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ID: 370 | Conto erótico Verídico
Autor: marcfauwel
Em Português de Brasil
Adicionado: 2011-02-13 00:58:25
Hits: 1360

8
O Nome do Pecado é Mirinha

Na segunda-feira seguinte à semana do nosso encontro na rua, amanheço com o dedo na campainha da casa branca de venezianas azuis. A porta se abre e um lourinho de uns quinze anos, cabelo encaracolado, só de sunga verde, vem se apoiar a no batente e fica me olhando sem dizer palavra, retendo um bocejo.
- Oi, eu sou um amigo da Mirinha.
- Peraí, diz ele, num sorriso desconcertante, encostando a porta e gritando: "Mirinha! É pra você!"

Segundos depois, Mirinha abre a porta, sorridente, vestindo uma minissaia jeans e a parte de cima do biquini que eu já conheço.
- Você veio!
- Passei o fim de semana todo lembrando.
- Sério? faz ela, dando um sorrisinho. Entra!
- Todo mundo é bonito, na sua família?
- Filhos de suíço alemão com italiana do norte. E você ainda não viu o meu irmão mais velho.

É uma casa típica de praia. Sala grande de chão de lajotas mobiliada com os móveis antigos da casa da cidade e dois ou três quartos pequenos com dois ou três beliches cada um. Vejo garrafas de cerveja e copos espalhados, e uma desordem que logo me faz lembrar que os pais já tinham voltado para o Rio. O lourinho que atendeu a porta está num dos quartos tentando em vão ajustar a colcha na cama e o barulho de chuveiro me permite localizar o terceiro irmão enquanto eu sigo Mirinha até a cozinha.
- Quer cerveja, coca...?
- Aceito uma coca.

Ela aponta para a geladeira. Abarrotada de refrigerantes e cervejas tanto nas prateleiras quanto na porta. Pego uma latinha e puxo uma cadeira da mesa redonda para conversar com Mirinha enquanto ela lava uma louça caótica. Suas coxas claras mas bronzeadas somem na sainha já quase à altura das polpas, das quais vejo a sombra. Fico esperando que ela se debruce para ver um pouco mais, mas logo levo um susto com um tapinha nas costas e uma voz grave que emite um amistoso: "E aí?"
- Meu irmão mais velho, Thomas, diz Mirinha me olhando por cima do ombro.
- Prazer!, faço eu, me contorcendo para olhar nos olhos o terceiro irmão, outro ariano de rosto liso, com dois olhos azul-turquesa insuportavelmente penetrantes, encrustados sob sobrancelhas tão louras quanto o cabelo. Ele passa por nós de toalha enrolada na cintura, desaparece por uma porta que dá para uma área de serviço e volta de sunga anunciando que vai para a praia.
- Ah, Thomas, vamos todos juntos!, pede a irmã.
- Sem chance! A galera está toda lá me esperando e a gente não vai ficar em Arraial, retruca ele, já me fazendo um sinal de despedida e se afastando em direção à porta de entrada.
- O Pohl vai com você?
- Tá louca!
- Pohl! grita Mirinha.

O garoto desponta na cozinha nu em pelo, passa por mim e fica parado logo atrás de Mirinha. Tento me controlar, mas não consigo deixar de olhar a bundinha branca e rechonchuda, que ele coça negligentemente enquanto explica à irmã que está indo para o banho e que depois vai passar o dia com um amigo que também veio pra Arraial porque a mãe dele ficou e o pai voltou para o rio, etc. etc. etc. Em seguida, ele dá meia-volta e dispara para o banheiro, sorrindo para mim e tapando o sexo com as duas mãos. Fico com aquela impressão de ter visto um despudorado Cupido.
- Sobrei de novo!, diz Mirinha sem se voltar.
- Eu posso ir à praia com você, proponho, já me sentindo um tanto erotizado e olhando a minissaia que teima em não ultrapassar os limites.
- Topa ir a uma praia linda que tem a meia hora daqui? Costuma estar vazia. Você dirige? A gente tem um Bugre.
- Claro!

Ajudo Mirinha a guardar a louça e ela me faz segui-la até o quarto. Chegando lá, ela abre uma gaveta da cômoda, pega um biquini branco de friso azul claro e me pergunta se eu gosto.
- Não sei, respondo. Prefiro colorido.
- E este? Ela me mostra uma minúscula calcinha de biquini vermelha.
- Uau! Tem coragem?

