ID: 184 | Conto erótico
Fictício Autor: nibelungo
Em Português de
Portugal
Adicionado: 2010-06-14 01:09:36
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Maria - Capítulo 3
Capítulo 3. Finalmente és minha!
Depois de terminar a tarefa que ambos tinham acordado, Jorge deu-lhe a mão e levou-a para a cama.
“Aqui não! É a cama onde dormes com a minha irmã e não quero…”
“Pois vai ser aqui mesmo! Quero que sintas o peso da traição, quando te estiver a cavalgar, com a picha metida até aos ovários. Puta como és, vais ter uns orgasmos duplamente intensos.”
Colocaram uma manta e um lençol sobre a cama para não deixar pistas.
Jorge despiu-a toda lentamente e começou a chupar-lhe os mamilos, que ficaram duríssimos de tesão. Maria ajoelhou-se na cama e começou a chupá-lo.
“Vou-te fazer o broche da tua vida!”
“Impossível! O broche da minha vida já foi feito, por uma mulher muito mais velha que qualquer de nós, que é impossível de igualar e muito menos de ultrapasar. Infelizmente já não quer fazer coisinhas lindas comigo, mas não perdi a esperança de convencê-la. Mas tenta… às vezes há surpresas.”
“Está casada?”
“Sim… mas isso nunca foi nenhum impedimento, até que… aconteceram certas coisas.”
“Que coisas? Tem filhos?”
“Sim… Dois. E as coisas… não te posso contar.”
“Alguém conhecido?”
“Basta de perguntas. Sou um cavalheiro!“ – E ria-se.
“Tu? Um miserável chantajista, que…” – Ele cortou-a em seco.
“Silêncio e mama! Não se fala com a boca cheia.”
Ao fim de 20 minutos, como ele não se vinha, ela perguntou-lhe:
“Nunca mais te vens… Não estás a gostar?”
“Muito! Mas o meu controle é total e só me venho quando quero. Vou dar-te pelo menos seis orgasmos, antes de me vir. Os anos que tens de puta, tenho eu pelo menos o triplo de madame. Conheço o truque. Queres deixar-me rápidamente de picha murcha.” – Colocou-a de barriga para cima.
“Bem, meu amor, antes de começar, vou-te depilar. Os únicos pelos que uma mulher pode ter, é dos ombros para cima.”
“Não! Não quero. Depois quando começam a crescer picam-me toda e é horrível…”
“Mas não voltam, porque tu vais sempre manter esta coninha como a de um bebé.”
Em vinte minutos, Maria estava toda depilada e Jorge secava-lhe o óleo de amêndoas doces que lhe tinha aplicado. Até o olhinho do cú lhe tinha depilado com cera fría.
Já limpa de de tudo, Jorge começou a fazer-lhe um minete, com alguns toques de botão de rosa que a deixavam louca de prazer.
A coninha de de Maria, tinha uns pequenos lábios bastante desenvolvidos, de forma quase triangular, que Jorge metia inteiros na boca, propiciando-lhes umas carícias de língua que a deixavam descontrolada, sobretudo quando lhe lambia o grelinho e o meato urinário.
“Ai Jorge… pára um momento. Vou-me vir toda… pára! Ohhh… dáme uns segundos, que não aguento mais… Ohhh! Pára, Já te disse…” – Mas ele não parava.
Jorge então meteu-lhe dois dedos na vagina, virados para cima e começou a massajarlhe a zona do ponto G. Ela tentou libertar-se, mas ele já contava com isso e sujeitou-a à força, enquanto a lambia intensamente no grelo. Ela gritava descontrolada.
“Joooorge! Pára… Meu Deus, vou-me mijar… não me controlo… Pelo que tens de mais sagrado pára!” – Mas ele não parava. De repente Maria teve o orgasmo mais intenso da sua vida e sentiu que se urinava toda. A seguir perdeu o conhecimento, com umas dez ou doze convulsões descontroladas.
Quando acordou uns dez segundos depois, Jorge tinha a cara como se um gajo se tivesse esporrado nela. Parecia sémen grosso e esbranquiçado, com a mesma textura.
“Porra! Parece que levei uma carga de porrada. Nunca sentí nada igual. Mijei-me toda, não?”
Jorge apanhou com um dedo um bocado dessa espécie de sémen, que formava um fio com uma gota grossa que ia caindo devagar e colocou-lha nos lábios. Ela saboreou e enguliu.”
“Vieste-te?”
“Não meu amor. Foste tu e estás deliciosa.” – A cara de Maria era de total incredibilidade.
“Não me fodas! As mulheres não nos esporramos. Ficamos molhadas, mas não assim.”
“Estás enganada. O que te aconteceu foi um squirt. Quando pensavas que não controlavas a urina, tiveste uma quantidade de espasmos e lançavas jactos dessa nhanha que apanhei quase toda na boca e na cara. Não é urina. Os cientistas especializados em mulheres dividem-se, têm teorías diferentes, mas ao certo, nada sabem sobre esse fenómeno. Ao que parece, algumas de vocês têm uma glándula parecida com a próstata masculina e convenientemente estimuladas, ejaculam.” – Maria lambeu-lhe a cara para seguir bebendo-se nele. Adorou o gosto.
“Meu cabrão! És um livro de surpresas! Nunca ouvi falar disso. Vem do útero?”
“Não. Sai pela uretra, é uma esporradela de mulher e a maioria não a produz. A Teresa, por exemplo, vem-se toda, mas não lhe sai nada mais que a lubrificação vaginal, felizmente muito abundante e saborosa, mas produzida pelas glândulas de Bartholin. Adoro bebê-la toda! E a ti ainda mais, porque produzes ambas e é um deleite! Que cocktail de aromas e sabores!”
