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Tags: gostosa

ID: 281 | Conto erótico Verídico
Autor: Linda Schindler
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-09-26 23:22:02
Hits: 686

0
Deliciosa Loucura

DELICIOSA LOUCURA
Linda Schindler

O Lázaro me convidou para passar o domingo em sua casa
de praia. É claro que aceitei o convite! Só o fato de
imaginar viver mais uma loucura com ele, me estimulou.

Tinha que ser discretíssima, já que ele é casado. Não
podia dar bandeira, pois a mulher dele é ciumenta e
desconfiada. Adoraria ir "vestida para matar", mas,
infelizmente, não podia chamar a atenção dela. Tinha
que passar despercebida para poder realizar o meu
plano.

Vesti calça de jeans e uma blusa branca, que deixava o
meu colo à mostra, por sinal, deixou-me bonita e
sensual. Queria que ele me achasse irresistível.
Adoraria vê-lo desconsertado diante de mim. Precisava
percebê-lo assim, o que me garantiria o seu desejo de
me possuir.

Cheguei às 11 hs. O Lázaro estava à beira da piscina,
sozinho, vestindo uma sunga apertadinha, por onde eu
podia perceber o volume do seu cacete e a os seus
glúteos, além de pele morena brilhando o tom bronzeado
adquirido pelo sol escaldante daquele dia. Ao ver
aquela imagem, os meus olhos reviraram-se, e eu
suspirei fundo. Não deixaria todo aquele tesão escapar
de mim. Babei, olhando-o de cima a baixo.

Tentava ser indiferente, mas estava difícil esconder o
quanto estava inebriada por aquele homem delicioso,
tão meu em outros momentos de pura loucura.

Os nossos olhares se cruzaram, atônitos.
Discretamente, senti que me despia com o olhar, o que
me motivou a assediá-lo. Sem nada dizer,
cumprimentei-o, beijando-o na face, passando a língua
rapidamente em sua boca carnuda e sedenta (percebia).
Senti o seu corpo estremecer. A nossa cumplicidade não
se acabara.

Fui ao encontro da sua esposa e filhos, que me
receberam com muita cordialidade. Conversamos
rapidamente e fui encaminhada ao vestiário para a
troca de roupa. Vesti um biquíni branco, que
ressaltava a minha pele bronzeada. Por cima dele, um
vestido de lycra, também branco. As minhas formas
volumosas se desenhavam na roupa colada, destacando
bem as minhas formas roliças. Ele não desgrudava os
olhos do meu corpo. Acompanhava os meus movimentos,
aonde quer que eu me dirigia.

Felizmente, ela não percebia as nossas intenções.

Eu não sabia como o atacaria, mas estava de bote
armado para atacá-lo na primeira oportunidade que
surgisse.

A sua esposa permanecia dentro de casa, administrando
o buffet e os convidados.

Lázaro entrou na piscina. Apesar do sol quente, a água
estava bastante fria, o que afugentava as pessoas que
ali se encontravam., que preferiam bronzear-se,
deitados nas cadeiras espalhadas pela grama. Apenas eu
ousei banhar-me com ele. Seria uma oportunidade de
poder ficar mais perto dele, e, quem sabe, realizarmos
mais uma louca aventura.

Antes de cair na piscina, resolvi provocá-lo,
seduzi-lo ao extremo, pois queria vê-lo de pau duro. E
comecei o meu assédio.

Sentei-me num degrau da escada, e abria e fechava as
pernas, fazendo-o perceber os pelos da minha buceta se
sobressaindo no biquíni branco molhado. Os bicos
arrepiados dos meus seios furavam o tecido, por onde
se visualizava o contorno das aréolas. Cada vez mais o
via inquietar-se. O seu tesão era visível, não só pelo
volume doa sunga. Perceber o seu cacete duro me
deixava louca, furiosa, faminta. Teria que devorá-lo
ali mesmo, custasse o que custasse.

Ele engolia seco, cheio de desejos de me comer, mas o
medo de ser flagrado o impedia.

Para provocá-lo mais ainda, mergulhei fundo, e, sob a
água, abocanhei o seu pau por cima da sunga, e dei-lhe
mordidinhas. Beijava as suas coxas, passava a língua
em sua barriga, e voltava para devorar o seu mastro em
riste. Voltava à tona para respirar, e mergulhava
novamente. Abaixei a sua sunga, e devorei o seu
caralho delicioso com muita fome. Chupava-o, sentindo
as suas mãos invadindo o meu corpo, tocando os meus
seios e a minha buceta molhada, o que nos fez gozar
intensamente.

Era delicioso experimentar aquela loucura, realizada
com muita coragem, tudo pelo nosso tesão mútuo.