Ela some e volta instantes depois, segurando a parte da frente com uma mão espalmada.
- Dá o laço pra mim?
- Claro, respondo, fingindo naturalidade enquanto ela se vira. Engulo em seco vendo-a de costas, a bundinha engolindo praticamente toda a parte de trás da calcinha do biquini.
- Indo lá com você, eu tenho coragem de botar este. Assim vou bronzear tudo que falta. Ela diz isso dando uma voltinha. Meu pau dá um pulo na sunga.

Ela pega as chaves, me dá e vai para o portão enquanto eu pego o carro. Saio da cidade e pego a estrada. Me sinto bem com essa menina tão livre e desinvolta, dona do próprio nariz com tão pouca idade. Tenho vontade de passar a mão nas coxas dela, mas decido esperar que o clima erótico entre nós desperte mutuamente e puxo uma conversa mole sobre a paisagem. Ao chegarmos, Mirinha me diz para estacionar ao lado de outros carros, pega uma bolsa e nós caminhamos em direção a uma pequena duna. Do outro lado, uma enseada cercada de rochas e uma extensão de cerca de 300 m de areia fina invade os meus olhos.
- Uau!
- Lindo, né?
- Estou sem fala.
- Depois que descobri este lugar, trago todo mundo que eu gosto aqui.
- Isso foi elogio?
- Bobo! Vamos lá pro finalzinho que é mais gostoso.

Nós caminhamos por alguns momentos lado a lado e...
- Não vai querer andar abraçadinho? Foi só naquele dia, é?
- Não, não! É tudo que eu quero na vida!

E eu faço mais. Eu a puxo para mim e taco-lhe um beijo que, desta vez, ela aceita e faz render, me dando sua língua. Pela primeira vez, eu bebo a sua saliva quente, de um sabor neutro mas levemente adocicado. Ela sente as pulsações do meu pau e me dá um sorriso malicioso. Eu retribuo acariciando os dois gomos empinados da sua bundinha. Ela me empurra e sai correndo em direção ao final da enseada.

Ao chegar no ponto que será o "nosso" canto, ela tira uma canga da bolsa, estende na areia.
- Só tem umas seis pessoas na praia. Legal!
- É, eu não teria coragem de ir com esse biquini a uma praia cheia, não.
- Você fica um tesão com ele.
- Obrigada! Vamos cair na água?
- Vamos!

Mirinha corre na minha frente. Eu contemplo seu corpo perfeito, os dois gomos da bunda praticamente nua. Ela para com água gelada nas canelas. Eu a empurro fazendo-a sentir meu corpo contra o seu. Ela finge resistir, mas se deixa empurrar, pondo uma mão para trás. Meu pau endurece na sunga. Ela sente e o aperta. Quando a água nos chega à cintura, ela fica um palmo à minha frente e, procurando o elástico com as duas mãos, baixa a minha sunga o suficiente para liberar o pau. Eu a puxo para mim e colo meus lábios à boquinha ávida desse cacete que ela agora empunha com força. Sinto a fisgada característica e me afasto para ver a cabeça brotar do prepúcio, rubra, cheia, lisa.
- Hoje eu quero te dar muito, diz ela sem largar meu pau.
- Estou com tesão contido há três dias!

Indiferente aos poucos banhistas da nossa praia, Mirinha me leva pra fora da água me puxando pelo pau. Eu olho para a praia, tenho a impressão de que um cara nos observa, mas tento não me preocupar. Deixo-me levar assim até a nossa canga. Chegando lá, Mirinha me faz sentar e se deita de bruços com a cabeça à altura da minha cintura. A visão da bundinha molhada refletindo o sol faz meu pau enrijecer como uma estaca. Me viro um pouco de lado e Mirinha volta a empunhar meu pau, olhando-o atentamente.
- Ele é bem feito. Acho bonito.
- Bem feito eu acho; bonito não. respondo, achando graça.
- Você bate muita punheta?
- Bastante.
- Quantas?
- Ah! Pelo menos uma por dia.
- Você é canhoto?
- Sou, por quê?
- Porque ele é meio curvo para a esquerda.
- Pô! Maior profissional, você, hein!
- É, estou ficando.

