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Tags: sexo em público

ID: 349 | Conto erótico Verídico
Autor: Aline
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-12-14 13:54:55
Hits: 1046

8
O jogador

Olá! Ando meio sumida, mas não sem fazer nada, afinal, quando a gente descobre os prazeres do sexo, fica difícil, não querer repetir, experimentar, tentar, ousar, enfim, se deixar levar pelos mais loucos desejos. Afinal, sexo é vida e meu maior pecado continua a ser a luxúria.
Outro dia, a convite de uma amiga fui em Camp Nou assistir o jogo entre o Barcelona e o Sporting Gijón. Depois da bela vitória do Barça, ia rolar uma festa num local fechado, exclusivo para poucos convidados, entre os quais eu e minha amiga. Animadas fomos até em casa nos trocar e no horário combinado, estávamos lá para comemorar a vitória.
Em campo, alguns dos craques me chamaram a atenção, ver aqueles belos homens correndo, suados, nossa, fazia minha buceta latejar de tanto tesão.
Envolvida com o espetáculo, vibrava a cada movimento, a cada gesto, a cada gol marcado. Já em casa, tomando uma bela ducha, fiquei imaginando o que aquela noite me reservaria e gozei só de pensar.
Cheguei por volta das 23 horas, o local estava lotado, pessoas lindas chegando, vários DJ’s se revezando nas pick-ups. Com a pista repleta de gente dançando, fui caminhando com o coração acelerado, uma adrenalina que misturava ansiedade e tesão.
Parada no meio da pista, o garçom me serve uma taça de espumante, que é tomada com muito prazer. No segundo gole, sinto uma mão em meu ombro e alguém sussurrar em meu ouvido como estou linda. Arrepio-me toda. Olho para trás e vejo um dos jogadores do time, aliás, um dos mais belos, que de perto era ainda lindo, muito mais que imaginava, diria, um verdadeiro Deus Grego.
Perdi-me nos olhos castanhos esverdeados, parecidos com esmeraldas, um olhar que decididamente me enfeitiçou. Ele estende a mão, se apresenta e quando fui beijá-lo no rosto, ele vira e sem querer acerto sua boca.
Sem se abalar, ele insiste no beijo, fico meio sem graça, mas a vontade é tamanha, que me entrego loucamente. Nossos corpos se aquecem sedentos de vontade de unir a um só. O beijo tem gosto de prazer. Eu pareço um vulcão de tão quente, meio que dançando, meio que me conduzindo, me leva até um espaço mais discreto.
Ao chegar, nos sentamos e começamos a falar banalidades. Meu sotaque de estrangeira despertou sua atenção e após descobrir que eu era brasileira, me confessou ser apaixonado pelo nosso jeito e espontaneidade.
Atrevida e disposta a dar o pontapé inicial, eu começo a passar a mão na perna dele, por baixo da mesa e, sem cerimônia, vou subindo minha mão. Ele faz cara de quem está curtindo e cheio de tesão. Safada, abro seu zíper, e percebo a protuberância. Com ele empolgado, fui punhetando aquela vara sentindo a grossura e o belo tamanho.
Sussurrando, ele diz que não agüenta mais e, igualmente ousado, vai acariciando minha perna, até chegar na parte interna de minhas coxas. Pra provocar fecho as pernas. Forçando passagem, ele empurra minhas pernas e ao vencer minha falsa resistência, percebe que estou sem calcinha. Nessa hora ele fica maluco e diz que não vai se acalmar enquanto não me possuir.
Sedutor, ele beijando meu ouvido, arriscando num baixo e bom português, na maior cara de pau disse:
- Isso aqui é um ambiente muito carregado. Está cheio de paparazzos, de gente bisbilhoteira. Que tal a gente sair e procurar um local mais tranqüilo?