A vontade de beijá-lo na boca, abraçá-lo e sentir o
seu pau entre as minhas coxas e na minha xoxota fogosa
era enorme. Ele tinha o mesmo desejo, dizia-me.
Teríamos que nos conformar em nos tocarmos apenas
debaixo d’água, senão seríamos vistos. Mas estava cada
vez mais difícil aceitarmos tal situação, pois os
nossos corpos clamavam por mais um gozo, por uma
trepada propriamente dita. E, como dois adolescentes
malucos, nos encostamos num cantinho que nos protegia
de olhares, e abracei-o com as pernas, apertando o seu
corpo no meu, afastando a calcinha do meu biquíni e
enfiando o seu pau em minha buceta. Que delícia sentir
o seu cacete me fodendo e ele, fogoso, como um bicho
no cio! Como estávamos muito excitados, arriscamos a
penetração, pois o gozo seria rápido. E assim foi. Com
poucos movimentos, derramamos os nossos fluidos, que
foram misturados com a água azul da piscina.

Respiramos fundo, aliviados, pois conseguimos mais uma
vez realizar uma loucura.

Voltei à escada, e conversávamos de assuntos diversos
para disfarçar. Ninguém percebeu nada.

A sua esposa aproximou-se, dizendo:

- Que bom que você está dando atenção ao Lázaro. Ele
precisava mesmo relaxar com uma pessoa com o papo tão
agradável como o seu. Agora, venham almoçar. Não estão
com fome?

Nada respondi. Apenas sorri, sarcasticamente, e
detive-me a olhar nos olhos dele, para ter a certeza
que não pararíamos por ali.
------------------------------------------------------
APERTADO E QUENTE
Linda Schindler

O fato do Gerson ser um cara muito safado e tarado,
principalmente por um rabinho virgem como o meu,
deixou-me assanhada e desejando mais ainda dar o meu
traseiro. Ao saber que nenhum outro homem o penetrara
antes, ficou

alucinado, cheio de tesão, implorando-me para que eu o
deixasse comê-lo pela primeira vez.

Ele me dizia coisas que me deixavam atônita,
delirando, imaginando-o fodendo o meu cu, com toda a
fúria do seu desejo. Mas, tinha medo, pois sabia que
dar o rabo doía demais! Não adiantavam negativas! O
meu tarado não se

conformava e não abria mão de arrancar-lhe as pregas
com muito tesão.

O fato de estarmos tão longes, ele em São Paulo e eu
em Salvador, não diminuía, nem um pouco, o seu desejo
de fodê-lo e provar o calor da minha buceta fogosa
também.

Ligava-me muito, sempre falando sacanagens deliciosas,
deixando sempre a sua marca: a minha calcinha alagada
pelo tesão que eu sentia por aquele paulista tarado.

Na sua voz, sentia o quanto ele queria me devorar,
como um lobo faminto. Adorava entregar-me aos seus
assédios. Arrepiava-me e sentia a buceta latejando de
desejos de um gozo.

De vez em quando comentava sobre a vontade de dar o
rabo, só que, ainda não havia encontrado a pessoa
certa para me fazer esse ”favorzinho”. Em meus sonhos
e fantasias, sempre via um macho me fudendo por trás,
em frente a um grande espelho (fazia questão disso),
num quarto de motel.

Não podia negar, queria lhe dar o meu rabo, que
piscava cada vez que falava com ele. Sonhava com ele,
furioso como um cão, em cima de mim, sua cadela...
Éramos

como dois animais no cio.

Nada lhe disse das minhas intenções e fui esperá-lo no
aeroporto.

Finalmente, viria a Bahia, conhecer-me!

Ao vê-lo, o meu coração disparou... o meu corpo
estremeceu de emoção... a minha voz quase não sai...
Mesmo assim, emocionada, fui ao seu encontro,

recebendo-o com beijinhos na face.

Olhava-o de cima a baixo, admirando a sua beleza, o
seu porte elegante, apesar de estar envergonhada,
afinal, estávamos nos conhecendo naquele momento! Ele
tinha um charme diferente, um olhar que me
estonteava... que dizia tudo o queria: devorar-me
inteira!

Segui em direção ao hotel que se hospedaria. Enquanto
dirigia, as suas mãos, sutilmente, acariciavam os meus
cabelos, e foram descendo pela minha nuca. Ele

percebeu o meu arrepio...Tocou a minha face de leve,
passou os dedos de forma bem suave em meus lábios, e,
eu, para provocá-lo, chupei-os, um, depois, outro, e
lambi os lábios de forma bem sensual, lançando-lhe um
olhar devorador.

Logo percebi a sua empolgação com aquela atitude.

