ID: 291 | Conto erótico
Fictício Autor: Adalberto
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-10-13 23:31:57
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Viagem ao Rio
“Ao retornar de Brasília, resolvi ‘esticar’ até o Rio, para visitar meu ‘sogro’ (Luiz) e ‘namorada’ virtual. Escrevi um email falando que eu estaria em determinado hotel e à tarde que me hospedei, recebi um telefonema no quarto. Ao atender, o homem do outro lado da linha, logo falou: “Como foi de viagem genro ?” e notei se tratar do colega virtual. Conversamos sobre alguns assuntos rapidamente, até que ele disse passar no hotel para fazermos um happy hour e apreciarmos as gostosas na praia, aceitei é claro. No horário marcado, nos encontramos em um bar na beira mar, perto do hotel onde estava hospedado. Conversamos sobre muitas coisas, e principalmente sobre mulheres e as mulheres da casa dele. Ele então disse que me levaria para jantar na casa dele no dia seguinte, pois queria me apresentar para Bruna. Terminamos a cerveja e nos despedimos.
No outro dia, as horas pareciam não passar e quando chegou o horário em que ele iria me buscar, eu já estava pronto e aguardando na recepção do hotel. Ele chegou acompanhado de uma linda moça, morena claro, com seus 19 aninhos e me apresentou, era a Vera, sua filha. Ao entrar no carro, sempre discretos, ele falou que adoraria que eu tentasse seduzir a esposa dele e que se eu conseguisse, a filha dele aceitaria transar comigo. Vera disse que ficou vendo eu conversar com o pai dela e que por amar o pai dela, realizaria a fantasia dele, se eu conquistasse a mãe dela, era essa a proposta dela. Claro que aceitei, embora soubesse que não era nada fácil, pois a Bruna nem desconfiava do marido e a filha.
Na casa, fui apresentado como um amigo de trabalho dele, da sucursal de Curitiba. Quando Bruna me perguntou sobre o trabalho, como eu não sabia com o que o colega trabalhava, pedi desculpa a esposa dele e disse que havia prometido a mim mesmo que não falaria sobre trabalho, pois eu estava de férias. Ela sorriu e disse não falarmos mais de trabalho, pediu ajuda da filha para buscar na cozinha os pratos e colocar na mesa. No que elas saíram, o colega disse que me saí bem com a desculpa e rimos. Aproveitei que estávamos a sós e disse que tanto Vera, quanto a Bruna, eram muito gostosas, cada uma com seu corpo e idade.
Ao retornarem da cozinha com os pratos, sentamos e passamos a jantar e a beber um bom vinho. Eu apenas molhava os lábios com o vinho, e via que a Bruna tomava normalmente o vinho. O jantar acabou e fomos para a sala, e pedi para meu colega abrir outro. Vera levantou-se dizendo que iria dormir cedo. Na porta da sala que da para o interior da casa, estando atrás de Bruna, vi Luiz e a filha se beijarem. Como a Bruna estava de frente para mim conversando, não viu. Perguntei o que ela fazia durante o dia, já que o Luiz ficava o dia todo trabalhando e ela respondeu que às vezes chegava antes do marido e filha e ficava sozinha algum tempo. Resolvi atacar e disse que se ela chegasse amanha e ficasse sozinha, que me ligasse, pois eu também estaria sozinho no hotel e ela respondeu sorrindo: “Cuidado que posso aceitar esse convite” e eu logo respondi que preferia que ela nem pensasse, apenas aceitasse e ela sorriu.
Nesse momento Luiz entrou na sala e serviu mais vinho. Algum tempo depois, com mais vinho na cabeça, perguntei a Luiz se ele iria chegar cedo do trabalho, para sairmos e me mostrarem um pouco da cidade e ele sabendo o que eu pretendia, disse que seria difícil chegar cedo. Peguei a garrafa de vinho, enchi a taça de Bruna e falei: “Espero que não fique bravo em eu e a Bruna sairmos amanha enquanto vc não chega do trabalho” e ele disse que seria melhor do que ela ficar sozinha em casa. Levantei falando ir ao banheiro e ao entrar no corredor, olhei Vera me olhando da porta do quarto dela. Abri a porta do banheiro e fiz sinal para ela vir até ali e ela veio. Falei que sairia com a mãe dela e que ela teria um tempo com o pai dela e ela sorriu. Sem ela esperar alguma reação minha, empurrei ela para dentro do banheiro falando que a mãe dela podia desconfiar se não me escutasse ir ao banheiro. Ela riu e abri o zíper da calça e tirei meu pau para urinar. Vera me chamou de idiota, mas ficou olhando meu pau enquanto eu urinava. Quando acabei, ela disse que eu teria de comer a mãe dela para poder comer ela, virou-se, destrancou a porta do banheiro e saiu em direção ao quarto e eu fui para a sala, propositalmente de zíper aberto.
