto eu aguardava a contagem de tempo para minha aposentadoria e mesmo depois, fiz diversos cursos para poder entender melhor essa atividade que hoje trabalho.
Moro em São Paulo desde que nasci e gosto do meu trabalho atual.
Devido ao fato de viajar muito, acabo conhecendo muitas pessoas, mas o que vou relatar aconteceu em um shopping de uma cidade próxima a São Paulo (infelizmente não direi o nome da cidade por motivos óbvios e vocês entenderão no decorrer da história).
Um de meus vendedores fechou um contrato com uma empresa e devido ao volume e valor do negócio, decidi eu mesmo ir visitar este cliente para detalhar melhor as necessidades dele.
Fui numa segunda-feira e após conversarmos, fomos almoçar em um shopping da cidade. Comida ruim e gordurosa como eles adoram servir, mas como foi o cliente quem convidou eu acabei indo e comi apenas salada e um grelhado.
Na quarta-feira retornei a esse cliente, já com o projeto pronto e concluímos o negócio com prazos e valores acertados.
Na volta para São Paulo, por volta das 17h30, e passando em frente ao shopping eu decidi parar para tomar um suco, pois o trânsito estava carregado na estrada e não gostaria de ter que parar em uma dessas lanchonetes de postos de gasolina.
Estacionei na entrada em frente à praça de alimentação e entrei.
Pedi um suco de laranja com acerola (grande) e me sentei para beber.
Estava tranquilo e sem pressa e dessa forma fiquei bebericando o suco.
Observei que havia muitas mulheres interessantes naquele shopping e após terminar o suco, fui ao banheiro para dali seguir viagem.
Quando estava saindo pelo corredor que leva aos banheiros, uma garota me chamou a atenção por seu rosto lindo e quando ela passou por mim, eu disfarçadamente, fingindo que iria beber água no bebedouro olhei ela de costas e observei que tinha a bunda mais linda que eu já havia visto.
Ela usava uma calça com um tecido bem fino e uma blusa branca que favorecia seus seios rígidos e firmes (silicone), mas um trabalho feito por um bom cirurgião.
Eu calculei que ela deveria ter entre 22 e 25 anos.
Assim que ela entrou no banheiro feminino eu fiquei parado, fingindo que procurava alguma informação no celular, só para esperar ela sair e eu poder vê-la novamente passar.
Após alguns minutos ela saiu e eu me afastei mais para a parede para poder observar melhor, mas quando passou em frente aos bebedouros de água, ela escorregou e caiu e eu enfiei o celular no bolso do paletó e corri para ajudá-la a se levantar.
Ela estava consternada com o ocorrido e eu segurando em seu braço perguntei se ela estava bem e ela respondeu que sim e que apenas havia torcido um pouco o pé esquerdo.
Eu disse a ela para se sentar um pouco e a acompanhei até um jogo de sofás e poltronas que havia no shopping e em vários locais, provavelmente para os frequentadores descansarem durante as compras.
Ela se sentou e me disse que estava bem e que eu poderia ficar tranquilo e ir.
Eu me sentei do seu lado e disse que seria melhor ir a um médico para ver se havia sido algo mais grave e ela afirmou que não seria necessário, mesmo assim, ao passar um funcionário do shopping eu perguntei se havia uma enfermaria e um médio no local e ele afirmou que sim e já pegou seu rádio e ligou pedindo auxílio.
A garota estava totalmente desconcertada com toda aquela situação e eu voltei a me sentar para pedir que ela ficasse calma e que não custava nada o médico olhar seu pé e ela acabou concordando, mesmo porque, ela confessou em seguida que estava doendo bastante.
Alguns minutos depois chegou um médico e a examinou ali mesmo e foi firme em dizer que havia sofrido apenas uma torção e nada mais, mas que seria melhor ir a um hospital e tirar radiografias e conversar com o ortopedista.
Foi quando ela disse que iria ligar para o “MARIDO” para vir buscá-la.
Ela tentou muitas vezes, mas não conseguiu e resolveu ligar para o pai e a mãe ao atender disse que ele não estava e ela desligou e ficou pensativa provavelmente pensando no que faria.