Era tudo que eu queria ouvir. Pedi licença, fui até onde estava minha amiga e avisei minha que iria embora. No caminho até o lugar onde ele me esperava, tomei mais uma taça de espumante e, antes de ir embora, resolvi desafiar aquele belo homem e, depois de fazer um sinal, sai caminhando até um canto mais discreto e escuro.
Ele me seguiu, protegidos pelo jogo de luzes, excitado, se aproxima, se encosta em mim e sem o menor pudor ou receio, passa os dedos na minha buceta encharcada, decidido, tira sua rola pra fora, encosta a cabecinha na minha xana fervente e fica pincelando aquela tora na entradinha. Quase gemendo peço pra ele colocar tudo.
Ele, se segura um pouco, mas também cheio de tesão, enfia seu cacete grande, duro e grosso em mim com muita vontade. Que delícia! Enquanto as pessoas dançavam na pista, eu dançava e rebolava ali para o meu jogador me penetrar ainda mais fundo.
As estocadas seguem o ritmo da música. Ele cada vez mais animado sussurra no meu ouvido que está realizando dois fetiches, transar com uma desconhecida gostosa e numa boate em plena movimentação. Sem perder o ritmo sussurro que também estou curtindo.
Cada vez mais tarado, ele aperta meus seios com vontade, beija meu pescoço enquanto. Nossa transa ali, era um misto de sensualidade, somada a rápidas as estocadas frenéticas, uma sensação indescritível, que parecia não ter fim. Seu membro delicioso ia inchando cada vez mais, prestes a entrar em erupção e explodir dentro meu vulcão.
Depois de muito esfregar, ele me diz que não agüenta mais. Sem pensar muito, me viro, me agacho e mal coloco a boca em seu pau, sinto ele explodir junto comigo, num gozo farto e delicioso, engoli toda sua porra e pra não chamar ainda atenção, me levantei como se nada tivesse acontecido e continuei a dançar.
Foi um gozo tão intenso, que parecia que uma labareda queimava minha buceta, um fogo ardente, gostoso. Fogo que escorria pelas minhas pernas. Após dançar mais um pouco, discretamente, viro o rosto e o beijo sentindo o calor de sua língua, ainda cheia de tesão, digo que quero mais. Ele me olha e, como se me comesse com os olhos, me puxa e segurando minha mão sai me puxando pelo salão.
Depois de atravessar a pista, tentando ser discretos, seguimos em direção ao banheiro masculino, ele entra, verifica o movimento lá dentro e, ao perceber que está tranqüilo, me arrasta para a última porta. Fechamos bem e iniciamos uma jogada repleta de carícias e beijos.
Com a respiração ofegante, não imponho nenhuma resistência, ele guloso, baixa a parte de cima de meu vestido, deixando meus seios a mostra. Sem perder tempo, o cara abocanha, lambe, e chupa demoradamente cada um, sente eles nas mãos e percebe como são durinhos e gostosos.
Ele pede para ver meu corpo por inteiro. E ansioso, mesmo sem muito espaço, força minha roupa pra baixo e após uma reboladinha, deixo meu vestido ir ao chão ficando totalmente nua.
Nesse momento, o mundo não mais existia, era somente eu e ele entregues ao prazer, aos beijos cada vez mais ousados, línguas e lábios se devorando, num ritmo acelerado e cheio de prazer.
Sua língua gulosa percorre meu corpo e, quando ele se aproximava de minha vulva, uma batida forte na porta, nos faz voltar a realidade e ver que estamos num banheiro, com fila pelo lado de fora.
Sem nos abalarmos, continuamos a nos tocar. Tarado, ele enfia o dedo e ao perceber que continuava molhadinha, começou a brincar com seus dedos dentro de mim.
Seu toque me despertou um tesão tão grande, que não resisti e comecei a gozar, amolecendo nos braços daquele macho incrível. Para recompensar, sento no vaso sanitário e começo um sexo oral alucinante.