Se aproximando ao máximo, Mirinha colhe a cabeça do meu pau com os lábios, como se fosse uma cereja que ela quisesse pegar com a boca. Uma pulsação fortíssima provoca um choque que se propaga instantaneamente por todo o meu corpo. Chego a temer a ejaculação precoce, mas olho para Mirinha, para aquele corpo tão cheio de promessas e me lembro do que eu aprendi nos Kama Sutra: o controle é a chave do prazer prolongado. Volto a olhá-la colher minha glande e fazê-la brotar dos seus lábios frouxos e projetados. Essa visão me excita. Sem pedir autorização, desato o laço do biquini e deixo os peitinhos à mostra enquanto assisto a deliciosa felação. Sinto meu pau progressivamente mais duro. As pulsações ficam mais longas. Ele se torna um longo corpo rígido, ligeiramente curvo para cima e para a esquerda. Os dezessete centímetros do seu comprimento não chegam a sumir completamente na boca da Mirinha, mas ela não tem medo de forçar meu pau contra o fundo da garganta para tentar engoli-lo ao máximo.
- Quero dar para você, diz ela, afastando-se um momento e deixando-me ver seu rosto vermelho de excitação.
- Mas... Aqui? respondo, olhando discretamente para o cara que continua a olhar de longe.
- Nem que seja uma rapidinha, mas eu preciso você dentro de mim agora.

Uma idéia me ocorre. Peço a ela para se virar de costas para mim. Vamos fazer de ladinho. Ela aquiesce. Ouço sua respiração ofegante de tesão. Desta vez, sou eu que estou no controle, penso comigo mesmo. Ela solta o laço de um lado da calcinha do biquini e se achega a mim. Eu acaricio a a bucetinha por fora, apalpo os lábios, pressiono um dedo, me aprofundo, entro com um dedo, dois. Mirinha geme quando eu localizo o clitóris e começo a esfregá-lo. Sinto a pressão dos seus dedos no meu antebraço. Ela abre ligeiramente as pernas e me franqueia a entrada. Dois dedos... Três dedos. Ela resfolega.
- Mete, vai. Me fode, por favor. Não estou aguentando.

Ela empunha mais uma vez o meu pau e o direciona. Só preciso puxá-la pela cintura para entrar. Ela completa a penetração procurando minhas bolas e esmagando-as contra sua xana preenchida pelo meu cacete.
- Ahhh! Que gostoso! Fica assim, dentro de mim, sem sair.

Me distraio passando a mão de leve pelos biquinhos duros dos seios de Mirinha. Meu pau pulsa em seu interior, mas estou imóvel ou quase, fazendo ínfimos vaivéns quase imperceptíveis, apenas para completar a penetração. Ela então me puxa pela mão para ficar completamente de bruços comigo por cima. Eu aquieço. Sou bem maior, ela quase desaparece sob o meu corpo. Fico com as pernas por fora das dela e, mais do que nunca, encaixado até as bolas. Ela está tão enxarcada que meu pau desliza quase sem atrito, nos poucos movimentos que faço.
- Eu adoro ficar assim, diz ela numa voz lânguida. Adoro sentir o peso do homem e o pau enfiado até o fundo. Nessa posição, eu sinto cada milímetro.
- E eu adoro sentir a bundinha embaixo de mim e o meu pau enfiado. Mas que dá um pouco de vontade de mexer, dá!
- Tem um cara olhando para nós, diz Mirinha, percebendo o curioso pela primeira vez.
- Ele te viu me puxando pelo pau, digo rindo.
- Não!
- Sério! E ainda digo mais. Ele chegou mais perto. Ele estava bem mais longe que isso.
- Sabe o que a gente vai fazer? Já que ele está tão curisoso, a gente vai dar um showzinho pra ele.
- Você quer trepar na frente dele?

Ela me empurra, me fazendo ficar atrás dela e, novamente, me pede para meter nela de ladinho, desta vez virados para o nosso espectador, que deve estar a uns cinquenta metros, sentado de frente para o mar.
- Mas você não vai dar bye-bye pra ele, espero!
- Não, mas quero ver até onde chega a cara de pau.