Eu peguei um cartão de visitas meu, dei a ela e disse: sou uma pessoa descente e honesta, aqui está meu cartão e se você permitir eu te levo a um hospital que você indicar e ela respondeu que não havia necessidade deu me incomodar, mas eu insisti dizendo que seria rápido e que ainda daria tempo de voltar para pegar o carro dela no estacionamento do shopping e que no caminho ela poderia ir tentando ligar para o marido ou o pai informando do ocorrido. Eram 18h15.
Eu ofereci o braço e ela se apoiou e fomos em direção onde estava meu carro estacionado. Eu a acomodei e seguimos até o centro da cidade (uns 10 minutos), onde ela tinha convênio.
Chegando ao hospital eu desci e pedi a um segurança que trouxesse uma cadeira de rodas e ela se sentou e entramos.
Pedi a ela os documentos para fazer a ficha de atendimento e ela me passou o RG e o cartão do plano de saúde.
Já no balcão eu li que ela se chamava Cristina (nome fictício) e que tinha 29 anos.
Após fazer a ficha eu a levei até uma sala de espera e ela pegou meu cartão e leu meu nome e se apresentou e eu respondi que já havia lido no RG seu nome, mas que haviam cometido um erro na data de nascimento, porque, eu disse que não acreditava que ela tinha 29 anos e ela riu.
Demoraram uns 25 minutos para chamá-la e enquanto aguardávamos, ela me perguntou em que eu trabalhava, eu respondi e ela achou muita coincidência já que tinha duas Lan Houses na cidade em sociedade com a irmã e foi isso que conversamos, ela me falando da dificuldade na instalação e eu dizendo que já havia montado pelo menos umas 40 Lans para clientes e dessa forma nem vimos o tempo passar.
Ela entrou no consultório e eu fui junto. O médico examinou e pediu radiografias e eu a acompanhei igualmente.
Voltamos e mostramos as radiografias e de fato não havia quebrado, mas seria necessário gessar (colocar uma bota, não gesso).
Levei-a até a sala de curativos onde o enfermeiro colocou a bota, voltamos ao consultório, o médico examinou para ver se estava tudo certo e receitou alguns remédios.
Já eram 19h20 quando saímos do hospital em direção ao shopping, já que ela afirmou que conseguiria dirigir, mas chegando ao carro dela, ela mesma afirmou que não iria conseguir.
Eu pensei por alguns instantes e depois perguntei onde ela morava e ela respondeu que não iria para a casa dela e sim dos pais e que ficava bem próximo dali (uns 13 Km).
Disse para ela esperar e fui até o ponto de taxi do shopping e conversei com um senhor, taxista e relatei a ele o ocorrido, perguntando se era possível ele dirigir o carro dela até a casa dos pais que eu pagaria a corrida de ida e volta e ele chamou outro taxista que foi dirigindo o carro dele e ele o carro de Cristina.
Rapidamente chegamos à casa de seus pais e eu dispensei o taxista pagando o combinado.
Toquei a campanhinha e a mãe dela veio atender.
Eu me apresentei e contei o ocorrido e ela me ajudou a levar a filha até a sala de estar.
Eu perguntei se estava tudo bem e ela respondeu que graças a mim estava tudo ótimo e não pouparam agradecimentos, ela e a mãe.
Eu pedi a ela que me mostrasse à receita do médico e vi que era analgésico e outro medicamento.
Me levantei e disse que iria até uma farmácia para comprar os medicamentos, pois do contrário ela sentiria dor durante a noite e ficaria mais difícil achar onde comprar. Mesmo ela relutando eu sai e fui até a farmácia que me indicaram.
Voltei e antes de sair, ainda tomei um café, mas não conversamos muito na sala onde fiquei esperando o café ser servido.
Me despedi e fui embora para São Paulo.
No dia seguinte cheguei ao meu escritório às 9h e às 9h40 meu celular tocou. Não identifiquei o número, mas sabia que era interurbano e pelo código DDD eu sabia que era daquela cidade onde conheci Cristina.