Começo a lamber a cabecinha, vou beijando cada centímetro, chupo as bolas, volto ao pau e me delicio com o tamanho e grossura. Começo a beijar, chupar, punhetar sem parar. Ele fica extasiado de prazer, animada, aumento a intensidade, chupo mais e mais e ele fala que vai gozar, mas que quer gozar dentro de mim.
Levanto e ele me vira de costas e enfia tudo na minha buceta e dá estocadas fortes. Sem pressa, vai bombando fortemente, me fodendo até explodir, num jorro de porra quente e grossa.
Quase desfalecida, deixo sua rola sair de dentro de mim e ao me virar, beijo sua boca, enquanto sua porra escorre pelas minhas pernas. Olhando bem nos meus olhos, ele me diz que isso é apenas o começo.
Vestimos nossas roupas e saímos do banheiro. Nos poucos passos até a saída tive o prazer de ver vários homens urinando no mictório e uma grande fila lá fora para entrar. Todos nos observam, imaginando talvez, o que rolou naquele ambiente.
Sorrindo e felizes, seguimos em frente e sem olhar pra trás, ou dar bola para os adversários, caminhamos até o estacionamento. Cavalheiro, ele abiu a porta, ao sentar, me senti poderosa, eu ali, com um homem famoso e bastante concorrido, sendo a “escolhida”, era um sonho.
Se em campo, o gol é o orgasmo e a bola, a mulher desejada, com certeza naquela altura do campeonato eu era a bola da vez. Seu cheiro, o cheiro do seu perfume, tudo a partir daquele momento era pretexto pra minha xoxota encharcar.
Sem conseguir disfarçar meu orgulho, fiquei imaginando quantas mulheres gostariam de estar ali no meu lugar naquele momento, de ter o prazer de ser “comida” por aquele macho que levava aos estádios milhares de bucetas famintas, loucas para serem penetradas pelo seu cacete, que naquele momento era só meu.
Seguimos por uma estrada tranqüila, até um hotel discreto. Entramos por uma porta lateral, sem sermos importunados (provavelmente é o lugar onde ele leva todas as garotas que conquista) e após chegarmos ao quarto, sentei-me na cama e fiquei observando ele se despir.
Estava extasiada, feliz e curtindo cada momento. Mas minha buceta toda melecada, não escondia que desejava ser novamente rasgada. Ele, como a fazer um showzinho particular, foi tirando a camisa, a calça e foi aí que percebi que por baixo, ele estava de calção de jogador, do jeito que nós, mulheres, o víamos no campo cheias de tesão.
Para se explicar o porque do traje, ele me disse, que não deixava de usar calção, pois a qualquer momento surgia uma oportunidade de entrar numa pelada e ele estava sempre pronto.
Rindo, disse a ele, que naquele momento ele iria disputar outra modalidade de pelada. Ele soltou um sorriso maroto e deu uma segurada no pau.
Com aquele volume estufando o shorts, não precisou nem dizer o que queria. Entusiasmada, fui me aproximando daquele belo corpo sarado e de joelhos comecei a chupar sua rola. Primeiro por cima do calção, depois, libertando apenas uma parte enfiei toda aquela vara na boca, arrancando um suspiro do gato, que segurou minha cabeça, para que pudesse abocanhar por completo.
Gulosa, abaixei o calção e novamente passei a engolir por inteiro aquela rola. O cara foi ficando alucinado, e eu animada conseguia fazer sumir todo aquele pau em minha boca, encostando meus lábios em seus pentelhos aparados. O cara foi ao delírio.
Após dar um trato gostoso naquela vara, me levantei e quando ameacei tirar a roupa meu artilheiro me interrompeu e deliciosamente disse:
- Não, tira a roupa, não! Fica assim que eu quero continuar a te comer vestida. Dá uma reboladinha para mim como se fosse fazer strip-tease e depois vira esse rabinho para cá.
Fiz o que pediu. Suas táticas de jogo me deixaram ainda mais safada e já que estava escalada como titular, não titubeei e entrei com tudo na partida pronta para o ataque. Sem nenhuma estratégia de defesa, insinuante, comecei a fazer gestos e movimentos de uma dançarina que havia visto no tablado de uma boate e em seguida fui erguendo o vestido.