E nós recomeçamos a foder, desta vez com direito a gemidos e suspiros no volume normal. Mirinha tem uma buceta extremamente confortável para quem a come por trás. Ela é longa e a entrada é bem afastada, separada do cu por um períneo estreitíssimo. Um vaivém ritmado e profundo vai levando-a de volta ao clima de excitação inicial. Ela pega minha mão para que eu volte a acariciar seus seios e, em seguida, ataca energicamente o clitóris.
- Boquinha mágica, pau delicioso... Sexo é o teu nome, né? diz ela, entre gemidos.
- Você é que está dizendo. Não me acho grande coisa não. Estou aprendendo muito com você.
- Soca, vai. Vamos gozar juntos pro curioso.

Começo a acelerar, arrancando gritinhos de dor de Mirinha a cada vez que pinço com força um dos mamilos. Meu pau pistoneia livremente a buceta molhada, embora esteja bem ajustado nela.
- Meu pau é grosso para você, Mirinha?
- Ele é grosso como eu gosto.
- Você me daria o cu?
- Claro, mas não aqui.
- Sou fanático por anal. Eu vi teu cuzinho. Deve ser uma delícia.
- Eu quase nunca deixo. Em programa, pra eu dar o cu, só o carinha for muito generoso!
- Mas você gosta?
- Sei lá. Depende com quem.

Essa conversa me excita e empolga, me faz socar vigorosamente e imaginar que estou enrabando a Mirinha. Ela sente meu entusiasmo e geme, acaricia minhas bolas e esfrega o grelo. Minha resistência me espanta. Me sinto pronto a transar por horas a fio, concentrado no meu desempenho tântrico.
- Ué! Cadê o tarado?, faz Mirinha, com voz divertida.

De fato, nosso curioso parece ter evaporado diante de nós. Olho para a água, para a praia... Nada.
- Deve ter cansado, digo rindo.
- Hum! Sei não. Esses caras não desistem assim... Xi! Disfarça. Ele está ali em cima.

Nosso voyeur deve ter subido a areia e caminhado na nossa direção por trás das dunas. Ele está agora a uns vinte metros de nós, sentado na areia e fingindo estar com o olhar perdido no horizonte. É um cara de uns trinta anos, de jeito totalmente normal, nem gordo nem magro, cabelo castanho muito fino esvoaçando ao vento. Ele não inspira medo. Deve estar excitado, querendo apenas nos ver transar.
- E aí, Mirinha? Ele vai poder assistir o show de camarote ou não?
- Claro que vai! E acho que agora não tem mais ninguém por perto, então vamos fazer uma sessão especial pra ele!

Ela sai de mim e fica deitada de costas, erguendo e escancarando as pernas convidativamente. Eu me ajoelho e mergulho de boca, olhando de esgueira o nosso curioso, que continua fingindo olhar ao longe.
- Mordisca, vai. Adoro que façam isso.

Eu ataco a buceta carnuda a dentadinhas leves entremeadas de longas lambidas molhadas na fenda comprida. Depois, exponho o interior com os dedos e dou pinceladas generosas no grelo. Mirinha se contorce e geme, agarrada ao meu cabelo, esfregando a minha cara no seu sexo. Enquanto eu uso a língua, ensaio a técnica da tesourinha (dedo na xota e no cu), mas Marinha me inibe.
- Aí não-o!
- Tá, desculpa.
- Tudo bem. Agora me fode de novo. Anda, vem de papai e mamãe pra eu te beijar.

Eu mergunho em direção a ela enquanto meu pau a penetra quase automaticamente. Sinto suas pernas me apertarem as costas. A buceta continua molhada e livre de atrito, o que me propicia a tranquilidade de não ser levado ao orgasmo.
- Droga, não consigo ver o cara nessa posição.
- A gente vira um pouco. Quer?, respondo.

Resolvemos ficar de lado, no sentido do comprimento da praia. Agora é possível aos dois olhar o curioso, que parece não perceber que já foi descoberto. Do seu ângulo, ele vê as plantas dos nossos pés e o meu corpo sobre o da Mirinha.
- Acho que ele está com a mão no pau, diz ela, se divertindo.
- Acho que sim; dentro da sunga.

Ela cai na gargalhada, mas ele realmente não percebe que tem a ver com a história.
- Topa fazer esse cara tocar punheta? Estou disposta a ir mais longe pra ver isso acontecer.
- Ir mais longe como?
- Sei lá... Te dar o cu.
- Mas você disse...
- Bah! O mar é logo ali. O máximo que pode acontecer é você ter nojo e sair correndo, retruca ela, bem-humorada. Mas antes, me fode nessa posição mesmo, faz bastante teatro, exagera as posições. De repente o carinha fica doido e bate uma só com isso.

