Tags: SEXO ORAL, FELAÇÃO, MASTURBAÇÃO, FANTASIA, INFIDELIDADE,
ID: 261 | Conto erótico
Verídico
Autor: JOKER
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-09-07 18:03:38
Hits: 920
luana: uma noite de infidelidade total
luana: uma noite de infidelidade total
naquela terça feira, depois de um dia de trabalho, em uma escola de idiomas, luana chegara em casa, tudo era silêncio, e enquanto esperava pela chegada do marido, preparava um lanche, antes do banho ansiado, para relaxar e descansar. então envolvida com o preparo do lanche, ficou sobressaltada quando a campainha tocou insistentemente, pensando que poderia ser o marido que havia chegado, apressou-se em abrir a porta, e ao fazer, deparou-se com um homem moreno, que com uma caixa na mão, sorriu cumprimentando e perguntou:
- boa noite, mariana?
- boa noite, não! não mora ninguém com esse nome aqui...
- o senhor deve ter se enganado ao ler o endereço.
- qual é o endereço?
o homem apanhou a caixa novamente, e observando o destinatário informou o endereço, e sorrindo disse:
- nossa! desculpe, número errado...
- sem problemas!
- boa noite!
- boa noite, e bom trabalho!
- obrigado!
luana ainda permaneceu parada à porta, enquanto o homem afastava-se lentamente, com o enorme embrulho na mão, e entrava em um veículo com o logotipo de uma empresa de entrega expressa. certamente era algo importante, haja visto que pelo horário que estava sendo entregue, fora do horário comercial. o homem ligou o veículo, e depois de fazer o retorno em direção ao número indicado, ainda fez um sinal com o braço para fora do veículo, como se agradecendo pela atenção, e luana viu o sujeito afastando-se, antes de fechar a porta e voltar á cozinha. uma hora depois, após fazer o lanche e tomar um banho relaxante, estava sentada na sala, quando o marido chegou, e enquanto relatava as amenidades do seu cotidiano, preparava-se para dormir, por que viajaria no dia seguinte à trabalho. luana, conhecia a rotina do marido, com quem casara há alguns anos, e ainda não tinham filhos, percebendo a falta de interesse dele, nos assuntos dela, luana resolveu voltar-se para um de seus hobbys prediletos, gostava de pintar, e ficou absorto em seu trabalho entre as tintas e telas, quando percebeu já eram quase duas horas da manhã. foi para o quarto, onde o marido dormia sonoramente, mergulhado em sono profundo. na manhã seguinte, acordou sozinha, o marido levantara bem cedo para não perder vôo, assim depois de um banho rápido, de um café da manhã, aprontou-se e diante do espelho, avaliou a roupa que escolhera, um terninho riscado, que realmente ficava bem nela, elegantemente sobre os sapatos, desfilou um pouco para em seguida sair para mais um dia de trabalho. naquela quarta feira, tudo transcorria muito bem, até que no fim do expediente, enquanto arquivava alguns papéis, sentada em sua mesa, ao olhar em direção à porta do escritório, percebeu uma presença conhecida, que sem jeito olhava para ela, como se esperasse permissão para entrar, foi quando luana, fazendo um sinal que o homem obedeceu, aproximando-se e disse:
- boa tarde, mandaram entregar essa encomenda...
- quem?
- o porteiro...
- espera um segundo, vou conferir...