Ousadamente, desceu a mão pelo meu colo, e, sem pedir
licença, tocou os bicos dos meus seios por cima da
blusa, que já dava para perceber o quanto estavam

excitados, através do tecido fino. Quanto mais ele os
tocava mais eu sentia a minha buceta se lubrificando,
alagando a minha calcinha com um néctar doce e

perfumado. Sem conseguir resistir àquelas carícias,
desabotoei os botões, e puxei a sua mão, colocando-a
no meu seio, dizendo-lhe:

- Acaricie os meus mamilos... Sinta como estão duros
de tesão. E ele afundou por dentro do soutien,
enlouquecendo-me mais ainda de tesão. Quanto

mais carícias, mais a minha xoxota latejava,
molhando-se mais e mais... e a minha libido aumentava
crescentemente. Cega de desejos, puxei a sua outra

mão, colocando-a em minha buceta, por cima da calça, e
pedi:

- Sente o meu fogo! Veja como estou molhada e louca de
vontade de sentir o seu pau aqui dentro... Mete o seu
dedo em minha buceta agora, fazendo de conta que

é você que está me fodendo, e me fode gostoso, meu
macho! E senti um dos seus dedos acariciando o meu
grelo, escorregando no meu mar de fogo.

Freei bruscamente! Não conseguia dirigir sentindo o
seu toque alucinante, que me arrancava suspiros.
Queria gozar. Não agüentava mais... Senti o seu dedo
entrar

fundo, movimentando-o como se fosse o seu pau me
comendo. Eu me contorcia, deliciando-me com a sensação
gostosa que experimentava. E pedi:

- Me come, meu macho! Mete esse dedo todo na minha
buceta! E ele o introduziu bem fundo...

Quanto mais eu falava mais ele me fodia com o dedo.

O cheiro do meu cio de fêmea impregnava no ar e podia
ser sentido por ele...

Percebia como ele se deliciava com aquele aroma que o
embriagava.

Estava inquieto e ávido pelo meu gozo!

Do volante, discretamente, visualizava o seu pau
querendo lascar a calça.

Estava me controlando para não tocá-lo, apesar de
desejar ter na minha mão

aquele monumento maravilhoso. Queria sentir o seu
cacete, conferir o tamanho

dele e dar-lhe um “trato” bem gostoso.

Claro que não consegui me segurar... Estava quase
gozando, quando o ataquei.

Segurei o seu pau, acariciando-o com a mão espalmada,
sentindo o quanto estava duro e pulsante. Que delícia
poder tocar naquele mastro que eu tanto desejava

devorar! Queria sentir a sua glande molhada, então,
sem resistir, abri o éclair, meti a mão pela cueca,
retirando aquele delicioso caralho, agora ao meu

dispor. A minha mão passou a masturbá-lo, e
escorregava na molhação do líquido que escorria. Como
era gostosa aquela sensação de tesão do meu macho!

Apertei a sua mão em minha buceta, que não parava de
tocá-la, e gozei, sentindo o gozo dele explodindo, num
jato forte e quente, lambuzando todo o painel.

Estávamos inebriados de tesão, querendo muito mais
ainda.

Aumentei a velocidade do carro para chegarmos logo ao
nosso destino.

Sem dúvidas, iria até o seu quarto, mesmo que não me
convidasse. Inventaria qualquer coisa para estar à sós
com ele. Estava tarada demais para voltar para casa
sem ser comida por aquele caralho que se mantinha teso
o tempo todo... O meu desejo era trepar com aquele
homem que sempre demonstrou ser tão fogoso e me querer
tanto... Queria senti-lo bem no fundo nas minhas
entranhas, todas elas.

Finalmente, chegamos. Sem nada lhe dizer, desci com
ele, subindo até o seu quarto.

Lá chegando, o joguei na cama, e subi em seu corpo,
beijando-lhe a boca com paixão. As minhas pernas
abertas em seu corpo faziam sentir o seu cacete duro
roçando a minha buceta, deliciosamente, o que me fazia
delirar de tanto tesão.

Esfregava o meu grelo com força naquele mastro que
soltava lavas como um vulcão em erupção.

A minha boca descia vertiginosamente pelos seus
ouvidos, lambuzando-os com a minha língua, que
penetrava em um... no outro... rodando-a....
arrancando-lhe deliciosos gemidos. Ele estava
totalmente em êxtase!

Sussurrava baixinho em seus ouvidos palavras obscenas,
que ele adorava!

Dizia-lhe:

- Meu macho, você é gostoso demais! Quero ser sua
mulher! Quero devorar o seu pau e sentir o seu fogo na
minha buceta. E me esfregava, sem parar.

Ele me apertava forte, me arranhando. Era delicioso
sentir a fúria do meu homem!

Aos poucos, fui abrindo os botões da sua camisa,
beijando o seu peito, à medida que o descobria. A
minha boca descia vertiginosamente pelo seu peito,
abocanhando os seus mamilos, chupando-os. Desci mais,
calmamente,

roçando a língua pela sua barriga. Avancei mais,
segurei o seu cacete com força e o enterrei todo, de
vez, em minha boca faminta. E chupei-o sem parar,
lambendo-o,

mordendo-o, beijando-o com ardor.

