ID: 368 | Conto erótico
Verídico Autor: marcfauwel
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2011-02-13 00:54:59
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Memórias de uma Insaciável
Este é um relato verídico que uma amiga me pediu que publicasse num site erótico cujo link ela pudesse passar a quem ela desejasse.
marcfauwel
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Com menos de vinte anos, eu conheço tão bem o sexo que estou entediada, desmotivada, desinteressada, querendo outra coisa. Nunca imaginei que eu pudesse algum dia deixar de querer praticá-lo desenfreadamente como sempre fiz, mas minha vida está se encaminhando para um lado imprevisto que exige uma mudança radical. Sei que vai ser muito difícil mudar e que, se eu conseguir, vou ficar muito diferente do que tenho sido até hoje. Foi para registrar um pouco do que eu fui e deixar clara para mim mesma a razão da minha atitude que resolvi escrever minhas memórias.
O despontar da minha curiosidade sexual se deu, como para muitas garotinhas, antes dos dez anos, mas para simplificar as coisas e para não estimular a hipocrisia de eventuais falsos moralistas, vou partir daí. Nessa idade, eu já beijava na boca meus primos, vizinhos e começava a ter namoradinhos de escola. Como eu via o meu irmão excitado, queria ver todos os meninos e não sossegava enquanto eles não abriam as bermudas para me mostrar. Eu ainda não queria tocar – que nojo! -, ver me bastava, mas era completamente obcecada pela idéia de que, por baixo da roupa dos meninos havia um apêndice estranho e roliço, que endurecia e subia involuntariamente. Eu ainda não tinha a menor idéia de que “aquilo” se desenvolvia, crescia e podia virar um verdadeiro gigante, mas percebia que seu “acionamento” estava intimamente relacionado a certos estímulos que vinham de fora.
Foi aos onze que eu tive meu primeiro contato manual com o sexo oposto. Um menino da escola me pediu para pegar alguma coisa em seu bolso, a pretexto de que estava com as mãos ocupadas. O que encontrei foi um corpo duro e quente, de extremidade úmida. Ao contrário da explosão de ódio que seria a reação de qualquer uma das minhas amigas, sentindo minha curiosidade disparar, fiquei bem quietinha, tentando chegar ao furo do bolso de onde aquilo surgia, admirada com com a sordidez dos meninos, apalpando-o muito e descobrindo sua forma. De repente, vi meu colega se agitar um pouco, projetando a cintura para frente, e senti seu pinto pulsar vigorsamente na minha mão, que começou a ficar molhada. Isso me assustou porque imaginei que, de algum modo, eu o tivesse machucado e o molhado fosse sangue. Eu não tinha a menor idéia do que fosse o esperma. O menino deu uma risadinha sem graça (na certa, não esperava que a coisa fosse tão longe) e se afastou de mim, ajeitando a roupa. Me lembro que, depois daquele dia, certamente porque a minha ousadia se espalhou pela escola, fui assediada por todos os meninos, que encontraram em mim uma válvula de escape para os hormônios em ebulição. Quero confessar aqui que nunca decepcionei nenhum deles. Não porque eu fosse “fácil”, mas porque eu estava simplesmente maravilhada com aquela parte do homem que não existia em mim e que era tão interessante.
Aos doze anos, meu corpo era suficientemente desenvolvido para se fazer notar pelos meninos de mais de dezesseis e por alguns até bem mais velhos. Hoje sei que adultos já me olhavam, mas na época eu nem reparava nos “velhos”. Meus seios eram pequenos, mas eu era altinha e minhas coxas e bunda eram bem desenvolvidas para a idade. Como toda menina, embora fosse vaidosa, eu era meio escrachada com o corpo, não ligando muito para o comprimento das saias, o apertado das calças e as atitudes do meu corpo. Em casa, minha mãe me chamava a atenção, mas eu logo comecei a ouvir gracinhas nos ônibus e na rua. Cheguei a ter medo de andar sozinha em ruas vazias porque em duas ocasiões fui seguida e cheguei a ver um menino de rua baixar a calça para me mostrar que estava excitado. Eu ficava tão assustada quanto fascinada por essa atração que uma mulher pode exercer nos homens. Digo “pode” porque eu via que isso não acontecia com todas as minhas colegas e amigas. Eu me sentia fazendo parte de uma categoria muito especial de meninas que deixavam os meninos “acesos”. Eu namorava muito, um atrás do outro, às vezes mais de um – mais de dois! – de uma vez. O namoro consistia essencialmente de beijos e amassos para sentir o corpo um do outro, e aquele calor gostoso que deixa os rostos vermelhos e as têmporas suadinhas. Muitas vezes,a ereção dos meninos começava ao primeiro toque e não desarmava mais. Eu via a protuberância na calça deles e sentia a rigidez da área durante os beijos. Invariavelmente, os meninos pediam coisas. Queriam que eu me encostasse neles de costas, queriam alisar os meus peitinhos por baixo da camiseta, passar a mão entre as minhas pernas... Os mais ousados tentavam invadir minha calça para chegar à calcinha ou imploravam que eu tocasse no treco deles, constantemente duro e molhado. Isso quando não suplicavam para que ficássemos nos abraçando só de roupa de baixo, nas raras vezes em que ficávamos sozinhos em casa. Como meus pais eram muito liberais e comunicativos e, desde cedo, eu sabia até onde isso podia levar, minha resposta era sempre não e isso não me frustrava em nada. Eu tinha plena consciência de que tudo viria a seu tempo e muito cedo.