luana conferia a nota fiscal, mas sentia-se incomodada, quando olhou em direção ao homem, ele discretamente, olhava para o decote da blusa dela, que era uma camisa social de meia manga, e por causa dos botões entreabertos, permitia uma visão parcial de seu busto, o sutiã preto justo, delineava a forma dos seios, realçando os contornos. luana sentiu o rosto ficar ruborizado, mas ao mesmo tempo, uma sensação completamente nova e inexplicável apoderou-se dela, e em seguida apressou-se em assinar o protocolo e dispensar o homem, que teve que acompanhar até a porta. depois que o homem saiu porta a fora, luana voltou para sua mesa, e sozinha, sorriu... pela primeira vez, em anos de casada, um olhar masculino havia incomodado sua aparente idoneidade. no fim do expediente, algumas amigas convidaram-na para um happy hour para comemorar o aniversário de uma amiga em comum, iria encontrar-se em uma boate, mas luana preferiu pensar no assunto quando chegasse em casa, e assim ficou acordado que daria a resposta mais tarde. chegando em casa, aproveitando que estava sozinha, começou a despir-se na sala mesmo, ficando apenas com a lingerie, desfilando de um lado para o outro, como se houvesse uma platéia invisível observando-lhe cada movimento, e uma aparente excitação crescia pelo corpo seminu, assim resolveu tomar um banho para refrescar e aliviar o cansaço. entrou pelo quarto, e foi para o banheiro, onde despiu-se completamente, e enfiou-se sob a ducha morna, a água morna deslizava pelo corpo, com o sabonete deslizando pelo corpo, cerrou os olhos por alguns momentos, sentindo o prazer que o sabonete proporcionava em contato com sua pele, acariciou os seios, roçando os mamilos eriçados, deslizou pelo abdômem e pelo púbis até chegar ao grandes lábios, que protegiam o clítoris, levemente intumescido, acariciou delicadamente com a ponta dos dedos, e sentiu uma sensação boa praticamente efervescer pelo corpo, mas como naquela noite dormiria sozinha, não prolongou-se na masturbação solitária, apenas fez a higiene íntima e depois de retirar todo sabão do corpo, enrolou-se no roupão, os cabelos ainda úmidos, jogados sobre as costas, umedeciam o tecido. mal havia saído do banheiro quando o telefone insistentemente tocou, ao atender eram as amigas confirmanod a presença de luana, que sem jeito de descartar e com a insistência das amigas, confirmou a presença, mas alegando que estava cansada, não iria demorar, apenas compareceria para um abraço na aniversariante.
sentada na enorme cama de casal, observava as roupas penduradas no guarda roupa, e enquanto pensava se iria faltar ao compromisso, observava atentamente o que poderia usar, como não queria ficar muito tempo, e imaginando o tipo de roupa que todos estariam usando, escolheu um vestido, sandálias e lingerie preta, com a qual sentia-se sedutora e elegante, além dos acessórios necessários que combinavam com o traje escolhido. depois de algum tempo, elegantemente vestida, desceu e enquanto preparava para sair, recebeu o telefonema do marido que apenas voltaria na sexta feira, que em virtude de um negócio ainda teria que ficar mais alguns dias fora. como estava acostumada, voltou até o quarto e perfumou-se um pouco, espalhando um pouco de perfume pelos pulsos e em torno do pescoço e busto. apreciou-se diante do espelho, avaliando as escolhas que fizera, e como sentia-se bem, resolveu sair. eram quase onze horas, quando chegou a boate, que havia sido alugada para a festa, apenas pessoas conhecidas eram vistas entre os presentes, talvez por essa razão, luana sentiu-se mais a vontade, assim encontrou as amigas, e conversavam amenidades, comentando sobre a elegância e bom gosto dos presentes, e do local, que fora decorado para o evento. a bebida servida no balcão, a música alto e a alegria dos presentes, fizeram com que luana, ficasse mais tempo que o pretendido, assim conversava com um e com outro, e quando encontrou a aniversariante em meio aos cumprimentos, abraçou-lhe desejando felicidades e sucessos. alguns minutos depois, sentada à mesa, sozinha por causa de um efervescente burburinho entre as mulheres solteiras da festa, em virtude de um sorteio que seria realizado, luana notou uma figura masculina observando-lhe de longe, em virtude da luminiscência do local, não conseguia reconhecer a pessoa, mas retribui um cumprimento dele, que em seguida, sumiu em meio aos convidados e da névoa seca, que era produzida durante o evento. alguns minutos depois, quando as amigas retornaram, decidiu ir ao banheiro e pegar uma água no balcão, mas como a fila estava enorme, aproximou-se do balcão, mas sentiu a presença de alguém atrás de si, que disse:
- nossa, você é a mulher mais bonita da festa!
imaginando que pudesse ser algum conhecido, virou-se repentinamente, e deparou-se com um estranho, que não era tão estranho aos seus olhos, apenas não conseguia lembrar-se dele no momento, foi quando acometido de um flash de memória, disse:
- você!
- sim! tinha certeza que iria reconhecer...
- como vai, tudo bem?