Atendi e de fato era ela. Me agradeceu novamente e disse que precisava me pagar pelos gastos que tive com o taxista e os medicamentos e eu disse que depois mandava um email com o número da minha conta no banco.
Ela me disse que estava bem, mas que teve dificuldades para dormir.
Conversamos mais alguns minutos e nos despedimos.
Durante todo o dia eu senti vontade de ligar para ela, mas não liguei, afinal, ela era casada.
No dia seguinte, sexta-feira, ainda na parte da manhã ela me ligou novamente e disse que não havia me passado o seu telefone, nem mesmo seu email para que eu pudesse responder informando o número da conta bancária e eu anotei.
Ela estava em uma das Lans já trabalhando, já que ficava sentada boa parte do dia.
Infelizmente eu havia marcado com um cliente e não pude mais conversar com ela, mas já tinha anotado o número do celular e o telefone da Lan onde ela ficava e disse que ligaria no final do dia para ver como ela estava e nos despedimos.
Não sei se você que está lendo já passou por essa situação de não ver a hora de falar novamente com outra pessoa que te agradava de alguma forma, mas comigo aconteceu.
As 17h20 eu voltei ao escritório e liguei para Cristina, mas quem atendeu foi sua irmã. Eu me apresentei e ela já sabia quem eu era e disse que a irmã sentiu muita dor e foi para a casa dos pais após o almoço e que não voltaria mais, mas que Cristina havia pedido para eu ligar no celular dela caso eu ligasse na Lan.
Eu me despedi e desliguei, ligando em seguida para o celular dela que atendeu com uma voz alegre. Eu disse que soube pela irmã que ela havia sentido dor e ela respondeu que quando as máquinas dão problema ou algum cliente chama ela tem que ir atender e fez isso muitas vezes, o que ocasionou dor.
Eu disse que marcaria um dia para ir analisar os computadores e o programa que ela utilizava para ver qual era o problema que tanto ela reclamava e ela disse que esperava que fosse o mais rápido possível e aquela resposta me deixou confuso, pois não havia entendido se era pela urgência em arrumar as máquinas ou para me ver novamente, mas como sou bem vivido, não fiquei matutando aquilo.
No sábado me levantei bem cedo e não havia marcado nada para fazer, apenas iria ficar em casa e talvez arrumar algumas bagunças. Eu não trabalho nos sábados e domingos e sempre que posso, não vou as sextas também.
Lá pelas nove e pouco eu estava tomando banho e meu celular tocou, pude ouvir de longe que alguém havia deixado uma mensagem.
Eu terminei de me arrumar, pois havia decidido sair e já almoçaria em uma cantina que eu sempre vou.
Peguei o celular e era uma mensagem de Cristina dizendo que havia me ligado para fazer uma pergunta e eu imediatamente retornei a ligação. Ela disse que estava na Lan e que precisava que eu explicasse a ela sobre um novo programa de controle da Lan que ela havia conseguido e queria instalar, mas estava em dúvida se seria pior ou melhor daquele que ela estava usando e que travava o tempo todo.
Eu perguntei o nome do programa, mas disse que era melhor não instalar nada porque poderia piorar o problema, já que esses programas precisam ser configurados.
Eu perguntei como ela estava e respondeu que estava bem e já estava acostumada com a bota no pé. Eu ainda disse que seria melhor ela ficar em casa mais alguns dias para não agravar a torção e ela respondeu que estava cansada de ficar em casa e que estava sozinha, já que o marido havia viajado com os pais dele para uma cidade de Minas Gerais e que só voltaria no domingo a noite.
Ouvindo aquilo eu surtei e perguntei a ela se havia algum restaurante bom em sua cidade e ela disse que havia muitos bons e completou perguntando se eu iria lá almoçar e aproveitar para dar um jeito nos computadores dela, mas que ela fazia questão de pagar pelo serviço, já que nem mesmo as despesas que eu tive no dia do ocorrido ela havia depositado, pelo fato deu nem mesmo ter informado o número da conta.