Foi com o Gustavo que, pela primeira vez, as coisas foram mais longe. Além de lindo, aquele menino não ficava no meu pé e não me importunava com bobagens de "traição". Em resumo, ele sabia lidar com meninas como eu. Nós nos víamos quando ele queria e, na maioria das vezes, era eu que corria atrás dele. Ele tinha dezessete anos e eu treze. Um dia, passando férias de verão na região dos Lagos (Cabo Frio ou Arraial, não me lembro), ele roubou o carro do pai e me levou para um “namoródromo”. Estava quentíssimo, ele tinha ficado de sunga e camiseta e eu tinha posto um short por cima do biquini. Nós nos beijamos e esfregamos tanto, nos apalpamos tanto, que foi ficando difícil estabelecer limites. Mas eu, precoce também nisso, estava impossibilitada de ir até o fim naqueles dias. Tive que negociar para aplacar a tensão do menino e foi assim que aconteceu a minha primeira felação. Ainda me lembro de como fiquei olhando para aquele troço branco, meio fino e duro como um dedo, de cabeça coberta, despontando de um tufo de pelos castanhos e da pele murcha de um saco ainda parcialmente encoberto pela cueca, recostado na barriga magra do meu namoradinho. Quando aproximei a cabeça, pela primeira vez, o cheiro sui generis da pélvis me invadiu as narinas e quase me fez desistir. Mas como nunca me deixei dissuadir pelos primeiros obstáculos, fui em frente. Com dois dedos, afastei o treco da barriga do Gustavo, prendi a respiraçaõ e o envolvi com os lábios sem tocar a língua, deixando-o no vazio da boca. Medida inútil. O toque dos lábios foi o suficiente para que o menino se contraísse todo e despejasse um jato quente na minha boca, fazendo-me recuar num tranco, dar com a cabeça no volante e prometer – aos berros e cuspindo esperma ralo – nunca mais falar com ele depois daquele dia. Gustavo me levou para a casa de uma colega tentando me explicar por que ejaculações precoces acontecem, mas eu não quis saber. Nunca mais nos falaríamos depois daquele dia. Assim terminava a minha relação com o primeiro menino cujo perfil era feitinho para mim.
Longe de me desmotivar, aquele contato bucal com o sexo oposto me fez ter sonhos eróticos durante o resto da semana. Eu já me masturbava há tempos e aquela foi a minha primeira fonte realmente intensa de imagens inspiradoras. Duas semanas depois, nas mesmas férias de verão, conheci o Pedro, um mentecapto grandalhão de dezoito anos, que ficou doido por mim e só pensava “naquilo”. Com ele, o sexo oral começou no primeiro dia e nós só não transamos porque Papai do Céu não quis. Ele me levava para o banheiro, me mandava tirar short e e calcinha, me punha sentada na pia como se eu fosse uma boneca de pano, jogava minhas pernas para cima e me lambia e chupava como muitos caras mais velhos, anos depois, não seriam capazes de fazer. Ele me fazia gozar tanto que eu saía do banheiro toda molenga, morrendo de medo de não conseguir disfarçar para as mulheres da casa. Quando era ele que queria ser chupado, era mais fácil. Mal entrávamos no banheiro, ele abria a calça, botava para fora e eu chupava confortavelmente instalada no vaso sanitário. No início, tentei evitar as tão almejadas ejaculações no rosto, mas ele logo foi claríssimo e disse que se eu não topasse "levar leitinho na cara", terminaria comigo. Como eu estava doida por aquela máquina de sexo, me resignei e, em pouco tempo, não me incomodava nem de engolir um pouco.