Fui subindo até a metade de minhas costas, depois eu me agachei, me apoiei na beirada da cama e virei a bunda para o seu lado. Ele com o pau latejando e babando, começou a esfregar a cabeça do cacete na entrada do meu cu. Primeiro esfregando e descendo até a minha racha como um craque preparando a bola antes de estufá-la no gol.
A jogada me deixou ainda mais em êxtase. Ele, gostosamente, alternava entre o meu cu e minha buceta, mas nela, ele só esfregava por cima, me enlouquecendo cada vez mais.
Finalmente, quando aquela pica começou a deslizar pra dentro do meu cu, me rasgando toda, me senti em campo, numa partida decisiva, onde aquele craque, que desbravava meu rabo, driblava meus pudores, com o mesmo vigor com que abria espaços entre os zagueiros adversários, seguindo firme a caminho do gol, sem medo de impedimento e usando a jogada pela linha de fundo como um troféu a ser conquistado.
O lançamento em profundidade, atingiu o alvo e ele louco para fazer um gol, metia com força, socando sem dó, me arrancado gemidos e gritos me fazendo implorar para que não parasse, que me rasgasse inteira, ali de quatro, no meio do campo, eu era a expressão do prazer.
Ele metia sem parar, o suor do seu corpo se fundia ao meu e juntos ficamos um bom tempo nos deliciando. Seu pau entrando e saindo do meu rabo, me dava tanto prazer, que minha xoxota enciumada começou a gozar, me fazendo contrair ainda mais meu anus, que não parava de piscar.
Foi um momento extremamente gostoso, que só terminou quando ele gozou lambuzando toda a minha bunda com sua porra.
Exaustos, mas com ele ainda dentro de mim, fui deitando lentamente na cama e ficamos engatados até seu pau já mole escorregar pra fora do meu cu, deixando um vazio.
A partida até então estava perfeita, sem a marcação adversária, ambos jogávamos sem barreiras e mesmo gozando aos tubos, queríamos mais, merecíamos um replay.
Providenciamos um breve intervalo, mas minha buceta acesa piscava de tesão. Queria, por que queria se sentir novamente rasgada, invadida, preenchida por aquele pau maravilhoso.
Fomos para o chuveiro e após ele massagear meu corpo inteiro, enfiou seus dedos grossos dentro de minha buceta. Para facilitar seu ataque, me virei de costas enquanto ele me bolinava, abria minha buceta com sua mão gulosa, gozei, uma, duas, e na terceira vez, me virei, dei-lhe um longo beijo e fui descendo com minha língua explorando cada pedaço daquele belo corpo.
Ao chegar ao seu pau, fiz ele sumir em minha boca, meu marcador, não perdeu tempo e começou a socar nela, entrando e saindo, empurrando seu tarugo até minha garganta. A chupada estava maravilhosa, chupei as bolas, mordi, mordisquei, fiz ele ir a loucura, mas eu não queria que ele gozasse novamente em minha boca, então parei, me levantei.
Seus dedos voltaram a explorar minha xoxota, que estava em constante erupção, ele dedilhava minha buceta com tanto gosto, melecava seus dedos com tanto prazer, que pra retribuir gozava sem parar, mas um gozo tão farto que chegava a escorrer por minhas pernas.
Depois de brincar muito com minha xaninha, seus dedos deram espaço para seu mastro incrivelmente duro, que foi deslizando todinho, se acomodando dentro de mim.
Sem pressa, começou a bombar e a sugar meus seios, que estavam com os bicos totalmente duros. Como um bezerro faminto, ele os beijava, lambia a auréola e chupava e mordia seus mamilos.
Mesmo gostando da metida, a posição não era confortável, então, resolvemos votar pra cama. Nos enxugamos, nos beijamos, e eu feito uma puta safada, voltei a oferecer meus seios pra serem mamados.
