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A primeira vez nunca esquece Escrito em português de Portugal | Conto erótico Verídico
Eu achava-o lindo, gostava de o observar, não conseguia tirar os olhos dele. Adorava os seus olhos verdes, a pele clara, o cabelo castanho. Apesar de eu não ser nada tímido, os dias passavam e eu não conseguia meter conversa. Cruzavamo-nos nos corredores, no recreio, eu prometia a mim próprio que era hoje que lhe falaria mas limitava-me a ficar embasbacado a olhá-lo. À noite sonhava com ele, abraçava-o, beijava-o na boca, lambia-lhe o corpo todo, durante o dia sentia-me envergonhado por ter esses pensamentos, por gostar daquela maneira de um rapaz.
Um dia juntaram todas as turmas do 7.º ano no anfiteatro, para assistirem a um filme sobre educação sexual, sida, preservativos, drogas, etc ...
Tags: masturbação, punheta, ejaculação, porra, pau
ID: 109 | Autor: Rucao
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Afinal ele ainda me queria Escrito em português de Portugal | Conto erótico Verídico
Na segunda-feira bati à porta do António, na terça, na quarta, na quinta e ele nunca ma abriu. Desisti, fiquei com raiva dele. Na escola o Pedro andava aos beijos com a namorada e eu odiava-o.
No sábado à tarde fui andar de bicicleta no parque. Estava sentado numa pedra a descansar quando uns braços fortes me abraçaram por trás. Era o António, que me deu um beijo na face. Eu estava furioso com ele e disse-lho e ele explicou que trabalhava noutra cidade e só voltava à sexta á noite. Fiquei feliz e o mundo voltou a ser maravilhoso. Queria que ele me comesse mesmo ali, que me beijasse e me fodesse. Ele desprendeu-se do meu abraço, olhando à volta, receoso que alguém nos tivesse visto, disse que ia para casa e que eu fosse lá ter depois. Fui ...
Tags: pau, cacete, porra, cama, foda
ID: 114 | Autor: Rucao
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Continuação da primeira vez nunca esquece Escrito em português de Portugal | Conto erótico Verídico
Um dia a minha mãe foi-me buscar à escola e eu apresentei-lhe o Pedro e a sua mãe. Elas simpatizaram uma com a outra, fartaram-se de conversar e a partir daí ficaram amigas.
Numa sexta-feira fomos jantar a casa do Pedro e a minha mãe deixou-me lá dormir, voltando para casa sozinha. Meninos, vão dormir que amanhã vamos levantar cedo, disse o pai. No quarto estava uma cama preparada para mim, o Pedro atirou-se para cima dela a rir, nem penses que dormes aqui, eu quero-te na minha cama grande. Despimo-nos rapidamente, lutamos nus durante um bocado, os nossos paus ficaram duros, deitamo-nos abraçados na cama do Pedro. Beijamo-nos agarradinhos, nunca nos cansavamos dos nossos longos beijos, lábios com lábios, língua com língua. Tocamos uma lon ...
Tags: amigo, punheta, pau, pai, porra
ID: 112 | Autor: Rucao
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