A famosa “primeira vez” aconteceu com a pessoa errada porque eu só fazia o que queria e na hora em que eu queria. Eu tinha quatorze anos e freqüentava disciplinadamente o curso de natação do Flamengo. Naquele dia, eu só encontrei com o Beto, namorado de uma amiga minha, e nós ficamos conversando e tomando sol. Acontece que o Beto era um cara alto, bonito, com uma barriguinha desenhada, um peito e umas coxas que nossa senhora, e além disso, estava usando uma sunguinha preta que me deixava adivinhar tudo que estava escondido. Não deu outra: fui ficando “interessada” e quando isso acontecia, eu já sabia muito bem tornar a coisa recíproca. Virei de bruços e fiquei conversando com ele assim, prestando atenção a cada vez que ele disfarçava e dava uma olhadinha na minha bunda. Mas ele foi impecável, não deu nenhuma indireta, não foi inconveniente, não me propôs nada. Fui eu que, a certa altura, não agüentando mais de vontade, disse que tinha que ir embora mas não queria ir sozinha. Fiz o menino sair da piscina apenas uma hora depois de ter chegado. E ele foi! E é claro que ele aceitaria subir para tomar uma coca, depois de tanta gentileza. Me lembro como se estivesse revivendo a cena. A gente entrou, foi até a cozinha, eu abri a geladeira, peguei uma coca, servi para nós dois e o levei para mostrar a casa. Chegando no meu quarto, só precisei fechar a porta, porque ele já tinha entendido tudo. A gente se beijou e caiu na cama. Ele perguntou se não tinha perigo e eu respondi que não tinha ninguém em casa. Eu me deitei de costas, ainda de short; ele se livrou da bermuda. O pau dele estava quase rasgando a sunga preta, atravessado como uma barra roliça que chegava a levantar um pouco o elástico. Ficamos nos beijando um tempo, mas logo me senti pronta e não pude evitar os gemidos. Perspicaz, Beto abriu meu short, me acariciou por fora do biquini e me pediu para tirá-lo. Eu estava um pouco assustada com a minha própria determinação. Fiquei deitada nua, esperando que ele tomasse as iniciativas. Ele sugou e mordiscou meus seios enquanto passava um dedo entre os grandes lábios do meu sexo já completamente encharcado. Quando ele subiu em mim, envolvi seu corpo com as pernas, deixando o caminho livre, achando que tudo fosse acontecer facilmente. Mas ele tentou uma, duas, três vezes e nada de entrar. Eu não disse nada, mas ele precisou olhar e viu que eu era toda fechada.
- Você é virgem?
- Humhum. Mas não faz mal não, respondi, sem a menor sombra de hesitação.
Ainda vejo o Beto segurando pelos tornozelos as minhas pernas escancaradas e sorrindo com uma satisfação de garotinho que acaba de ganhar seu melhor presente. Ele chegou bem perto, de joelhos na cama, descansou minhas pernas nas coxas dele e, direcionando seu pau com a mão, forçou a entrada. Dessa vez, ele não precisou tentar duas vezes. Eu queria tanto que agüentei sem dar um pio a sensação de repuxamento e a dorzinha aguda. Ele estava tão molhado que deslizou para dentro de mim e desabou por cima do meu corpo, me beijando na boca e dizendo que estava se sentindo invadido por uma sensação que parecia paixão. Eu só tinha atração física pelo Beto e só estava me sentindo invadida pelo pau dele, que ocupava bastante espaço na minha bucetinha recém-deflorada. Não dei muita atenção àquela declaração inoportuna e o forcei a começar os vaivéns. Eu estava intrigada para saber como é que um homem leva uma mulher ao orgasmo - que é clitoridiano - através da penetração vaginal. Por cima do ombro dele, eu podia ver a bundinha pequena mas rechonchuda subir e descer enquanto ele entrava e saía de mim. Fui me soltando, relaxando cada vez mais as pernas e ajudando com os meus próprios movimentos. Beto continuava a me olhar maravilhado, com cara de quem tinha acabado de encontrar não uma parceira de sexo, alguém que poderia ser uma ótima “fuck friend”, mas o amor da vida dele. Eu tentava desviar os olhos daquele olhar apaixonado, mas ele me beijava com tanto ardor que foi ficando embaraçoso. Me lembro bem de ter imaginao uma saída drástica ali mesmo, enquanto ele me penetrava. Resolvi acelerar os meus próprios movimentos e provocar o orgasmo dele. Deu certo; instantes depois, ele anunciou que ia gozar. Eu o empurrei para fora de mim, ele ficou meio sem saber o que fazer, mas logo entendeu que gozar fora não significava reprimir o orgasmo. Ele podia gozar em cima de mim. Ele terminou se masturbando e, num "Ahhhhhhhhh!" de descompressão, despejou jatos e mais jatos na minha barriga e peito. Eu estava frustrada porque poderia ter transado horas com ele, mas ao, mesmo tempo, aliviada por ter me livrado daquela atitude apaixonada que estava me deixando agoniada. O final foi bastante constrangedor. Eu repus a calcinha do biquini, ele pediu para ir ao banheiro, depois se vestiu e eu o levei até a porta. Ele quis me beijar e dizer alguma coisa, mas eu pus o dedo nos lábios dele e consegui fazê-lo ir embora sem ouvir coisas que o magoariam. Pouco tempo depois, o namoro dele com a minha amiga terminou, ele me procurou, mas eu disse com toda franqueza que ele só me atraía fisicamente. Nós transamos mais umas duas ou três vezes, mas como ele gostava de mim, preferiu não continuar me vendo. Livre da virgindade, passei meus quatorze anos transando sem demora e freqüentemente com todos os meninos com quem eu ficava.