- tudo! e você?
- bem!
luana sorriu, o estranho diante de si, era o entregador que estivera em sua casa e no escritório, fazendo a entrega da encomenda. foi quando o homem, sorrindo disse:
- está sozinha?
- não, com algumas amigas...
- ah, que bom!
- qual é seu nome mesmo? acho que não fomos apresentados...
- bem, meu nome é jake, o seu é luana não é mesmo?
- sim, como sabe?
- por causa da assinatura na entrega da encomenda!
- ah!
luana ficou um pouco desconcertada, não apenas em virtude da surpresa do estranho saber seu nome, mas como da primeria vez, o olhar dele transmitia algo muito enigmático e atraente, como se pudesse ouvir seus pensamentos, foi quando ele, segurando o braço dela, disse:
- algum problema, parecia distante...
- nada! é que lembrei de uma coisa importante.
- o que?
- que tenho que ir ao banheiro... mas a fila está enorme!
- isso parece desculpa para dispensar-me, mas tudo bem!
- não é isso, levantei-me da mesa para ir ao banheiro...
- mas como deve ter visto, tem uma fila enorme.
- bem, se puder ajudar...
- como, apenas se for mágico, e fazer todo mundo sumir...
- não preciso, mas posso resolver!
- ah sei, e como posso saber?
- pode! por que não usa o banheiro de algum dos camarotes?
- como, precisaria de autorização...
- pode deixar, fica tranquila.
assim, o estranho, afastando-se por alguns minutos, desapareceu em meio aos convidados, para em seguida, reaparecer com algumas chaves na mão, e sorrindo disse:
- agora, se quiser pode me acompanhar...
luana, olhou em direção a porta do banheiro feminino, havia uma imensa fila, assim aceitou acompanhar o estranho, que fez-lhe subir alguns degraus até o piso superior, onde havia vários camarotes, que estavam fechados em virtude de ter sido alugado apenas o salão inferior e os anéis de acesso do piso superior. ele abriu a porta, e esperando do lado de fora, disse:
- bem, fique a vontade, pode ficar tranquila, estou aqui fora...
- obrigada!
luana entrou no camarote, e foi usar o banheiro, enquanto jake esperava do lado de fora, alguns minutos depois, luana retornou e agradecida, encontrou-se com jake que observava o salão, ela aproximou-se e sorrindo disse:
- obrigada!
- não precisa agradecer...
- é claro que precisa...
- então façamos o seguinte, que tal sairmos daqui?
luana, franziu a testa, e nervosamente, reconhecia as intenções dele, mas para não parecer deselegante, e sendo o mais sincera possível, disse:
- bem, infelizmente não posso...
- por que? algum problema?
- sim, um único, sou casada...
nesse momento, luana levantou a mão, mostrando a aliança em seu dedo, e sorrindo, concluiu:
- decepcionante, não?
- bem, sim... mas tudo bem!
- claro!
- então, vamos descer, tenho que voltar a mesa...
- senão vou deixar minhas amigas preocupadas...
- tudo bem...
luana e jake, voltaram ao salão, despedindo-se em seguida, e luana voltou a mesa, onde apenas cinthia estava sentada, durante alguns minutos, permaneceram em silêncio, foi quando cinthia começou a chorar, e luana sem saber o que estava acontecendo, tentou reconfortar a amiga, quando a mulher disse:
- preciso falar com você, mas não sei como começar...
- esse tom está assustando, o que houve?
- eu juro que não queria...
- não queria o que?
- preciso desabafar, não suporto mais...
e cinthia levantou-se da mesa, e luana acompanhando-lhe, subiram até o segundo pavimento, onde o som alto, era minimizado, assim começaram a conversar, enquanto cinthia descrevia o que acontecera, luana permanecia em silêncio e imóvel, parecia atordida, com tudo que cinthia revelava, foi quando luana, disse:
- como pôde?
- não acredito...
- eu não pretendia... não podia mais aguentar guardar esse segredo...
- pois bem, não quero saber mais nada... estou indo embora!
- por favor, não quero que ele saiba, senão...
- senão, o que?
- sabe que estou noiva, assim ele pode querer se vingar...
- pode querer termnar com meu noivado...
- mas por que resolveu contar isso agora?