Eu devo ter ficado em silêncio uns 3 segundos, mas deve ter parecido uma hora. Pensei e perguntei se ela me faria companhia no almoço, pois dessa forma eu iria até lá para ver as máquinas (melhor, para vê-la, mas não falei isso, só pensei).
Ela disse que iria sim almoçar comigo e eu toquei para a cidade dela (uma hora e 20 de viagem).
Às 11h10 cheguei ao endereço e entrei.
Quando eu a vi cheguei a perder a respiração. Ela estava mais linda. Seu sorriso iluminava toda a sala. Seus olhos eram brilhantes e grandes, sua boca era carnuda, seus dentes brancos. Ela se levantou e veio me receber na porta e nos beijamos no rosto. Vi que ela havia ficado vermelha e a pele do seu rosto era quente e macia.
Para quebrar o gelo eu disse para ver logo qual era o problema, pois não aguentava mais ela reclamando de algo tão simples.
Me sentei e comecei a fuçar. Depois pedi a ela uma conta de telefone e o contrato do speedy que ela havia assinado.
Bingo! O problema era muito simples. O programa que ela utilizava era incompatível com o speedy que ela havia contrato (empresa) e eu fui até meu carro e peguei minha carteira de Cds e voltei.
Fiz backup de tudo e instalei o programa certo. Em pouco mais de uma hora e meia estava tudo pronto e eu disse a ela que não iria mais ter problemas.
Expliquei todo o funcionamento novamente e como já era mais de uma hora eu disse que estava com fome e ela deixou uma garota que já trabalhava lá cuidando de tudo e fomos para o restaurante.
Conversamos animadamente, ela perguntava muito. Perguntou se eu era casado, se tinha filhos, do que gostava de fazer, enfim, perguntou muitas coisas e eu só respondendo.
Almoçamos (comida gostosa) e decidimos ir tomar sorvete em outro local.
Fomos a um parque muito bonito e ficamos sentados conversando à sombra.
Ela disse que eu era pouco curioso e que não havia feito nenhuma pergunta a ela e quem só ela perguntava.
Eu disse que estava um pouco arredio pelo fato dela ser casada e ela riu e disse que o que ela tinha não era um casamento de fato, já que o marido dela tinha “alguns” probleminhas de saúde, sem contar o fato de ser um “filhinho de papai”, que não fazia nada o dia todo, pois trabalhava com o pai e a maioria das vezes nem comparecia ao serviço.
Disse que no dia que nos conhecemos ele tinha ido jogar futebol, por isso não conseguiu falar com ele e que havia chegado quase meia noite naquele dia e só soube do ocorrido quando chegou a casa e eu não estava.
Disse que ele ligou para o celular dela, mas ela já estava dormindo e foi o pai dela quem atendeu e disse que ela dormiria por lá e ficou nisso.
No dia seguinte ele apareceu na casa dos pais dela só na hora do almoço.
Na verdade, eu nem precisaria perguntar nada, pois ela já iria me contando tudo o que eu queria saber, eu apenas esperei.
Terminamos o sorvete e eu perguntei se ela queria voltar para a Lan e ela disse que não queria mais voltar. Ligou para a irmã e disse que era para ela ir fechar o caixa e a Lan e que conversava com ela no dia seguinte.
Eu ainda disse que não havia visto os computadores para ver se estava tudo certo e ela respondeu que eu poderia ir lá outro dia para ver tudo.
Ela disse olhando nos meus olhos e eu não resisti e beijei sua boca suavemente.
Ela correspondeu meu beijo procurando minha língua e eu só sei dizer que desejei que não terminássemos aquele beijo nunca mais.
Ela com a boca ainda colada na minha me pediu para levá-la dali.
Depois de dirigir por uns 5 minutos entramos em um motel.
No carro ainda nos beijamos novamente e subimos para o quarto.
Ela se sentou na cama e pediu para eu ajudar a tirar a bota porque ela queria tomar uma ducha e eu ajudei.
Enquanto ela estava na ducha eu pedi água e quando ela saiu enrolada na toalha eu disse que também queria tomar uma ducha.
Ela se deitou e quando eu sai do banheiro ela estava deitada com a bundinha para cima vendo TV e eu me aproximei e abri suas nádegas de lambi aquele cuzinho gostoso, enfiando a ponta da língua.