No início dos meus quinze anos, eu já tinha experimentado de tudo um milhão de vezes, menos o tão cobiçado sexo anal, que eu associava às palavras "dor" e "arrombamento", terror das menininhas bem nascidas. Com um espelhinho, eu olhava o meu e constatava que, de fato, devia ser bem difícil enfiar nele coisas do mesmo calibre daquelas que entravam tão facilmente pela frente. Eu introduzia o termômetro, a ponta do dedo mindinho, a extremidade da tampa de uma caneta Bic... Mas não passava disso. Eu morria de medo de ferir o interior ou dilacerar alguma das preguinhas, tão perfeitas, que eu via nitidamente no espelho. Todo menino com quem eu transava pedia para enfiar atrás, mas eu só os deixava encostar a cabecinha, forçar um pouco e, no máximo, gozar por fora do buraquinho para vê-lo submerso numa pocinha gelatinosa. Mas tanto interesse da parte deles foi me estimulando a procurar um jeito de poder facilitar as coisas nas próximas transas. Eu não estava saindo com ninguém com quem eu pudesse ter uma relação anal “didática”. Eu só andava com os meninos mais atirados e desinibidos e não queria mostrar a nenhum deles que eu nunca tinha feito sexo anal. Quando interpelada, eu sempre retrucava repetindo uma frase completamente fora de contexto que eu lera num livro: "Para alcançar isso, é preciso merecer!" O "eureka" me veio em meio aos sonhos de uma noite agitada.
Eu tenho um primo um pouco mais velho que eu e, naquela época, nós éramos vizinhos de bairro. Quando minha mãe não estava, eu ia almoçar na casa dos meus tios e ficava lá fazendo dever no computador, vendo televisão, ou jogando cartas com esse primo até a minha mãe vir me buscar. Certa noite, eu sonhei que ele era o meu “professor” de sexo anal ou, melhor dizendo, que eu era a professora que ia ensiná-lo a me ensinar a "dar o cu". Me lembro que levou um tempão até que eu me sentisse bem à vontade e surgisse a oportunidade (acho que minha tia estava dormindo ou doente) de falar dessas coisas com ele. Ele corou e sua testa brilhou de suor quando eu tomei a iniciativa de tocar no assunto do sexo anal. Meu primo Daniel era um CDF espinhento de dezesseis anos, feinho, tímido, branquelo, que ia ao banheiro cem vezes por dia e, como eu logo viria a descobrir, nunca tinha beijado. Foi precisamente por aí que eu ataquei. Ensinando-o a beijar, eu o deixei aceso e doido para ir mais longe. Mas eu não tinha a menor intenção de transar com ele; só queria "usá-lo" para aprender logo o que me interessava e aplicar os novos conhecimentos com caras mais "estimulantes". Na segunda aula de beijo, senti que ele estava pronto para servir aos meus intuitos. A ocasião era perfeita; meu tio não voltara do trabalho e minha tia saíra porque era o dia de visitar uma amiga que tinha uma doença grave, no prédio ao lado, o que costumava durar umas boas três horas.