- por que como mnha "madrinha", iria sentir-me culpada por toda vida...
- mas agora? você sabe o que fez? sabe como estou sentindo?
- não, por favor... promete!
luana afastou em silêncio, não poderia dizer mais nada, na verdade, sob seus pés, havia sido aberto uma cratera, assim foi saindo em meio aos convidados, e passou rapidamente por jake, que tentou parar-lhe, mas apenas alcançou luana no estacionamento, que com o rosto enfiado entre as mãos chorava, ainda não havia conseguido abrir o veículo, a chave ainda permanecia na tranca do honda fit, foi quando jake aproximando-se, perguntou:
- posso ajudar, algum problema?
- não, vá embora...
- por favor...
ele percebeu o tom de voz melancólico e choroso dela, talvez por essa razão, não tenha ido embora como ela queria, assim permaneceu parado, bem próximo à pelo menos uns três passos dela, foi quando luana, nervosa perguntou:
- por que não vai embora?
- não está vendo que não quero conversar com ninguém?
- tem algum problema, é surdo?
jake permaneceu em silêncio, enquanto luana, descarregava toda tensão que sentia, as mãos úmidas também pelas lágrimas não facilitavam a abertura da porta do veículo, foi quando ele aproximou-se e disse:
- pelo menos deixe abrir a porta...
luana, permaneceu em silêncio, para em seguida, sentar-se à direção do veículo, enquanto jake entregava as chaves, e educadamente perguntou:
- tem condição de dirigir? tem certeza?
- por que não vai cuidar da sua vida?
- vou sim, assim que souber que está bem...
- por que se importa?
jake permaneceu em silêncio, parado, como se soubesse que tudo que tentasse, seria rechaçado, assim ficou como uma estátua, foi quando luana, esfregando as mãos uma na outra, retirou a aliança, e atirou no porta luvas do veículo, e desabafou-se em um choro prolongado e copioso, durante longos minutos, enquanto jake permanecia de pé perto do veículo. algum tempo depois, nervosa mas sem lágrimas banhando o rosto, luana tentou dar partida, quando jake interrompeu dizendo:
- por favor, não está em condições de dirigir, por que não vai de táxi ou com algum conhecido...
luana, olhou em direção ao homem, e fuzilando-lhe com o olhar, parecendo furiosa, não apenas com a presença dele, mas com toda sua espécie, disse:
- quer bancar o bom samaritano? então por que não dirigi?
- calma! não precisa desse nervosismo todo...
- calma? calma? você não sabe de nada...
- tudo bem, vou te levar para casa...
- não! para casa não... hoje, eu não volto para casa!
- mas e seu marido, vai ficar preocupado...
luana, permaneceu em silêncio, foram longos minutos, de um silêncio tenebroso e furioso, no olhar dela, todos os sentimentos pareciam convergir em uma decepção e raiva, algo realmente aterrador, foi quando, ela enfiando a mão na bolsa disse:
- que fique preocupado... hoje não volto para casa!
- para onde quer ir? casa de algum parente? casa de alguma amiga?
- por favor, dirija... apenas dirija...
jake acelerou o veículo, e enquanto permanecia em silêncio, dirigia, esperando que luana fizesse algum tipo de ocmentário, que mencionasse o que acontecera, foi quando ela interrompendo o silêncio, disse:
- estamos indo para onde?
- para sua casa, imagino que queira ir para casa, dormir?
- não! não quero voltar para casa hoje...
- para onde quer ir?
- bem, não sei... para qualquer lugar...
- hoje eu quero ir para bem longe...
- tudo bem!
jake continou dirigindo, não poderia ficar rodando com ela pela cidade, muito menos poderia levá-la para casa, assim ficou completamente sem saber o que fazer, foi quando, luana disse:
- algumas amigas fizeram comentários sobre uma boate que foi inaugurada no último fim de semana...
- você conhece?
- sim, conheço...
- mas são quase três horas, com certeza vai estar vazia...
- não importa... não vou voltar para casa!
- se não quiser ir, tudo bem... mas eu vou!