Ela se virou e eu cai de boca na sua bucetinha lisinha e pequena. Não parei até que ela parou de se contorcer e ter gozado.
Quando eu me levantei, pois estava de joelhos no chão e ela olhou para o meu membro, arregalou os olhos e disse, pra que tudo aquilo?
Eu ri e disse que era para ela brincar e se divertir.
Ela me puxou para a cama e abocanhou meu caralho tentando colocar o máximo na boca, mas percebeu que seria muito difícil engolir por inteiro.
Ela chupava com vontade, lambia meu saco, colocava as bolas na boca uma por vez, depois levantou minhas pernas e começou a lamber meu cú, o que me fez delirar.
Eu estava deitado de barriga para cima e chamei para que ela viesse cavalgar.
Ela subiu em mim e foi tentando enfiar meu caralho na sua bucetinha, mas era muito pequena e ela teve que puxar os lábios para fora para poder entrar mais.
Eu dizia, vá devagar para não se machucar, mas ela estava com muito tesão e queria enterrar todo meu caralhão nela.
Quando conseguiu, eu me ajeitei na cama, ficando encostado na cabeceira e enquanto ela se divertia no entra e sai eu mamava seus peitos lindos e perfeitos e que ela disse que adorava e que havia colocado silicone para ficarem um pouco maiores, mas eles eram perfeitos.
Ela gozou uma vez, mas não parou, ficou indo e vindo mais devagar, depois começou a aumentar a velocidade.
Eu molhei meu dedo em minha boca e comecei a massagear seu cuzinho que até para entrar o dedo foi difícil.
E ela gemia e me chamava de safado e perguntava baixinho, você quer comer meu cuzinho? Tá com vontade? Nunca ninguém comeu. Me deixa louca de tesão que você vai ser o primeiro e único.
Quando ela terminou de gozar eu a coloquei de quatro na ponta da cama.
Lambi novamente sua bucetinha passando a língua até chegar ao cuzinho e ela gemia cada vez mais alto.
Me posicionei e fiquei passando a cabeça do cacete na porta da sua bucetinha e ela forçava para trás para que eu penetrasse.
Eu fiquei fazendo isso por algum tempo, depois colocava a cabeça e tirava, colocava novamente a cabeça e um pouco mais e tirava.
Ela me xingava de puto e dizia que eu estava judiando dela. Que ela queria que eu colocasse tudo, mas sem ela perceber, eu já estava colocando e tirando tudo.
Depois segurei em sua cinturinha e comecei a socar com mais força. Ela já não falava coisa com coisa e gemia muito, cada vez mais alto.
Eu só entendia às vezes ela dizendo, fode minha bucetinha, fode gostoso, fode sua meninha (porque eu disse algumas vezes que ela parecia uma menininha, e parecia mesmo).
Não sei dizer quantas vezes ela gozou, mas poucas mulheres que tive gozavam tantas vezes seguidas.
Eu já estava a ponto de estourar, mas não queria para e quando não aguentei mais, tirei o caralho e gozei nas costas dela.
E me deitei desfalecido.
Ela pulou em cima de mim e ficou me beijando e me lambendo.
Que mulher deliciosa!
Fomos para a ducha e ela disse que estava ardida e que sentia a bucetinha alargada pelo meu caralho enorme e eu respondi dizendo que seria necessário mais algumas vezes para ficar na forma certa e ela me beijou sugando minha boca e língua.
Voltamos para a cama e ela agarrada em mim me beijando o tempo todo e dizendo que eu era delicioso e que ela não sabia que podia gozar tantas vezes.
Ela não descansava e ficava me alisando, me beijava o corpo todo, sugava meu caralho que já começava a dar sinal de que iria levantar novamente e ela com uma carinha de safada dizia que rapidinho ele ficaria novamente pronto para o uso (dela).
Era impressionante o tesão daquela menina, em nenhum momento ela parou, até que colocou meu caralho duro novamente e me deixando com mais tesão ainda.
Ela depois que parou de me chupar, me olhou e perguntou, e agora? Como vai me fazer gozar?
Eu coloquei ela deitada e com as pernas sobre meus ombros e me abaixei novamente e voltei a sugar aquela xoxotinha doce e pequena, depois me levantei e segurando em suas pernas comecei a meter novamente, enterrando meu caralho até as bolas baterem em sua bundinha.