Enquanto falavam, Maria recuperava-se do cansaço que a situação lhe produzira e quería mais festa.
“Enraba-me toda! Quero ese caralho inteirinho no meu recto, metido até aos colhões!”
“Presumo que já não estás zangada com o teu cunhado favorito…” – Riram-se ambos.
“Claro que não! Ainda bem que o fizeste. Por métodos normais não teria tido coragem. Há anos que me punheteio toda pensando em ti, mas não podia fazer isso à Teresa. E cada vez que me vinha inspirada em ti, sentía-me culpada. É uma situação muito fodida, não sei se me entendes… Mas agora que começamos, vais ter que alimentar o meu vício.” – Jorge tirava o tubo de KY-Jelly da mesa de cabeceira e penetrava-lhe o cuzinho com dois dedos muito delicadamente. Era apertadinha, mas notava-se que já tinha engulido coisas mais grossas.
“Claro que te compreendo. Agora estou com a consciencia mais aliviada. Sinto-me menos filho da puta.” – E ria-se com gosto.
“A Teresa também gosta de ser enrabada? Ou compraste o gel para mim?”
“Adora! Ao principio não quería, mas quando lhe tomou o gosto… olha, tem días em que tenho que a enrabar duas vezes e na coninha só quer língua e dedos no ponto G, enquanto me faz um broche de campeonato e me bebe até à última gota. Gosta que eu a enrabe na cozinha, com o peito encostado ao tampo da mesa onde comemos hoje e as pernas bem abertas. Assim, punheteio-lhe o grelinho, enquanto lhe meto a picha no cú até aos colhões.”
“Que puta! E ninguém diría… quando nos juntamos as duas ou às vezes com outras amigas, puxamos por ela, mas não abre a boca. Desculpem, mas as minhas intimidades são minha propriedade e do meu marido, que é um homem muito calmo e não faz essas porcarias que vocês dizem para aí… Jorge, conheces a Sofia?”
“Sim e está podre de boa! Que há com ela?”
“Um dia comentou-me: Coitada da Teresa! Casada com um gajo tão atractivo e só devem foder um par de vezes por semana, ou nem isso. Deve ser um pão sem sal e aposto que nem minete lhe faz… Mas ela deve ser mais ou menos parecida e acho que estão bem um para o outro. Esta devia ter ido para freira!”
“Só um parêntesis nesta conversa tão edificante. Querida… com ou sem camisinha?”
“Contigo sem… excepto na coninha, que não quero ficar prenha. E se continuarmos, começo a tomar a pílula, porque detesto as borrachinas.”
“Continuando… Gostei de conhecer o discurso da Teresa! É uma senhora… e foi muito inteligente! Muito mais do que eu imaginava!”
“Porquê inteligente?”
“Porque vocês, cambada de putas viciosas, se soubessem a verdade, pelo menos alguma, ia tentar provar a minha creatividade sexual! E produto que não tem publicidade é produto que não existe, nesta sociedade de consumo em que vivemos.”
“Olha… não me tinha ocorrido! Que mula! Bem, eu vou continuar como sempre e oficialmente não sei de nada, nem conto nada a ninguém, senão, putas e matreiras como são, somam dois e dois e descobrem a nossa relação.” – Neste momento Jorge, com muita delicadeza estava já a penetrá-la.
“Estou no segundo esfínter. Se te doer páro e espero que tu controles a penetração.”
“Que delicado! Nunca nenhum homem me tratou como tu. Vai metendo… Hmmm… Porra! Que grosso! Mas já está todo dentro. Hmmm… Delicioso!” – Jorge bombeava intensamente e Maria veio-se ao fim de um quarto de hora. Desta vez, sem squirt.
Jorge saiu de dentro dela e foi ao bidé. Urinou provocando jactos sucessivos e depois lavou-se com o desinfectante vaginal de Teresa.
Entretanto Maria estava sentada na sanita, a expulsar a nhanha que Jorge tinha descarregado nela.
“Que ritual! Tens nojo de mim?”
“Se tivesse, não te tinha feito um botãozinho de rosa e tinha posto um preservativo sem te perguntar nada, não te parece? Sabes… as bacterias do intestino provocam uretrites, a urina aos jactos é muito eficaz para nos livraramos delas e o desinfectante vaginal é um poderoso bactericida. O sexo anal é delicioso, mas sem certos cuidados, é perigoso. Ou há que usar uma camisinha, o que ambos detestamos. Ahhh… e não te deixes nunca penetrar vaginalmente, depois duma enrabadela, sem o teu macho fazer, in between, isto que eu fiz agora, ou sem mudar de preservativo. Se não repeitares esta regra, prepara-te para ter colibacilos, cistites crónicas e muitas outras complicações do estilo.”
“Porra! És uma enciclopedia de sexo. O que aprendi em tão pouco tempo contigo! Olha estou toda rebentada, Dormimos um pouco?”
“Antes, apetece-me vir-me na tua boquinha! Tenho meio litro de leite para tu beberes. Prometo que me venho rápido e depois dormimos. Ou estás sem coragem?”
Ela respondeu iniciando um maravilhoso broche, que em cinco minutos resultou numa ejaculação monumental. Maria bebeu tudo, depois aninhou-se de costas para ele, que a abraçou ternamente, dando-lhe doces beijos no cabelo, ambos deitados de lado, encaixados um no outro, mas sem penetração, como duas colheres.
Adormeceram em seguida. Meu Deus! Amo este bandido… acho que sempre o amei e não queria ver a realidade. Não sei o que irá acontecer no futuro, porque não quero roubá-lo à Teresa, mas estou viciada nele. E isto ainda só agora começou! Foi o seu último pensamento, antes de dormir. (continua)
Adicionado: 2010-06-14 01:09:36
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Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
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