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ID: 67 | Conto erótico Verídico
Autor: ALINE
Em Português de Brasil
Adicionado: 2009-08-30 01:23:23
Hits: 14330
Os contos eróticos de: Alinebr


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SEXO SELVAGEM NO CINEMA

Tags: adultério,  sexo em grupo,  orgasmo



Muito se fala sobre o fogo da paixão, a selvageria de um amor irracional, aquele marginal e rústico. E ao perceber que aquele motoqueiro parado no semáforo, não conseguia desgrudar os olhos de minhas pernas, nada mais fiz do que erguer um pouco mais o vestido e deixar ele observar minha xoxota quente e macia. Depois que descobri que ter tudo de bom e do melhor não era o bastante e levando à sério a velha tese de que a prática leva à perfeição, meu olhar sobre o sexo passou a não ver raça, nem cor, apenas prazer. E, aquele dia eu estava especialmente tarada. Tinha um compromisso com um novo cliente e para fazer bonito estava elegante, vestido preto, casaco da mesma cor, sapato de salto, enfim, uma executiva acima de qualquer suspeita. Para puxar assunto abri o vidro e perguntei se ele conhecia a rua onde eu iria me reunir com o cliente. Respondendo em seu linguajar peculiar, ele disse que pra chegar lá era embaçado, tinha de dar “umas volta”, mas que ele me guiaria. Agradeci a gentileza e fui seguindo-o até o a entrada rua. Ao avistar uma vaga, ele pediu para eu estacionar e parou ao meu lado. Propositalmente com a calcinha à mostra, estacionei, abri o vidro e quando ele se aproximou, disse que não tinha como agradecê-lo. Ele malicioso, olhando diretamente para minha xana, respondeu que bastava eu ligar pra ele. Eu disse que pra isso ele teria que ter meu telefone. Ele rápido na resposta abriu o celular e sussurrou: - é só você recitar minha princesa! Ri do gracejo e sintomaticamente acabei passando o meu telefone. Faminta de sexo e com o coração batendo forte, disse ao rapaz, na verdade um frangotinho, que eu não deveria demorar muito, no máximo um hora, se ele quisesse poderia me aguardar, por que eu temia ficar perdida pelo bairro. Ele não respondeu, apenas montou em sua moto e foi em frente. Bom, minha reunião realmente foi rápida e mal acabei de sair do prédio, meu telefone toca. Atendi, era ele dizendo que estava me aguardando. Acelerei o passo e o encontrei recostado em meu carro. Mal cheguei e ele me chamando de gostosa, perguntou se que não queria dar um “role” com ele. Eu rindo, respondi que de moto, nem pensar, mas se ele quisesse dar uma volta de carro, era meu convidado. Abrindo um sorriso do tamanho do mundo, ele disse que por ele tudo bem e já foi se preparando para entrar no carro. Meio sem saber aonde ir ou levá-lo, perguntei onde poderíamos parar. Ele com jeitão gaiato disse que se eu quisesse um “truta” dele tinha um cinema ali pertinho, onde a gente poderia ir e ficar tranqüilo. Sem saber do que se tratava topei e fomos. O cinema era no Centro, numa rua até tranqüila, estacionei o carro e depois dele cumprimentar o porteiro, entramos por uma porta lateral. Lá dentro, a sala de exibição estava quase vazia. Me guiando pelas mãos, o cara me levou direto pro banheiro, onde aos beijos, pediu para eu retirar minha roupa que ele iria me “comer” legal. Sem pressa, travei a porta e fui tirando lentamente minha roupa, enquanto ele se despia apressadamente. Nua ele me comeu com olhos e exclamou: - nossa gata, que “buça” vou fodê ela! Vê cá vem, chupa minha rola, deixa ela bem dura que eu “vô” “metê” em você todinha. E veio mesmo, depois de me deixar chupar um pouco ele com seu pauzão duro, pediu pra eu me virar e pincelando a rola na minha xana, me penetrou de primeira. Eu estava tão tarada que só de sentir aquela vara entrando e da situação de risco em que estávamos, gozei na hora. Ele não perdeu tempo socou fundo e perguntando se eu estava gostando disse que iria me “fodê” legal, que eu