Comandante incontestável da operação, mandei meu primo para o banheiro sem fazer perguntas. Enquanto isso, fui até a cozinha pegar o pote de margarina. Na volta, passei a correntinha na tranca da porta de entrada para me certificar de que teríamos tempo em caso de imprevistos. Chegando ao banheiro, mandei meu primo baixar as calças e a cueca e dei-lhe a margarina recomendando que ele untasse bem o pinto. Durante alguns segundos, ele ficou lá, como um dois de paus, sem saber por onde começar. Tive que apavorá-lo dizendo que a mãe dele poderia voltar a qualquer momento. Enquanto ele se executava, eu analisava o seu pau, temendo mais pela grossura que pelo comprimento. Ao mesmo tempo, baixei calça, calcinha e untei conscienciosamente o meu cu. Depois, apoiei na pia e fiquei dando as instruções através do espelho. Meu primo bocó e sem iniciativa precisava ser dirigido a cada gesto; parecia nem ter instinto! Foi exasperante, mas consegui por fim fazê-lo empunhar firmemente o pinto para evitar que ele escapasse a toda hora da entrada. Por fim, separei bem as duas bandas da bunda com as duas mãos, ele me apalpou com um dedo e, depois de umas dez tentativas frustradas, conseguiu direcionar o troço e enfim encaixar a cabeça. Só faltava empurrar. Pedi um tempinho, tomei coragem, respirei fundo, me apoiei firmemente na pia e o mandei ir adiante.
Meu primo não era nenhum superdotado mas, mesmo assim, tive que interrompê-lo várias vezes porque a dor, lancinante, me fazia temer pelas minhas preguinhas, que eu sempre vira tão perfeitas no espelho, como os raiozinhos de sol que eu desenhava nos meus cadernos. Foi a margarina que ajudou. A cabeça acabou deslizando para dentro, Daniel logo começou a se sentir mais solto dentro de mim e isso parece ter ativado seu comportamento instintivo. Nunca vou me esquecer das primeiras sensações da penetração e do prazer que eu senti quando a coisa começou a fluir e o pau entrou num vaivém ao mesmo tempo vigoroso e regular. É óbvio que isso durou pouco e meu primo gozou rápido, mas até que o achei mais resistente do que muitos meninos que eu conhecia, que tinham dado verdadeiros vexames por conta da tal ejaculação precoce. Em todo caso, pude sentir que agüentava perfeitamente ser penetrada por algo bem mais grosso que um termômetro ou uma ponta de tampa de caneta e que, passada a dor, a sensação do meu cu agasalhando o pau, sentindo seu calor, relevo e textura me agradava muito. Me lembro que o meu primo gozou quietinho, com vergonha de gemer ou suspirar. Senti suas mãos me puxando pela cintura, como um ratinho copulando. Depois a cócega dos pelos na minha bunda, Daniel se colando com força contra ela, o pau pulsando rápido e endurecendo muito e, por fim, a sensação interna do esperma quente sendo ejetado. Segurei meu primo para que ele não saísse logo de mim e o vi pelo espelho, estático, na vertical, tímido demais para fazer como os meninos que eu conhecia, que teriam me agarrado e mordido a nuca enquanto espremeriam meus seios, torceriam meus mamilos, continuando o vaivém até, exaustos, sentirem seu pau escorregar mole de dentro de mim. Meu primo terminou sua primeira transa num êxtase infantil. Ele estava todo vermelho, sorrindo encabulado, tentando tapar o pinto mole que brotava do tufo de pelos pretos, retorcidos e molhados de esperma e margarina misturados. Eu me sentei descontraidamente no vaso para fazer xixi e perguntei o que ele tinha achado, mas a timidez o impediu de conversar comigo naquela situação e, depois de emitir um acanhado "Demais!", ele acabou se vestindo e me deixando sozinha no banheiro com minhas considerações sobre a mais recente expansão da minha sexualidade. Me masturbei evocando as últimas sensações.
A descoberta do sexo anal teve um efeito liberador muito positivo sobre mim. Não só foi muito útil nos dias de visita do "exército vermelho”, como muito eficaz nos casos em que eu queria premiar algum menino após uma transa sensacional ou conquistar algum deles pelo sexo. Bastava que eu me virasse e debruçasse em algum móvel para ver o sorriso maroto despontar nos lábios dos meninos. “Pode mesmo?” era a invariável pergunta, à qual eu respondia com uma piscadela ou simplesmente empinando mais o bumbum. Aos dezesseis anos, não havia nada que eu não tivesse experimentado ao menos uma vez em matéria de sexo solitário e a dois.