Mais uma vez a mão dele foi de encontro a minha buceta, que inchada e totalmente molhada, pedia mais. Doida para ser comida, abri gostoso as pernas e senti aquela mão vigorosa tocar meu clitóris, que foi sendo massageado em círculos me arrancando gemidos.
Safado, ele sussurrou no meu ouvido que queria que eu continuasse a gozar em seu pau. Que minha buceta molhadinha e apertada ia ser novamente arregaçada por uma pica de verdade.
Seus dedos cada vez mais ágeis, já estavam dentro de mim, entrando e saindo gulosamente, me fazendo gozar mais e mais. Ele adorava e falava ao meu ouvido:
- vai gostosa, goza no meu dedinho, lambuza minha mão.
Quando ele falou isso, não resisti ao me ver com as pernas arreganhadas, explorada por aqueles dedos, não agüentei e gozei tão intensamente, que cheguei a estremecer, quase desmaiando.
Retirando os dedos de dentro de mim ele lambeu, limpando-os com sua saliva. A cena me deu tanto tesão, que pedi para ele deitar e, sem o menor pudor, comecei a rebolar minha buceta na cara e boca dele.
Ele gostando da surpresa enfiou o dedo no meu cusinho, que ainda latejava de tesão e ao mesmo tempo começou a lamber e chupar meu clitóris. Eu rebolava na cara dele e gemia. Sua língua firme, continuou me lambendo sem parar. Meu clitóris foi inchando, e eu novamente me desmanchando no vai e vem dos dedinhos e das lambidas, gozei escandalosamente.
Minha buceta encharcada escorria o gozo, molhando o lençol. Estava tudo uma delícia, mas precisa retribuir tanto prazer aquele homem delicioso. Recuperada, cai de boca naquele caralho que permanecia duro como uma rocha. Quem me conhece sabe, da minha tara e tesão em chupar um pau, algo realmente, que sempre faço com muita vontade.
Com aquele pau todo melecado pelo tesão, não foi diferente. Agachada, comecei lambendo a cabecinha, bem devagar, depois fui pondo tudo na boca, deixando aquela vara ainda mais molhadinha com minha saliva. Chupava fazendo com pressão com a boca, mamando gostoso, sorvendo com vontade como se não houvesse amanhã.
Curtindo cada mamada, acelerei o vai e vem, lambendo o caralho todo, subindo e descendo, mamando aquela pica gostosa. Depois de um bom trato pedi para ele sentar e de pé, abri bem as pernas e me inclinei para mostrar a buceta que iria sentar no pau dele.
Ele sorriu e ao sentir o calor de minha xoxota, deu um gemido abafado. Mas eu estava afim de torturá-lo, então, continuei me inclinando e devagar fui abrindo minhas perna e me aproximando daquela pica. Posicionei o pau dele na entradinha de minha da minha racha e num movimento rápido, sentei gostoso naquela rola, quente, uma sentada certeira, simplesmente maravilhosa.
Totalmente entregue, comecei a cavalgar forte naquele caralho. Ele louco de tesão, ofegante e totalmente sem controle começou a pedir para eu continuar enfiando minha buceta em seu pau, a foder gostoso. Gritava, urrava, chamava minha buceta de gostosa e sem resistir, começou a gozar e a inundar novamente minha buceta com sua porra quente e grossa.
Depois dessa gozada ficamos mais um tempo abraçados, mas o cansaço e a necessidade dele em me levar de volta a cidade, não permitiram uma prorrogação.
Mas não faz mal, trocamos telefone e quem sabe numa próxima partida eu possa dividir campo com outros amigos dele, afinal, no futebol o que vale é a bola na rede e com ele, o que quero é a bola batendo na entradinha de minha buceta ou do meu cu, a posição, ele escolhe.
no meu blog eu revelo mais, quem quiser espiar será um prazer. O endereço é: www.sexoforadocasamento.blogspot.com


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