Ao sentar-me de frente para Bruna, Luiz saiu dizendo ir ao banheiro e Bruna sem graça, comentou de meu zíper estar aberto. Fingindo não conseguir fechar, fiquei de pé e pedi ajuda a Bruna, que levantou-se olhando para a porta e veio me ajudar. Segurando o zíper, ela fechou-o e falou: “Ainda bem que ninguém viu, imagina o que iriam pensar?” e respondi: “Por mim, seria o nosso segredo” e ela sorriu e voltou-se a sentar. Fui até a porta e olhando para o interior da casa, vi Luiz beijando a Vera na porta do quarto dela. Retornei e me sentei. Bruna perguntou o que fui fazer e respondi para que não ficasse brava, mas que as mãos dela me excitaram e por isso fui até a porta para ajeitar meu membro. Ela sorriu e disse não ter esse poder e retruquei dizendo que ela tinha sim e que imagina ter muito mais. Ela me olhou séria por uns instantes e depois sorriu. Com o sorriso dela, perguntei onde ela me levaria no outro dia e ela disse ser surpresa.
Ao Luiz retornar, pedi carona para o hotel. Bruna estava levando as taças pra cozinha, fiz sinal pro Luiz ficar na sala e fui levar o prato de frios que estava na mesa. Na cozinha, ao me despedir de Bruna, segurei em sua nuca e dei um beijo na bochecha, relando a ponta de meus lábios no dela. Depois disse para ela vir junto até o hotel para que ela pudesse saber qual era e ir me buscar no outro dia. Bruna disse saber qual era e que estava meio bêbada para ir. Segurando-a pela cintura, pedi mais uma vez para ela ir junto, pois o marido iria dirigindo. Ela sorriu e aceitou.
Na garagem, abri a porta pra Bruna entrar na frente e ela disse para que eu fosse, pois ela iria atrás. Falei não andar na frente com um homem, tendo uma mulher no carro, mas ela já foi sentando atrás. Olhei para o Luiz e perguntei se ele se importava em ir de motorista nosso e ele disse que não se importava. Fechei a porta da frente, abri a porta de trás e colocando uma mão na coxa e outra na altura da bunda da Bruna, fazendo de conta que a empurrava, pedi para que deixasse eu sentar ao lado dela. Ela sorriu e ao se inclinar para ir pro outro lado do banco, coloquei uma mão na bunda dela, fingindo empurrá-la. Luiz olhava e sorria.
Enquanto Luiz dirigia, notei que Bruna me olhava. Discretamente sentei no meio do banco de trás, para conversar com Luiz pelo espelho, e enquanto fiz isso, abri meu zíper e olhei para Bruna sorrindo. Ela arregalou os olhos e fez sinal que o Luiz podia ver. Enquanto conversava com Luiz, peguei na mão de Bruna e tentei conduzir até meu pau, mas ela puxou a mão. Falei para Luiz dar uma volta pela cidade, para eu ver um pouco dela a noite, enquanto peguei novamente na mão de Bruna. Dessa vez ela deixou eu conduzi-la até meu pau. Soltei a mão dela em cima do zíper e logo ela foi devagarzinho colocando a mão dentro de minha calça. Coloquei minha mão entre as pernas dela e enquanto falava com Luiz, fui subindo até a buceta dela que estava quente. Bruna nesse momento apertou meu pau e passou a punhetá-lo bem devagar.
Falei pro Luiz: “Não se preocupe com a Bruna amanha, pois cuidarei dela como se fosse minha namorada” e ele sorriu e disse que sabia disso. Bruna não falava nada, apenas olhava para fora, disfarçando estar me punhetando. Fiz sinal para Luiz olhar a mão dela e ele deu uma espiada.
Chegando ao hotel, nos recompomos e combinamos o horário de Bruna vir me buscar... " (continua)
Quer ter um amigo sigiloso:
Adicionado: 2010-10-13 23:31:57
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Os contos eróticos de: Adalberto
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
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