Preciso passar rapidamente pela minha primeira experiência com meninas. No meu aniversário de dezesseis anos, umas amigas fizeram uma vaquinha para me dar um “binquedinho” que eu ainda tenho e uso. É lindo, de forma e cor hiper-realistas e 17cm x 5cm. A gargalhada foi geral quando abri o pacote, mas tive que escondê-lo embaixo da cama porque esse aniversário foi na minha casa. Uma das amigas ficou para dormir e resolvemos “inaugurar” o meu presente. Eu tirei a calcinha e fiquei so de camisola. Ela acariciou minha buceta por fora e passou o dildo pelos lábios. Fui ficando excitada, receptiva, molhada, desejando ser penetrada, mas estava um pouco envergonhada. Então fechei os olhos e ela começou a introduzir lentamente o dildo em mim, me afagando o rosto, o cabelo, os seios. Achei muito sereno transar assim e me lembro de ter dito que estar com um menino é como estar com um cavalo agitado, louco para meter e gozar, enquanto transar com menina é como estar com um gato. O vaivém do dildo me fez gozar languidamente, com espasmos brandos, uma sensação que eu não conhecia. Depois do meu orgasmo, nós ficamos nos beijando por uns momentos e, em seguida, eu fiz nela o que ela me havia feito com o dildo. Ainda me lembro dos lábios brancos, e carnudos, muito longos, perdendo-se no fundo das coxas, e a fenda vermelha e molhada que aquela menina bonita, loura, de cabelo curto e olhar cândido me oferecia com um sorriso sereno nos lábios enquanto afagava o meu rosto. Mesmo não sendo lésbica, tive sorte de ser amada por essa amiga – Carla – durante aquele período em que eu devia estar um pouco cansada do assédio constante e animalesco dos meninos.
Dos dezesseis para os dezessete andei constantemente grudada com uma turma do último ano de escola. Éramos sete, quatro meninas e três meninos, com seus respectivos namorado(a)s ou ficantes, que faziam tudo juntos, inclusive sexo – e muito! Qualquer motivo era pretexto para ficarmos nus e promover uma orgia. Dizíamos "orgia" porque tínhamos lido, num Astérix, aquela mulher gorda gritando: "Orgias! Orgias! Queremos orgias!" Nós nos sentíamos tão à vontade nesse grupo que, muitas vezes, dois ou três de nós transávam enquanto os outros estava estudando, descansando ou comendo. Já não havia mais o incômodo problema do lugar, porque todos já tínhamos a chave de casa e a maioria tinha os dois pais que trabalhavam. No início, a coisa rolava no máximo a três, geralmente porque algum de nós queria transar com o namorado ou namorada de outro e o amigo consentia em compartilhá-lo. Foi assim que eu transei com o Prego, o Tiago e o Romano sem nunca ter sequer "ficado" com eles. Que saudade dessa época! O mais gostoso no sexo grupal é essa liberdade rara de poder-se tirar a roupa e fazer o que quiser na frente de outras pessoas. É uma intimidade compartilhada que deixa todo mundo muito à vontade, relaxado, como se as últimas barreiras tivessem sido derrubadas. Quantas vezes eu ficava conversando com uma amiga, lado a lado de quatro num sofá, com a cabeça repousando nos braços, enquanto os meninos também estavam conversando de pé, por trás da gente, num vaivém gostoso e demorado... Não havia nada mais relaxante nos sábados de preparação intensa para o vestibular. A gente acha que nunca vai se separar de amigos tão maravilhosos, mas, assim que termina o segundo grau e cada um vai para a sua faculdade, o grupo se dispersa e ninguém nunca mais se vê. Para não dizerem que estou exagerando, de vez em quando encontro a Aninha, sempre com pressa e sem muita coisa para contar. E eu conheço até o útero dessa menina!