era maravilhosa. Depois de ficar um tempo metendo em minha xana, tirou lentamente o pau e me virando de frente, me deu um beijo delicioso e foi descendo numa lambida sensacional. Gozei de novo. Sem pressa ele foi me lambendo, chupou um pouco minha xana e após me virar de costas, meteu sua língua quente em meu cu, me fazendo delirar. Depois de se brincar gostoso com a língua, levantou e meteu direto no meu rabo. Como estou viciada em sexo anal, relaxei e nem mesmo o incomodo do ato em si, me fez parar de rebolar e receber aquela vara que metia sem dó, de me sentir submissa aquele garoto magrelo, que me xingava de puta, que fodia perguntando se eu estava gostando. Alucinada só respondia, que sim que ele me comesse gostoso. Ele bombou mais um tempo e socando fundo começou a esporrar. Impressionante o tesão que o cara estava sentindo. Ele gemia, tremia e a cada espasmo enfiava sua rola ainda mais fundo. Após o gozo, o cara totalmente suado, foi saindo lentamente de dentro de mim, na seqüência me virou bruscamente e me deu um beijo apaixonado. Nessa hora percebemos alguém forçando a porta do banheiro. Ao contrário de mim, que fiquei totalmente assustada, ele, com a maior naturalidade disse que estava acabando e já ia sair. Dito isso, se virou, segurou carinhosamente meu rosto, me deu mais um beijo e disse que ia dar uma espiada e ver como a gente poderia sair dali. Abriu uma fresta da porta e se voltando para mim disse: - olha tem uns “mano” aí fora “topa fazê uma festa”? É tudo “truta”. Fiquei meio balançada, mas que eu queria, queria, então só balancei a cabeça e sorri. Ele pediu pra eu dar um tempo, que ele ia organizar a galera. Ali naquele banheiro, mesmo excitada, estava insegura, mas mesmo assim, coloquei só a calcinha e sai me dirigindo pra o aquela sala escura. Meu coração estava acelerado, minha xoxota cheia de desejo e lá dentro, um grupo de 6 caras me aguardava, alguns já de rola pra fora. Ao me verem assobiaram, me passaram a mão e um deles pediu para eu ficar de 4 numa das cadeiras. Como uma cadelinha no cio, obedeci e depois disso, foi simplesmente uma experiência incrível. Os caras foram chegando oferecendo suas rolas para serem chupadas. Minha vulva aquecida ia se enchendo de tesão, o medo e o temor de estar totalmente entregue a um grupo de estranhos em pouco tempo de dissipou, minha libido falava mais alto, meu tesão se agigantava a cada toque a cada lambida, a cada chupada. Adorando estar ali a mercê daqueles homens, fui me esforçando em atender seus pedidos, chupei gostoso, engolindo aquelas varas duras e sedentas, deixei me bolinarem, me chuparem. Cada um tinha um jeito, uma forma de abordagem, mas todos queriam a mesma coisa: eu! E isso me enchia de tesão. Logo minhas pupilas começaram a se dilatar. Um fogo subia pelo meu corpo, fazendo minha buceta se contrair, uma energia forte, alimentada por aqueles machos viris, que me dobraram em quatro, me fodendo da forma que queriam, me fazendo gemer de tesão. Tarada, mesmo penetrada, buscava outra rola para segurar, chupar, não conseguia me conter, precisava, ser currada, arregaçada, humilhada, sair dali exausta de prazer. Mesmo no mais puro estado de vulgaridade, conseguia ver poesia, em meu ato. Meu corpo e minha alma estavam na mesma sintonia do prazer daqueles homens que se revezavam dentro de mim. Gozei inúmeras vezes, até sentir um por um fazer o mesmo. Após a sessão de sacanagem, ao vivo, retornei ao banheiro, me limpei, vesti minhas roupas e com um tchau geral, me despedi daquela galera deixando para trás um rastro de prazer e vulgaridade. O motoqueiro ligou inúmeras vezes, mas ele e eu sabíamos que algo assim só se dá uma vez e assim, sem resposta nunca mais me ligou. É isso. No meu blog é possível acompanhar com mais detalhes essa história. www.sexoforadocasamento.blogspot.com Beijos



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