- tudo bem, vou com você...
assim, jake dirigiu por uns vinte minutos até estacionar próximo à boate, dois quarteirões para ser preciso, foi quando luana, abrindo a bolsa, começou a retocar a maquiagem, apagando os sinais das lágrimas, e embora seu rosto estivesse um pouco inchado, conseguiu disfarçar muito bem. assim, desceu do veículo e ajeitando-se, começou a caminhar pela calçada, enquanto jake acompanhava-lhe alguns passos atrás. chegando em frente ao estabelecimento, conversou com os seguranças para em seguida entrar, as luzes piscando intermitentemente e o som alto, revelava a alegria da boate, e enquanto desviava de um ou outro frequentador, mantinha seu olhar na pista central de dança, assim sem perder tempo, juntou-se aos frequentadores, que sob uma batida eletrônica dançava freneticamente. luana sentia a música, naquele momento, queria esquecer tudo que ouvira de cinthia, seus sentimentos estavam confusos, não queria voltar para casa, retornar para sua vida, que diante de seus olhos parecia ruir... cada momento de felicidade vivido, parecia-lhe algo distante, forçado...
durante longos minutos, e vária múiscas consecuitvas depois, luana reencontrou jake, que continuava como um guarda costas dela, acompanhando com o olhar, foi quando, ela puxou-lhe para a pista e aproximando os lábios do ouvido dele, murmurou:
- por que não está divertindo-se, algum problema?
- não...
- então, por que não dança?
- bem, acho que deveria ir para casa...
- não...
luana saiu dançando entre os frequentadores, subindo pela escada até o segundo piso, um balcão onde havia várias mesas, e alguns frequentadores, não menos animados, mas que naquele momento, curtiam o espaço para namorar, assim luana, continuou dançando, sendo por vezes assediada por alguém, jake sentou-se em uma das mesas, e continuou observando, de uma distância segura, podia vigiar atentamente a mulher. foi quando luana, sorrindo aproximou-se dele, e disse:
- por que não está se divertindo?
- por nada...
luana começou a dançar diante dele, e acariciava o rosto com a palma da mão, ora deslizava a ponta do dedo por entre os lábios dele, e sorria... como se quisesse provocar-lhe um sorriso ou algo parecido, mas jake parecia consternado demais para relaxar, foi quando luana, abaixando-se um pouco, e disse:
- você poderia sorrir...
- uhummmm...
luana, com seus um metro e cinquenta e sete de altura, realçada com o salto alto, com os cabelos castanhos escuros que realçavam e delineava o formato do rosto, além de olhos castanhos, que em momentos de raiva, ficavam ainda mais claros, os seios grandes, as curvas voluptuosas e as coxas grossas, que sempre realçara com roupas justas, e que o vestido que usava naquela noite cobria parcialmente, assim dançava ao ritmo da música, foi quando aproximando-se dele, sentou-se sobre seu colo, e murmurava palavras no ouvido de jake, que tentava dissuadí-la, segurando-lhe os pulsos, foi quando ajeitando-se sobre o colo dele, luana sentiu um volume formando-se sob o tecido da calça, e para provocá-lo, aproximou os lábios da orelha dele e respirando profundamente, murmurou:
- por que não relaxa? toda essa tensão está incomodando, sabia?
- por que não vamos para casa?
- para sua ou para minha?
jake permaneceu em silêncio, enquanto luana remexia-se sensualmente sobre o colo dele, esfregando o sexo no volume, estava úmida... sentindo os mamilos eriçarem enquanto sentia o volume crescer com seus movimentos sensuais, e olhando ao redor, murmurou:
- por que não relaxa... não está gostando?
luana não teve resposta, mas sentia as mãos dele em seus quadris, apertando suavemente, foi quando impetuosamente, aproximando os lábios da orelha dele, murmurou:
- não era isso que queria na boate, por que não aproveita?
- você está descontrolada...
- não, sei muito bem o que estou fazendo...
- e estou gostando...
e em seguida, roçou a língua pelo lóbulo da orelha e pelo pescoço, enquanto acariciava o membro sob o tecido, e apertou suavemente dizendo:
- relaxe, tenho certeza que irá gostar mais ainda...
levantou-se do colo dele, e afastou-se indo ao banheiro, por longos minutos, jake permaneceu sozinho, até que luana, surgiu dançando entre os frequentadores, remexia os quadris, como ums serpente hipnotizando a presa indefesa e sem ação, foi quando olhando bem nos olhos dele, sentou-se novamente no colo e murmurou:
- tenho uma surpresa para você...