Eu dizia que só pararia depois que ela gozasse 10 vezes e ela respondeu que 10 vezes já havia ido e que ela não parava de gozar que vinha um orgasmo após o outro e que era a sensação mais maravilhosa que ela já havia sentido na vida.
Ela estava exausta, largada na cama, totalmente molinha.
Eu fiquei em pé olhando aquele corpo perfeito e delicioso e me achando o homem mais sortudo do mundo.
Ela se virou e perguntou no que eu estava pensando e eu respondi que pensava em como comer aquele cuzinho apertadinho sem machucá-la e ela respondeu que com o fogo que ela estava, com certeza iria até gozar pelo cuzinho.
Depois ela ficou de quatro e disse para eu comer seu cuzinho com carinho.
Eu me aproximei molhei meu dedo e comecei a penetrar.
Ela dizia que estava gostosinho, então com a outra mão eu comecei a massagear seu clitóris e fiquei fazendo os dois movimentos ao mesmo tempo, em seguida coloquei meu dedão dentro da sua xaninha e ela já gemendo disse que queria gozar por todos os meios comigo.
Então coloquei-a de barriga para cima na cama e voltei a fazer o que estava. Um dedo na bucetinha, outro no grelinho e outro no cuzinho e não demorou muito para ela começar a gozar.
Depois fui até a estante e peguei um gel lubrificante, mas quando ela viu, disse que não queria usar o gel, que queria molhar meu caralho com sua saliva e começou a mamar gostoso.
Depois eu a coloquei de ladinho e comecei a tentar penetrar. De ladinho, no início dói menos. Ela foi colaborando e só deu um gemido rápido de dor quando entrou a cabeça. Eu tirei e coloquei novamente e fui fazendo dessa forma colocando cada vez um pouco mais.
Ela pediu para parar e ficou de quatro e disse que queria ser fodida daquele jeito.
Aquela bunda linda virada pra mim, aquele cuzinho rozado piscando e pedindo rola.
Fui colocando devagar. E ela ajudava puxando as nádegas para os lados e com muito carinho e calma coloquei até a metade e fiquei no vai e vem sem forçar mais, só esperando ela pedir.
Ela estava ficando mais excitada e pediu que eu tirasse.
Depois pediu que eu me deitasse e veio por cima. Pegou no caralho e colocou na portinha do cuzinho e foi rebolando e enterrando até que engoliu ele todinho.
Depois se posicionou e começou subir e descer, enquanto eu acariciava sua bucetinha e com a outra mão apertava seus peitos um por vez.
Ela começou a fechar os olhos e dizer que estava gostoso, mas que estava sentindo que iria ficar mais gostoso ainda.
Ela já totalmente relaxada, começou a subir e descer com mais força e também a gemer mais alto.
Ela dizia, caralho gostoso, me dá até tesão no cu.
E segundos depois já estava gemendo como uma loba e dizendo que iria gozar. Vou gozar pelo cuzinho e vai ser delicioso, dizia ela, até que explodiu em um gemido alto balbuciando alguma coisa como: que delícia gozar pelo cu. Vou querer sempre agora.
Depois ela como que acordou e disse, agora quero sentir seu leitinho dentro de mim, goza no meu cuzinho.
Eu me levantei e a coloquei de quatro na cama e seu cuzinho estava mais aberto, me convidando para gozar gostoso.
Eu coloquei a cabeça na portinha e segurei em sua cinturinha e fui empurrando. Indo e vindo, indo e vindo, que delícia aquele cuzinho. Não demorou muito e eu gozei e caímos deitados, e eu ainda com o caralho enterrado em seu cuzinho, até que amoleceu de vez.
Estávamos ambos exaustos e ofegantes, mas em alguns minutos ela já começou a me beijar novamente e eu dizia que daquele mato não sairia mais coelho e ela respondeu que duvidava se eu não gozasse mais uma vez.
Eu disse a ela que tinha quase cinquenta anos e que não era mais nenhum garotão e ela respondeu que nenhum garotão metia tão gostoso como eu.
Ficamos deitados alguns minutos nos acariciando e depois fomos para a ducha.
Pedimos mais água e ficamos conversando deitados e abraçados.
O que jamais vou esquecer é o cheiro do corpo dela. Não digo cheiro de perfume, mas o cheiro da pele dela. Inesquecível.