Todo imbuído do papel de ator pornô, eu dobro as pernas da Mirinha contra o peito e, ajoelhado, encaixo a cabeça do meu pau na entradinha da xana. Em seguida, me apoio nas coxas com as mãos, penetro uma vez até o fundo e engreno num vaivém profissional. No início, me inibe um pouco saber que o cara está vendo a minha bunda, mas sou obrigado a admitir que o aquilo vai me excitando e acabo me soltando, desejando me exibir, relaxando os dois gomos da bunda para que ele os veja bem redondos. Chego a desejar que ele possa ver não só o meu pau pistoneando a buceta da Mirinha e o meu saco batendo no períneo, como também o meu cu no fundo do rego. Chego a sentir um certo desejo sexual por ele, o que evoca o caráter bissexual que eu já detectei em mim há tempos sem contudo tê-lo tirado da latência.
- Nada, hein? faz Mirinha, despertando-me dos meus devaneios.
- N-nada... respondo, tentando não parecer desatento. Acho que você vai ter que me dar o cuzinho.
- Ah, mas está tão gostoso com você socando assim...
- E quem disse que a gente precisa parar?
- Ele. Olha lá.

Ao que tudo indica, nosso voyeur parece estar sendo vencido por uma qualquer necessidade de ir embora. Ele olha para o relógio, depois em direção aos carros, esfrega uma mão na outra para limpar a areia e ajeita a sunga como se estivesse apenas esperando o pau amolecer para se levantar.
- É agora ou nunca, diz Mirinha, já se virando para empinar completamente a bunda na minha direção, ficando com o rosto colado na canga e me mandando agir rápido.

Já em posição, separo os dois gomos da bundinha linda e dou uma lambida felina no botãozinho do cu, que relaxa ao meu contato. Nosso curioso olha fixamente. Enfio meu pau na buceta e o retiro lubrificado, provocando um gemido da Mirinha.
- Enfia primeiro um dedo.
- Está bem.

Introduzo o indicador e o médio fundo na buceta e, em seguida, o indicador, no cuzinho, lentamente, mas até o final. Mirinha o recebe com um gritinho quando a extremidade ultrapassa o orifício. Sua mão já trabalha no grelo, para se distrair da possível dor com a excitação clitoriana.
- Mete logo!
- Já vai! Ele está olhando. Acho que não vai mais embora.

De fato, a nossa estratégia parece estar sendo eficaz. Nosso curioso observador está mais atento que nunca. Ele deve estar se perguntando se nós vamos fazer sexo anal e dizendo aos seus botões: "Se o cara enrabar a garota eu fico, se não enrabar eu me mando."

Resolvo fazer um último teste. Sem pedir permissão, enfio meu pau na buceta da Mirinha e começo uns vaivéns negligentes.
- Mas o que...?
- Calma.

O carinha olha novamente na direção dos carros e recomeça a esfregar as mãos para tirar a areia. Não tenho mais dúvida: ele só fica se rolar o anal.
- Lá vou eu, Mirinha. Respira fundo.
- To pronta.

O cuzinho pulsa algumas vezes e se relaxa diante dos meus olhos, criando um ínfimo orifício negro, que me dá a certeza de que Mirinha já fez isso bastantes vezes. Sinto que minha saliva está viscosa e aplico o conhecimento adquirido das milhares de horas de vídeos pornô: deixo um longo fio percorrer o vazio até tocar o anelzinho rosado e lubrificá-lo. Só então aplico a cabeçorra do meu pau contra ele e começo a pressionar, sob os gemidos de desconforto da Mirinha, que mexe os joelhos, vira a cabeça, torce os ombros e xinga.
- Puta que pariu! Mete de vagar.
- Mais devagar que isso não entra, Mirinha.

Continuo cuspindo até que saliva suficiente se acumula na circunferência da glande para lubrificá-la durante a primeira penetração. O enrabamento está lançado e ele hipnotiza o nosso voyeur, que, para exultação nossa, está agora sentado de pernas abertas com o pau e o saco para fora da sunga.
- Aiê! protesta Mirinha.
- A cabeça encaixou.
- Percebi! Mete logo, pôxa! Tá me matando aqui!
- Tá bom, tá bom. Não sabia que era um parto para você. Afinal, não sou eu o profissional.
- Cala a boca e mete!