- o que?
segurou a mão dele, e aproveitando da luminosidade intermitente da boate, que favorecia sua ousadia e malícia, conduziu a mão de jake para o meio das coxas, e apertando-a entre elas, sorriu maliciosamente, e olhando nos olhos dele, murmurou:
- é isso que queria?
jake sentiu os dedos roçando os grandes lábios, sentiu também o calor e a umidade dela, e ficou atônito, pois reconhecia no olhar dela que não iria parar mais, havia chegado ao ponto sem volta daquela aventura, e luana aproximando a boca do ouvido dele, murmurou:
- quero sentir esse cacete dentro de mim...
- todo... duro... pulsando...
e abriu o zíper da calça, abaixando a sunga e apoderando-se do músculo teso, e com a ponta dos dedos, livrou a glande de sua coberta, sentindo a lubrificação do pele, luana sorriu maliciosamente, enquanto sentia o diâmetro, foi quando empurrando o corpo para frente, sentiu os dedos sendo introduzidos em seu sexo úmido, para em seguida, sentir um calor percorrer todo corpo, e apoiando-se na ponta dos pés, ajeitou-se melhor, colocando o membro entre as coxas, enquanto dois dedos de jake, eram introduzidos em seu sexo, luana aproximou os lábios do ouvido dele, e murmurou:
- assim, que gostoso...
- isso é muito bom...
luana sentia os mamilos eriçados roçando contra o tecido da lingerie, enquanto sentia seu sexo umedecendo com as carícias lentas e suaves dos dedos de jake, remexia-se ao som da música, mas não aguentou muito tempo, e segurando o membro, deixando em riste, encostou os grandes lábios na glande, enquanto jake acariciava e friccionava o clítoris, fazendo com que luana aumentasse o ritmo dos movimentos do quadris, foi quando levantando-se um pouco, encaixou o sexo na glande e foi deslizando sobre ele, o vestido cobria a ação, e o membro pulsava com suas veias injetadas dentro dela, que sentia um calor enorme, sob a nuca sentia os cabelos úmidos, e o suor escorria pela pele, com o membro alojado dentro de si, remexia e movia-se acompanhando a melodia da música, e ficou assim durante uns quinze minutos, indo e vindo, sentindo o membro deslizar dentro de si, foi quando não aguentando mais, mordeu a ponta da orelha de jake, e murmurou:
- isso é bom... como está duro...
- que delícia...
- ah, seu safado... queria foder minha xoxotinha? queria?
- uhummm...
- então fode, goza gostoso...
- quero sentir esse leitinho quente escorrendo dentro de mim...
poucos casais, permaneciam no ambiente, o que permitia uma semi privacidade, assim luana, acobertada pela penumbra, movia-se acompanhando o ritmo da música, subindo e descendo, para frente e para trás... luana, estava excitadissima, principalmente por que realizava uma de suas fantasias, em sua mente, ser observada em uma transa em um ambiente público tornava o momento mais excitante, assim não parava de remexer-se, enquanto jake masturbava-lhe sensualmente. não resistiu, e gozou copiosamente, sentindo os espasmos musculares, contraindo-se contra o músculo rígido e vibrante dentro de si, enquanto mordia os lábios para não gemer alto... o gozo escorria molhando o membro e escorrendo pelas coxas dela, enquanto luana mantinha o membro alojado em seu sexo. alguns minutos depois, quando as pernas pararam de tremer, levantou-se e foi ao banheiro. diante do espelho, não reconhecia-se, em seu olhar, sentia uma satisfação enorme, queria mais... e assim, depois de uma rápida recuperação voltou para o salão, onde jake permanecia sentado, observando luana atentamente, foi quando aproximando-se dele, murmurou:
- que tal terminarmos isso em outro lugar?