Estou chegando quase às últimas memórias dignas desse nome. Antes de completar dezenove anos, contei sessenta pessoas com quem eu tive algum contato sexual. Conversando com as minhas amigas, descobri que isso é muito e decidi aceitar que tenho tendência a me viciar em sexo. Quero combater isso e levar uma vida sexual normal. A última coisa digna de ser contada me aconteceu no início deste ano, com o pai da Silvinha, uma amiga minha que, diga-se de passagem, nunca vai ficar sabendo de nada. Ela mora no Rio, mas num bairro muito afastado do meu. O pai dela sempre me traz em casa. Na última vez, em agosto do ano passado (estamos em janeiro de 2011), ela não pôde vir porque estava super gripada e ele me trouxe. Fui sentada na frente, conversando com ele, um cara super inteligente que sempre tem perguntas interessantes que forçam a gente a pensar. Com ele, eu sempre me senti ao lado do pai da minha amiga e não do homem que ele é. Mas naquele dia, ele estava estranho, dirigindo mas virando perigosamente a cabeça para falar comigo. Tentei não dar muita importância e continuar conversando apesar da preocupação. De repente, ele disse: “Vou me separar da minha mulher”. Eu gelei porque a Silvinha não tinha me contado nada, o que significava que ele estava me fazendo uma confidência. Respondi, mostrando como isso me deixava sentida por ele, mas logo percebi que ele estava aliviado com a decisão de se separar. Quando eu ia perguntar se ele tinha conhecido outra pessoa, ele se antecipou e disse: “Eu tenho uma amante há 14 anos”. Gelei de novo, sem saber o que dizer, achando muita falta de consideração da parte dele continuar casado tanto tempo sem gostar da esposa. Não devo ter conseguido esconder a minha indignação porque, descontente, eu logo me retraio. Comecei a ficar impaciente para chegar em casa. Mas ele estava disposto a se abrir e resolveu, sem a menor cerimônia, falar de... sexo! Ele queria saber “como é que os jovens de hoje estão transando”. Fiquei pasma, de boca aberta, olhando para ele sem acreditar no que estava ouvindo. Mas ele insistiu e ainda foi mais preciso, dizendo que queria saber o que eu mais gostava de fazer e que fizessem comigo, quais eram minhas posições preferidas, etc. Se não fossem 11h da noite no Rio de Janeiro, eu teria pedido para sair do carro ali mesmo e vindo para casa sozinha, mas, olhando a Praça da Bandeira, engoli em seco e me preparei para trocar a impulsividade por um desaforo. Cheguei a começar uma frase (acho que foi: “Olha, seu Breno, o senhor...”), mas ele me interrompeu com o olhar mais triste do mundo e pôs a mão na minha coxa. Eu estava usando um vestido curto. Não tive reação, mas fiquei olhando para aquela mão imóvel, me pressionando muito de leve, esperando que ele a tirasse e pedisse desculpas. Ele não fez nada. Continuou falando como se estivesse com a mão na perna de um amigo ou da própria filha.
Foi como um desabafo em avalanche. Ele me contou tudo, desde o início daqueles 14 anos de relação extra-conjugal. Quase chorando, ele me disse que a vida de casado dele era um deserto desde os primeiros dias. Me preparei para ouvir confissões psicológicas, mas ele me abriu sua vida mais íntima, revelando detalhes sobre o corpo da esposa. Segundo ele, a mãe da Silvinha tem uma vagina mal desenvolvida e sente dor na penetração. Em resumo: ela não transa com ele e isso abriu as portas à infidelidade. Ele falou durante uns dez minutos sem parar de dirigir e sem tirar a mão da minha perna. Acabei relaxando, aceitando aquela mão no meu corpo como se fosse a de um amigo cúmplice. Comecei a fazer perguntas, que ele respondia prontamente, sem procurar mentir ou se justificar. Pouco a pouco, ele foi se recompondo e quando, por fim, ia retirar sua mão da minha coxa, tive o gesto instintivo e inexplicável de impedi-lo, retendo-a sutilmente. Ele olhou para mim com um sorriso meigo e deixou sua mão onde estava, sendo acariciada pela minha.
Confesso que foi a mim que essa intimidade confidente começou a “balançar”. Eu estava ali, com um homem casado que tinha uma amante, ou seja, um homem que, além de maduro, era sexualmente saudável e muito ativo. Eu não conhecia o corpo de um homem feito. Minha mente começou a se agitar em busca de uma saída para mais um acesso de curiosidade sexual. Olhando para aquela mão madura, sólida e bem feita, cujos dedos eu acariciava distraidamente, comecei a me imaginar sendo possuída por aquele homem. Como seria entrar com ele num quarto de motel e deixá-lo conduzir a transa como se eu fosse uma noivinha virgem? Fui ficando toda arrepiada ao contato da mão dele com o meu corpo e desejei senti-la ainda mais próxima. Imperceptivelmente, comecei a puxá-la, sentindo o avanço das pontas dos dedos pelo interior da minha coxa e o percurso da mão coxa acima. Durante algum tempo, achei