Era muito excitante vê-lo se contorcendo pelo prazer
que experimentava.

Pedia-me, com a voz cheia de desejos:

- Chupa meus ovos, lambe o meu cu, minha gostosa! E
abocanhei os seus bagos, chupando-os levemente. A
minha língua descia vertiginosamente até atingir o seu

anel fogoso, e enfiei a minha língua nele,
movimentando-se em círculo, coçando o seu rabo. Sentia
as suas mãos quentes me apertando, e gemia, revirando
os olhos.

Ele era muito gostoso! Merecia todo o prazer do mundo.

Sem nada dizer-lhe, quis surpreendê-lo, e, arrancando
a minha roupa, fiquei de quatro ao lado de um grande
espelho que existia na parede em frente à cama, e

pedi:

- Come o meu rabo, meu leão faminto! Arrombe-o Enterra
o seu cacete bem fundo!

Arranca o cabaço dele com vontade! Vem! Quero sentir o
seu gozo encharcando o meu cu.

Como um animal, ele avançou em mim, beijando a minha
bunda, passando a língua em meu buraquinho. Nunca
havia experimentado aquele tipo de carícia, que chegou
a

arrepiar-me. Ele o lambia e introduzia o dedo bem
fundo, rodando-o, como se quisesse alargá-lo mais. Só
de imaginar que ele iria me comer por trás me deixava
muito empolgada e cheia de fogo!

De mansinho, encostou a cabeça do pau, lambuzada de
lubrificante, em meu cu, forçando-o um pouco,
fazendo-me gritar de dor. Mesmo assim, pedi:

- Não tenha pena! Enterre esse caralho em meu rabo,
meu gostoso!

Foda-me! E ele enterrou o cacete de vez, rasgando as
pregas do meu cu. Gritei alto, sentindo o seu pau todo
enfiado em meu traseiro, me lascando, mas, mesmo
assim,

mexia muito, aumentando os movimentos de vai-e-vém:

- Aiiiiii!!!! Que gostoso, meu macho! Que pau
delicioso! Mexe mais! Coma forte o rabo da sua cadela!
E ele mexia alucinadamente, enquanto me dizia:

- Você quer pica, é? Então tome pica, minha puta
gostosa! Vagabunda! Cachorra!

E enfiava com força o seu mastro duro e quente,
fazendo-me delirar, cada vez

mais, enquanto seu dedo massaageava o meu grelo,
masturbando-me gostosamente.

Adorava ser chamada por aqueles nomes! Queria mesmo
sentir-me uma vagabunda, uma cadela, sendo comida por
trás...

O meu prazer se misturava com a dor da penetração do
seu pau duro em meu cu.

Quanto mais ele mexia mais eu gritava... Ele urrava,
delirando de prazer sentindo-o quente e apertado,
devorando a sua vara inteira no meu traseiro!

Sem desgrudar os olhos do espelho, assistia a tudo, em
êxtase pleno, pois podia vê-lo entrar e sair em meu
rabo, cheio de tesão..

Agora, o pau já entrava mais fácil, deslizando
gostoso, fazendo-me sentir como era bom ser enrabada.
Mexia a bunda intensamente, para que ele se deliciasse
com o calor e o apertadinho do meu rabo fogoso. Mais
umas estocadas e senti-me encharcada com a gala quente
do seu gozo, iniciado dentro e concluído do lado de
fora, em cima do meu traseiro.

Finalmente realizei o sonho de um homem comer o meu
traseiro virgem!

Estava feliz e satisfeita, provando do esperma que me
banhava, recolhendo-o com os dedos, e lambidos por
minha língua sedenta.

Descansamos um pouco. Queria mais! Virei para ele, de
pernas arreganhadas, com a xoxota bem à mostra, e
pedi:

- Agora, vem comer a minha buceta! É apertada e quente
como o meu rabo!

Sente o quanto ela quer devorar o seu pau...

E ele afundou com força na minha gruta molhada. O seu
pau deslizava gostoso, tocando o meu grelo em riste.
Eu o apertava, e sentia o gingado do seu corpo suado e
ardente, no meu, pronto para mais um gozo. E, em meio
a

gemidos estridentes, uma gozada sincrônica foi sentida
por nós, tão intensa quanto as outras.

Trocamos beijos e carícias, despedindo-me dele,
prometendo-lhe novas trepadas nos dias seguintes, até
o seu retorno a S. Paulo.


Adicionado: 2010-09-26 23:22:02
Hits: 686
Os contos eróticos de: LINDA SCHINDLER














 



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#1 CronusBR 2010-11-22 14:55 Muito bom putinha deliciosa, me add no msn terra_serigy@ho tmail.com Citação
 




 


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