- tenho certeza que irá gostar...
e atrevidamente, acariciou o membro, agora guardado sob a calça, jake sorriu e olhano nos olhos de luana, sentia que aquela noite não terminaria para ambos, assim levantou-se e acompanhou luana até a saída, e caminhando silenciosamente até o veículo. luana ouvia os próprios passos conta a calçada, e sentia o coração em um ritmo descompassado, mistura de tesão e nervosismo, nunca imaginara ser capaz de algo assim, mas havia realizado uma fantasia, e ainda queria mais... seu corpo queria mais aquela noite, assim entrou no veículo, e sentando-se ao volante, enquanto jake acomodava ao seu lado no banco de passageiro, foi quando olhando para ele, enfiou a mão entre as pernas dele, e sorrindo maliciosamente, disse:
- quero sentir você todo dentro de mim...
- estou que não me aguento mais...
e arrancou o veículo, dirigindo por alguns minutos, pela rodovia, onde havia vários móteis, gostava do ambiente, mas diante da loucura que cometera naquela noite, ir ao motel seria simples, assim teve uma ousada idéia, mistura com a raiva e decepção que sentia, e começou a fazer o percurso para casa. em frente ao condomínio, parou um pouco, enquanto o portão abria, e sugeriu ao jake que abaixasse para não ser visto, ele deitou-se com a cabeça no colo dela, enquanto com os faróis do veículo apagado, entrava pelo portão devagar, mas luana foi surpreendida, quando sentiu que seu vestido foi levantado, e uma língua úmida e ágil, começou a roçar o clítoris sensualmente, em investidas rápidas, jake lambia e sugava, fazendo com que luana, tivesse que interromper o trajeto até sua casa duas ou três vezes. ela delirava, enquanto aquela língua roçava seu sexo, e dois dedos eram introduzidos lentamente, preenchendo-lhe em uma masturbação dos músculos vaginais, quando conseguiu estacionar o veículo na garagem, não conteve-se e gemeu alto, abrindo mais as pernas, permitindo que os lábios dele, roçassem seus grandes lábios inchados, luana gemia e dizia:
- assim, não para...
- que delícia, enfia essa língua safada em mim...
- assim, chupa bem gostoso...
luana, acariciava os mamilos sob o vestido com a ponta dos dedos, sentindo pequenos espasmos incessantes pelo corpo, assim gemia cada vez mais alto, a masturbação e a felação ritmação, faziam-na contorcer sobre o banco do condutor, até que não aguentando mais, gemeu alto, e disse:
- assim, isso seu safado, chupa essa buceta...
- morde o grelinho...
- ah, não aguento mais...
- quero sentir esse cacete fode gostoso...
- não para... por favor! chupa mais...
jake, prendeu o clítoris entre os dentes, e açoitava com a ponta da língua indo e vindo, até que luana segurando a cabeça dele entre as coxas, não conteve um novo orgasmo, ainda mais intenso que o primeiro, talvez pela sensação de perigo misturada á excitante carícia que jake insistia em realizar, incessantemente com ritmos e cadências alternadas. luana gozou novamente, sentindo escorrer por sua face algumas lágrimas, e as sensações por seu corpo prosseguiam-se vertiginosamente, até que suspirando, murmurou:
- fode gostoso minha bucetinha...
- quero sentir esse cacete em mim...
e saindo do veículo, foi seguida por jake, que agora, agarrando-lhe pela nuca e cintura, enfiava a mão sob a saia, acariciando o sexo úmido e lubrificado, e aproximando os lábios do ouvido dela, murmurou:
- você gosta assim, não é?
- quer sentir meu cacete dentro de você?
- quer, então pede?
- uhummm, me dá... quero sentir todo dentro de mim...
- então abre as pernas... vou socar ele em você...
- eu quero...
jake, abaixando as alças do vestido, começou a sugar os seios de luana, alternadamente, cuidava zelosamente de cada um dos mamilos, esfregando e friccionando a língua úmida nos mamilos eriçados, enquanto continuamente masturbava luana com os dedos, friccionava o clítoris para em seguida introduzir dois dedos em seu sexo, deixando-na desorientada, sedenta, apalpava o volume, tentando desabotoar e abrir o zíper, mas jake foi abaixando até estar entre as pernas dela novamente, agora colocou uma das pernas dela sobre seu ombro, e introduzia a língua, chupava e lambia o clítoris, enquanto luana gemia cada vez mais alto, dizendo:
- não para, eu quero...
- assim, esfrega seu nariz no meu grelinho...
- que delícia...