Ficamos deitados mais de uma hora conversando e nos acariciando.
Ela a todo momento buscava meu caralho para ver se já havia dado sinal de que iria crescer novamente.
Eu não me preocupava com aquilo, na verdade eu queria ter outro caralho de reserva para poder continuar comendo aquela delícia.
Ela me perguntou se eu havia gostado quando ela lambeu meu cuzinho e eu disse que sim e perguntei porque ela havia feito e ela respondeu que fez porque adorou quando eu saí do banho e vendo ela de bundinha pra cima já chegou e começou a lamber o cuzinho dela, daí que após chupar meu caralho e meu saco ela achou que eu iria gostar que ela lambesse meu cuzinho e acertou eu disse.
Ela disse que havia lido que tem homens que não gostam, coisa de se achar machão, mas que tem homens que gostam e nem por isso são gays ou coisa parecida.
Eu respondi que se é para ter prazer, qualquer atitude vale, mas que não gostava de homem e sim de mulher, na verdade, tinha até certo nojo de homem.
Então ela se colocou de joelhos na cama e começou a me beijar e chupar meu caralho ainda mole. Passava a mão por todo o meu corpo, voltava e me beijava, depois colocava os seios para eu chupar, voltava a me chupar, a me beijar, e me virou de ladinho enfiando o braço por minhas pernas e me punhetando. Depois procurou uma posição e começou a beijar minhas nádegas e eu já prevendo o que ela queria fazer comecei a ficar de caralho duro novamente.
Ela pegou minha mão e colocou para eu me masturbar enquanto abria minha nádegas e começou a lamber meu cu novamente.
Aquilo foi de dando um tesão e eu sabia que acabaria gozando novamente se ela continuasse.
Pedi para que ela parasse um pouco, pois eu com certeza iria gozar, mas também com certeza não teria outra ereção tão cedo, então pedi a ela para que me deixava meter mais um pouco na sua bucetinha e ela concordou.
Lambi sua bucetinha e a coloquei de quatro novamente e comecei a fuder aquela xaninha gulosa, socando às vezes com forma, e às vezes mais devagar e ela gemia deliciosamente e gozava até que caiu deitada novamente exausta.
Mesmo ela deitada e sem forças eu ainda a virei e fiquei sugando seus peitinhos e beijando seu corpo indo parar em sua bucetinha e depois subia e descia novamente.
Ela foi se reanimando e me beijou novamente e disse que queria que eu gozasse para ela outra vez, mas que não iria perder nada dessa vez, que iria me fazer gozar, mas queria que fosse em sua boca, mesmo que ela não engolisse, pois não sabia o que iria sentir quando eu ejaculasse em sua boca, mas que queria saber a sensação.
Começou a me chupar novamente, depois a punhetar meu caralho e fez da mesma forma, me colocou de ladinho, pegou minha mão e colocou para eu punhetar e começou a lamber e enfiar a língua no meu cu.
Era delicioso sentir e saber que ela estava me dando um prazer que eu poucas vezes senti.
À medida que o tesão aumentava ela ousava mais. Eu sentia um tesão inenarrável e não demorou muito para eu também sentir que iria gozar e avisei a ela que me virou, enfiou o dedo no meu cú e começou a mamar meu caralho com vontade até eu gozar novamente e ela de fato não desperdiçou nada, nenhuma gota e engoliu tudo, depois disse que era delicioso e docinho.
Eu estava totalmente desmontado e ela se deitou a meu lado e ficamos assim de mãos dadas por mais de meia hora.
Depois tomamos outra ducha, nos beijamos muito e fomos embora. Quando olhei no relógio eram 18h20.
Fomos até o estacionamento onde o carro dela ficava, nos beijamos novamente e nos despedimos, prometendo que nos falaríamos no dia seguinte.
Essa história tem ainda muitos outros capítulos que irei contar em outras vezes. Se você gostou me escreva.
Só um detalhe, gosto de mulheres, se os amigos homens quiserem entrar em contato será um prazer fazer novas amizades, mas eu repito que não gosto de homens, ok? Um beijo a todos. Marcelo