que ele não estivesse percebendo, mas de repente, ele me olhou bem nos olhos, olhou para a mão e eu entendi que essas coisas não passam despercebidas de um homem. Senti a palma da mão chegar ao final da minha coxa e os dedos se precipitarem sobre a calcinha, buscando meu sexo com precisão. Eu não queria resistir. Deixei meu amante me explorar. Ele me apalpou por fora, mas logo puxou a calcinha pelo lado e, prendendo-a na dobra dos grandes lábios, calcou um dedo na minha fenda, procurando a entrada, encharcada e ávida. Cheguei o mais perto possível da alavanca de câmbio, escancarei as pernas e me preparei para ser masturbada. Um dedo deslizou entre meus pequenos lábios para enterrar-se fundo na minha buceta, me arrancando um grito e me fazendo agarrar o pulso do meu homem para simular algum controle sobre a situação. Eu não queria detê-lo, só queria acompanhar seus movimentos. Segurei seu antebraço com as duas mãos, sentindo outro dedo me invadir. Eu estava quase chorando de prazer, sentindo aquela mão finalmente viver para me dar prazer. Em dado momento, ele me olhou bem nos olhos e ordenou: “Pega”, já abrindo a calça e liberando o pau duro, maciço e de cabeça exposta. Comecei a masturbá-lo, mas isso o agitou tanto que ele preferiu encostar o carro e, fazendo que ia me pegar pela cintura, só me deu tempo de tirar a calcinha antes de me fazer passar por cima do console do câmbio e me pondo a cavalo de frente para ele. Só precisei me apoiar nos seus ombros para me erguer um pouco e sentar em seu pau. Senti um alargamento anormal, mas não pude evitar que o peso do meu corpo me fizesse engoli-lo todo de uma vez, sentindo a expansão máxima dos lábios na altura da base. O pai da minha melhor amiga me abraçou com uma mão em torno da cintura e, ao mesmo tempo, começou a acariciar meus seios com força e a me beijar. Não tardei a gozar, cavalgando aquele pau grosso e esfregando meu clitóris com a mão, enquanto duas mãos enormes bolinavam a minha bunda, separando as bandas e me fazendo sentir meu cu exposto. Como eu desejei que ele o penetrasse! Mas era insensatez minha; eu sabia que nem ele procuraria isso naquela situação. O orgasmo do meu amante foi chegando e só tive tempo de desmontar do seu pau e empunhá-lo para vê-lo esguichar na barriga lisa e bem feita enquanto, com a outra mão, eu suspendia a camisa dele até o peito para não molhá-la. Foi copioso e eu sorri ao vê-lo gemer enquanto riozinhos de esperma começavam a descer em todas as direções. Ele me pediu para tirar um chumaço de lenços de papel do porta-luvas e eu mesmo o limpei.
Nós ainda nos beijamos um pouco sem sair da posição, serenos, mas ainda excitados. Porém, era tarde e ninguém entenderia tanta demora, nem na minha casa (eu já havia ligado dizendo que estava voltando) nem na dele. Voltei para o meu lugar e, com toda naturalidade, puxei-o pelo braço para que ele deixasse a mão repousar no alto da minha coxa descoberta. Ele ainda acariciou meu sexo molhado e extremamente sensível. Sob o efeito dos reflexos da penetração recente, pus-me a indagar se eu seria a sua segunda amante. Quando chegamos aqui, embaixo do meu prédio, ele me beijou profundamente e disse que ficaria muito triste se eu deixasse de frequentar a casa dele. Eu perguntei o que ia acontecer quando ele se separasse e fosse embora, mas ele não quis falar nisso porque não valia a pena sofrer por coisas que ainda não aconteceram. Como estou escrevendo memórias, só vou mencionar que ainda me encontro com esse homem, que estou mais apegada a ele que nunca e que ele está me fazendo abandonar o ritmo sexual que eu levava e me encorajando a buscar uma relação fixa e duradoura. Atualmente, ele já está separado e mora com essa amante que ele conhece há quatorze anos. Mas, agora, o problema são os filhos que ela tem do outro casamento, que passam o fim de semana na casa dela e não aceitam bem a presença desse homem casado e pai de uma filha. Quem sabe ele não acaba ficando comigo? Minha vida foi de um extremo ao outro. Mal posso acreditar que eu esteja realmente desejando isso para mim!
Adicionado: 2011-02-13 00:54:59
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Os contos eróticos de: Marc Fauwel
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
Meu cão dinamarques se vc vaz sexo com animal que tenho o pÊnis pequeno vc continua virgem De: anÔmimo
O Pilão Cada vez melhor. Superaste-te!!! De: Pedro A
a fantasia Ainda melhor que o primeiro!!!! Parabéns! Não deixes de contas as próximas aventuras!!! De: Pedro A
um novo amigo Parabéns! Muito excitante! :) De: Pedro A
NOITE DE NÚPCIAS DE UM CORNO Carlos, gostei muito deste seu relato, e eu sou um daqueles maridos que voce colocou como entusiasmado ao ver a minha esposa tomando vara! De fato, acho que não tem nada melhor que ser um voyeur e ver... De: Costa