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Tags: Menàge masculino,  traição consentida

ID: 357 | Conto erótico Verídico
Autor: MarcoMara
Em Português de Brasil
Adicionado: 2011-01-12 12:13:03
Hits: 912

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Mara e o massagista

Minha esposa Mara é uma mulher que se pode dizer, gostosona. Filha de italianos, nasceu no Rio Grande do Sul, Brasil, e é a típica italiana, 1,75, 67 Kg, Loira autêntica, cabelos longos, olhos verdes, seios grandes, quadril largo, bunda farta e arrebitada, coxas grossas e pernas longas. Um mulherão.

Sempre fantasiamos muito durante o sexo e uma certa ocasião realizamos um menàge com um antigo colega de trabalho dela ( Mara e o japones ). Foi maravilhoso e nos divertimos muito.

Um dia conheci um médico nissei chamado Eduardo. Nossa conversa correu franca e solta em função de nosso interesse comum por esportes de ação. Ele era realmente uma pessoa interessante. Lutava um tipo de arte marcial e em função de sua profissão, especializou-se em massagens e costumava aplicar aos seus pares, quando de algum trauma.

Foi aí que me ocorreu uma idéia. Mara tinha me falado que precisava ir a um massagista pois havia dado um "mal-jeito" e estava com as costas muito doídas, o que lhe ocasionava sérios problemas durante o trabalho.

Contei-lhe então que havia ouvido falar de um massagista de uma cidade próxima e que ele era excepcional, conforme depoimentos de amigos comuns. Não mencionei o fato de Eduardo ser médico.

Depois, em conversa com ele, contei-lhe sobre minha esposa precisar de uma massagem e se ele poderia atendê-la. A princípio ele achou estranho e chegou a tentar se desvencilhar do pedido, mas apelei e mostrei-lhe uma foto de Mara ela estava de biquini e de costas. Notei que ele se interessou de imediato. Indiquei-lhe uma região nas costas de minha esposa, logo acima daquela generosa bunda, afirmando ser ali a região dolorida.

Ele disse então que só poderia atendê-la em sua cidade em função de seu trabalho e se isso fosse possível, ficaríamos em um hotel onde ele a atenderia. O doutor teve problemas para disfarçar sua ansiedade ao dizer que assim iria atendê-la. Apesar de Nissei, Eduardo era muito mais desenvolto que nosso primeiro samurai.

Comentei com minha esposa que, em função de Eduardo ser massagista em sua academia, não tinha um local apropriado para o atendimento a uma consulta particular, ficando assim explicado o hotel.

Durante os dias que antecederam nossa ida ao encontro de Eduardo, durante nossas transas, fantasiamos como sempre a participação de alguem conosco. Mara continuava excitadíssima pensando na possibilidade de dividir-se entre dois homens, recordando-se sempre de nosso menàge e gosava muito.

Antes de sairmos para nosso encontro, minha loira perguntou se havia necessidade de alguma roupa especial e então sugeri que usasse um mini-quimono para facilitar o trabalho do profissional, já que ela deveria estar quase nua. Mara relutou, afinal ele é preto com letras japonesas em dourado, super-curto, mal cobrindo a buceta. Super-erótico. Deu um trabalhinho mas consegui convencê-la alegando que ao contrário do que ela pensava, ele até ajudaria a cobrir as partes do corpo que não estivessem sendo massageadas

Foi quando ela perguntou como era o massagista.

Expliquei-lhe que era um nissei com quatro anos menos que ela (Ela tinha 38), alto, muito simpático . Mara deu um sorriso enigmático.

Percebi então que meu plano poderia dar certo.

Durante toda a viagem Mara mal conversou. Chegamos ao hotel e já no quarto, enquanto minha esposa tomava um reconfortante banho, apaguei as luzes, acendi algumas velas, incenso, abri um bom vinho italiano que ela adora. Ela saiu do banho já vestida com o quimono e por baixo uma tanga minúscula que não escondia nada de seu sexo e fazia sua generosa bunda engolir o cordão da parte de traz. Calçava um par de sandálias com saltos altíssimos, também preta. O clima estava pronto. Minha deusa estava divina. Continuava com o sorriso enigmático.

Após tomarmos a primeira garafa de vinho e já partindo para a segunda, bateram na porta. Meu coração quase pulou pela boca. Era chagada a hora.