Adicionado: 2010-11-23 00:18:30
Hits: 652
Os contos eróticos de: marcelo














 



Este conto erótico é picante?

Votar agora:  
0



 


comentários & perguntas






 


Reportar abuso (Conto erótico / Comentário / SPAM) tooltip
   
 
 
 



RSS Feeds


 




 


 contos mais votados


   últimos comentários


  • Vida de Zoofilia
    e qtos anos vc tem hj?
    De: nei

  • Meu cão dinamarques
    vc me deixou por demais com mt tesão....Voce é uma vadia gostosa, sabia?
    De: nei

  • Meu cão dinamarques
    voce me deixou por demais excitado, sabia?...
    De: nei

  • Dando o troco no maridão (Uma história Incestuosa)
    Clientes já vieram me procurar pelo mesmo motivo. Atendi claro. rs www.rioharem.com
    De: Rio Harem Acompanhan

  • Conhecendo o desconhecido.
    kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com
    De: Rio Harem Acompanhan

  • Meu cão dinamarques
    se vc vaz sexo com animal que tenho o pÊnis pequeno vc continua virgem
    De: anÔmimo

  • O Pilão
    Cada vez melhor. Superaste-te!!!
    De: Pedro A

  • a fantasia
    Ainda melhor que o primeiro!!!! Parabéns! Não deixes de contas as próximas aventuras!!!
    De: Pedro A

  • um novo amigo
    Parabéns! Muito excitante! :)
    De: Pedro A

  • NOITE DE NÚPCIAS DE UM CORNO
    Carlos, gostei muito deste seu relato, e eu sou um daqueles maridos que voce colocou como entusiasmado ao ver a minha esposa tomando vara! De fato, acho que não tem nada melhor que ser um voyeur e ver...
    De: Costa
Receber Coment








      Parceiros                    


Tornar-se amigo do Quente & Picante - Veja o nosso Facebook
Também estamos no Hi5 - Quente & Picante!
Siga-nos @ Twitter - Quente & Picante


Directório de anúncios classificados de acompanhantes profissionais, agências escort, móteis, serviços relax, restaurantes, lingerie, clubes striptease, sex shops, saunas gay, contos eróticos, encontros online, anúncios gay, lésbicas e travesti. Anúncios Classificados destinados exclusivamente a adultos. No Quente & Picante, encontre amor, sexo, flirt e amizade. O Quente & Picante não se responsabiliza pela veracidade dos conteúdos. Todas as fotografias, textos e contactos são da autoria e da responsabilidade dos próprios anunciantes. É expressamente proibido o acesso a este website a menores de 18 anos de idade.
Se não tiver 18 anos, por favor clique aqui para abandonar o site. © 2012 Contos Eróticos, Histórias picantes by Quente & Picante | 23-May-2012 | Termos & Condições