O espetáculo me deslumbra. O ruído da quebra-mar, o sol quente, o céu azul, o gostinho de sal e buceta na boca e essa menina gostosa numa posição tão vulnerável, à minha disposição, pedindo para ser enrabada por mim. E como se não bastasse, um espectador extasiado e controlado por nós como um fantoche. Sinto meu corpo nu completamente livre de inibições. Sei que ele está me vendo de costas e não me importo que ele tenha mais tesão por ela ou por mim. Se for por ela, estarei proporcionando um espetáculo prazeroso a um heterossexual que deu sorte num dia de praia. Se for por mim, só tenho que me orgulhar do meu corpo. E - quem sabe ? - talvez eu esteja ajudando um homossexual a sair do armário. É imbuído de toda essa autoconfiança que seguro Mirinha pelas ancas e vou me aprofundando em seu cu, sentindo minha própria bunda solta, os gomos separados, meu cu acariciado pela brisa marinha. Meu pau desliza lentamente para dentro, lubrificado pela minha saliva. Mirinha saiu da posição "desmoronada" e está durinha, de quatro, como uma cadelinha, recebendo atentamente o meu pau e olhando para o nosso curioso através da cabeleira loura atraída pela gravidade. Meu saco encerra o percurso tocando a bucetinha já fechada.
- Caraca, teu pau é grosso pra mim. Estou sentindo a maior pressão, diz ela, ainda com desconforto na voz.
- Já vai passar.Vou começar a mexer.

E inicio meu vaivém, deliciando-me com essa mesma pressão que tanto judia daquela ou daquele que se faz enrabar.
- Ahn! Ahn! Ahn! faz Mirinha a cada estocada.
- Quer que eu pare?
- Nããão!
- Então é que já está ficando gostoso.
- Ca-cala a boca e mete.

Aos poucos, o cu da Mirinha vai relaxando e cedendo mais e mais, o que me permite uma penetração profunda e consistente. Os "Ahn!" se tornam "Ahhh!", os insultos se tornam agrados, ela se oferece cada vezmais, toma gosto, pede que eu soque com força, se entrega. Sem entrar em detalhes, vou dizer apenas que noto que outra matéria, bem mais densa, lubrifica meu pau e que em outras circunstâncias isso me deixaria reticente em prosseguir. Mas estamos na praia, a água é logo ali e devo reconhecer que isso em nada entrava o prazer, pelo contrário. Isso até me estimula a me desprender um pouco da visão posterior da Mirinha e olhar para o nosso curioso que, finalmente, se mostra competamente vencido.
- Olha lá, Mirinha!

A menos de vinte metros de nós, ajoelhado na areia, nosso voyeur se entrega a uma punheta magistral, olhando assumidamente para o espetáculo que lhe proporcionamos convidando-nos com o olhar a admirá-lo em ação. Seu pau é digno de atenção e ele acaricia o peito enquanto se exibe. Marininha geme enquanto eu soco com intensidade crescente até explodir em gozo em seu reto. As matérias se misturam, as cores mudam, meu pau se move numa espécie de lama de viscosidade ideal. Mirinha também goza, introduzindo três dedos na buceta e me implorando que não pare de foder seu cuzinho. Inesperadamente, nosso observador se levanta, caminha alguns metros e vem gozar fartamente a cerca de dez metros de nós. Ainda encaixados e sob o efeito dos nossos orgasmos mútuos, Mirinha e eu nos limitamos a observar as parábolas de esperma que o cacete maciço esparge na areia quente. Quando tudo cessa, o homem repõe seu membro amolecido na sunga e, com um sorriso, vai embora caminhando pela beira-mar.
- Uau!
- Uau! Uau!, retruco eu.

Ficamos alguns instantes em silêncio, eu meio sem saber o que fazer, até que Mirinha toma a iniciativa.
- Agora, vai correndo para a água sem olhar nem para você nem para mim!

Eu obedeço e só olho para trás quando a água me chega ao peito e vejo Mirinha se aproximando. Nos abraçamos, beijamos, provo novamente sua língua e sua saliva, meu pau sobe... E estamos prontos para outra!

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(*) Esta é a sequência lógica de A Diabinha de Arraial, mas pode ser lida isoladamente.


Adicionado: 2011-02-13 00:58:25
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Os contos eróticos de: Marc Fauwel














 



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