Será que Mara se entusiasmaria a ponto de se liberar? Como Eduardo reagiria ao ver aquela mulher deslumbrante semi-nua? Teria as respostas a estas perguntas e muitas outras não feitas, dentro de pouco tempo.

Eduardo entrou no quarto enquanto Mara se levantou da poltrona. A pouca luminosidade do ambiente, o cheiro de incenso, o porte de minha esposa fizeram com que o rapaz não disfarçasse uma enorme ereção. Contrariando a lenda, notava-se que ele era bem dotado pelo inchaço em sua calça. Apresentei os dois formalmente e notei que houve uma empatia entre ambos. As longas pernas brancas de Mara contrastavam de forma magnífica com o negro do mini-quimono. Com sua sandália alta, ela era quase meio palmo maior que o nissei.

O jovem pediu para tomar um banho antes porque havia vindo de seu trabalho direto para nosso hotel e enquanto isso acontecia, Mara sorrindo, me disse ter gostado muito da aparência dele.

Ao sair do banho, vimos que ele trajava agora uma camiseta branca e um shorts bem curto, tambem branco. Via-se claramente o volume de seu pau sobressaindo-se. Estava excitadíssimo, embora sem compreender tudo o que estava acontecendo. Ensaiava um sorriso entre o tímido e o alegre.

Aí coloquei a segunda parte de meu plano em ação. Surprendi os dois dizendo que precisava reabastecer o carro e consertar um pneu de estepe que havia furado. Iria deixá-los a sós por algum tempo. Percebi o choque que esta notícia causou em ambos.

Dirigi-me à porta e sai das vistas dos dois, abri a porta e a fechei, como se tivesse saído, mas devido a configuração do quarto, que formava um "L" com o corredor e a porta, permaneci na saleta de entrada, escondido. Como o chão era acarpetado, meus passos não produziam ruído ao andar.

Os dois conversaram por alguns instantes sobre amenidades e depois sobre o problema da minha esposa em particular. Eduardo dissertou sobre o diagnóstico e oque seria feito para corrigí-lo.

Em seguida solicitou a ela que se deitasse na cama e abriu uma malinha que havia trazido. Pediu que tirasse o quimono. Ela deveria estar maravilhosa deitada só de calcinha naquela penumbra. Passei a ouvir a respiração dos dois mais forte. Ele por estar fazendo a massagem e ela por estar recebendo..

Depois de meia hora, encaminhei-me cuidadosamente para o corredor para ficar em posição de enchergar o quarto. A visão de outro homem esfregando suas mãos nas coxas de minha esposa, completou o tesão dentro de mim. Meu pau pulsava e doia muito de tão inchado. Iniciei uma punheta ainda leve, calma.

Ele estava em pé ao lado da cama e massageava seu corpo, indo e vindo por sobre a minúscula calcinha. A respiração dois dois estava muito mais alta, cadenciada. O cheiro do creme que ele utilizava misturava-se com o incenso e deixava todo o ambiente envolvido num clima extremamente sensual.

Mara remexia-se na cama induzindo o corpo a serpentear suavemente e quando as mãos do nissei chegavam perto de sua bunda, ela a arrebitava ligeiramente. Isso era sinal de excitação sem dúvidas.

Derrepente o ouvi dizer que para facilitar a próxima etapa da massagem, ele precisaria posicionar-se sobre seu corpo e que se ela não tivesse nada contra, deveria despir a calcinha. Ouvi Mara consentir em meio a uma respiração que eu conhecia. ERA TESÃO PURO.

Assim foi feito. O jovem retirou delicadamente a peça de roupa que o separava daquela bunda colossal e em seguida posicionou-se de joelhos sobre suas pernas. Aí começou a massagear-lhe as nádegas ao que Mara reagiu prontamente, arrebitando mais o trazeiro e aumentando os movimentos de serpente, deixando claro o tesão que sentia.

O esperto nissei começou a deixar escapar a mão no meio das nádegas, uma vez, duas, e ja não existia mais cuidado algum. Passava agora descaradamente a mão sobre o cuzinho da minha esposa que respirava cada vez mais forte e ajudava com o corpo, empinando ainda mais a bunda, para que a mão entrasse mais.

Eduardo perdeu o resto da timidez e enfiou um dedo na buceta de Mara que emitiu um grito agudo e empurrou o corpo em direção àquele dedo atrevido.

Dali para frente estava estabelecido o rumo do encontro. Era sexo mesmo.

O nissei enfiou o rosto no meio daquela bunda soberba e começou a lamber o que dava. Ora a buceta, com a ajuda da fêmea que arrebitava ao máximo o corpo, ora o cuzinho. Ambos falavam coisas desconexas, típicas destas horas..

Derrepente o doutor levantou-se e tirou suas roupas. Mara aproveitou-se e se sentou, alcançando o pau do amante e iniciando uma masturbação acompanhada de uma chupada que eu conheço bem. Ela domina esta arte.

O japones abriu os olhos e tentava respirar, mas o fazia com dificuldade tal era o ritmo imposto por minha mulher. Eu já batia uma gostosa punheta e me deliciava com a cena. Era como havia fantasiado.

Quando Mara percebeu que o nissei ia gozar, retirou o pau da boca antes e virou-se para a cama, posicionando-se de quatro. Eduardo vendo aquele trazeiro maravilhoso ao seu alcance, enterrou o pau naquela buceta suculenta e iniciou movimentos de vai-e-vem intensos. Agora ambos gritavam sem controle.

Depois de uns dez minutos e muitos orgasmos por parte dela, ele anunciou que iria gozar e o fez em meio a um grande estardalhaço. O japones encheu minha esposa de porra.

Voltei para minha posição escondida enquanto ambos se dirigiram ao banheiro e tomaram um longo banho em meio a mil bolinações e chupadas de ambos. Ao saírem do banheiro, o japones beijou, lambeu, chupou o corpo de minha loira inteirinho. Ela teve mais alguns orgarmos pois adora ser chupada, principalmente no cu.

Depois ele tornou a posicioná-la de quatro, agora na poltrona e direcionou seu pau para aquele cuzinho que até então, só eu havia experimentado. Passou no pinto um creme de seu arsenal e começou a introduzi-lo. Perguntava a toda hora se estava machucando mas, mal sabia ele que é assim que Mara gosta. Ela adora levar um pinto no cuzinho.

E lá se foram mais vinte minutos. O rapaz era bom mesmo. Sabia conduzir os movimentos de forma a favorecer o gozo da parceira e evitar a ejaculação.

Quando percebeu que minha loira estava exausta nesta posição, colocou-a de "frango assado" e voltou a bombar seu apetitoso cú. Depois de mais uns dez minutos e dois ou tres orgasmos dela, ele anunciou seu próprio gozo. E o fez copiosamente... Tornou a enchê-la de porra.

Depois disso, ficaram desfalecidos. Após algum tempo assim, voltaram a ativa fazendo carinhos um no outro, trocando beijos na boca. Foram ao banho novamente. Após, deitaram-se e continuaram com os carinhos. Mara ainda deu uma gostosa chupada no cacete do japones que tornou a ficar duro.

O japones inciou um papai-mamãe e enquanto eles estavam entretidos nesta nova trepada, saí silenciosamente do quarto, tomando muito cuidado para não ouvirem a porta. Acho que se caísse um avião naquele momento, não ouviriam nada. Esperei um tempo que julguei ser o necessário para terminarem aquela trepada e bati na porta.

Demorou um pouco e minha esposa abriu a porta. Estava vestida com o sensual quimono e Eduardo já vestia as roupas com as quais viera. Ambos disfarçavam ao máximo mas o quarto agora estava impregnado com o cheiro de sexo indisfarçável.

O doutor despediu-se depressa no meio de informações sobre o tratamento que havia feito em Mara e prometendo outra seção se essa seção não adiantasse.

Depois que ele saiu, Mara me abraçou e me beijou fortemente. Quis saber dos detalhes pré-consulta mas omiti a parte da história em que eu arquitetei a trepada. Insisti que tudo oque aconteceu foi expontâneo, e não deixa de ser verdade, pois nenhum dos dois nunca soube do plano meu. Trepamos o resto da madrugada até a completa exaustão de minha loira, que só parou por estar toda ardida. Mara fez questão de dizer que deixou combinado o resto do tratamento com " seu massagista". Mas isso são outras histórias...


Adicionado: 2011-01-12 12:13:03
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Os contos eróticos de: João Carlos














 



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