- estou ficando doida...
- quero sentir seu cacete dentro de mim...
enquanto chupava jake, começou a livrar-se da calça, e quando voltou a ficar em pé, exibia aquele membro em riste, completamente teso, recoberto, por veias que causavam "nervuras" por todo diâmetro e envergadura, luana não fez-se de rogada, e acariciou a glande, deslizando a mão por todo membro até a base para em seguida, apertar os testículos, o que fez jake gemer, enquanto luana dizia:
- isso, geme...
- mas quero ver você gemendo gostoso com outra coisa apertando esse cacete...
- quando estiver com esse cacete enterrado em minha bucetinha...
luana sentiu o membro pulsar em sua mão, e colocando a perna em um ponto mais alto, ainda com a porta aberta, puxou para si aquele membro teso, e começou a roçar a glande no clítoris e grandes lábios, enquanto olhava para os olhos de jake, que enlaçando luana pela cintura, apertou-a contra si, sentindo os seios dela esfregando contra o toráx dela, aquele comportamento devasso, realmente aumentava o tesão que luana sentia, e não aguentando mais, empunhou o membro, e direcionou a glande para a entrada do sexo, "ensopado", as contrações vaginais denunciavam que estava ansiosa por sentir aquele membro rígido dentro de si, foi quando, apertando jake contra si, murmurou:
- fode, mete com força...
- quero sentir, esse cacete duro dentro de mim...
jake, empurrou tudo de uma vez, enquanto luana gemia alto, as estocadas vigorosas e cadenciadas, faziam-na sentir as pernas bambas, seu corpo excitado, derramava-se exalando um odor de fêmea no cio, sedenta e úmida, pedia mais, queria sentir o membro entrando e saindo, e assim por algum tempo, as estocadas de jake prosseguiram-se, até que luana gozou novamente, agora cravando as unhas nas costas dele, gemeu alto, que certamente poderia ter sido ouvido na outra casa, mas não importava, sentia um prazer intenso e sucessivo, e gozava copiosamente, sentindo as estocadas vigorosas, o membro entrando e saindo, aquela penetração profunda, fizeram-na sentir as pernas trêmulas, e quase desfalecida, deixou-se deitar no traseiro do veículo, vendo-lhe assim, jake aproximou-se e sugava-lhe os seios alternadamente, roçando o membro entre as pernas dela, que luana abria lentamente, sentia-se ardida, mas não queria parar, queria sentir o gozo dele, e com uma estocada novamente, jake penetrou com força. luana gemeu alto, enlaçando com as pernas o corpo dele, diminuindo o espaço entre seus corpos, e murmurava pedindo:
- assim, mete gostoso nessa bucetinha...
- não para....
- fode bem gostoso! fode...
- quero sentir esse leitinho dentro de mim...
- escorrendo dentro de mim...
e jake, atendia, gemia alto, mexendo com força, movimentos vigorosos, causavam um som úmido do corpo dele contra o dela, até que não aguentando mais, apertou luana contra si, e gozou, derramando-se dentro dela, luana gemeu acompanhando o parceiro em seu gozo, sentindo o sêmem quente, caudaloso e viscoso, sendo injetado em sua intimidade. ficaram por longos minutos, mergulhados em um transe sexual, luana podia ouvir a respiração de jake, o rosto transfigurado, o corpo suado sobre si, era uma loucura... mas sentia-se vingada naquele momento. seu marido fora o primeiro e único homem de sua vida, mas naquele momento, sentia-se realizada como mulher, gozara intensamente, sentindo outro homem dentro de si, um homem com desejos por ela, que havia sentindo prazer com ela.
alguns minutos depois, enquanto recompunhasse diante do olhar dele, pensava em sua vida, em como ficara decepcionada ao saber que havia sido traída, por alguém de sua confiança, e por alguém que amava. não seria mais a mesma, sentia-se personagem em si mesma, e sabia que a a peça preferida seria sua vida, assim vestiu-se e entregou a calcinha para jake, e sorrindo disse:
- guarde é uma lembrança...
- não iremos nos ver mais?
- não!
jake sentiu que era verdade, não iria argumentar, apenas começou a vestir-se, enquanto luana ajeitava-se, e quando ambos estavam prontos, luana sorriu e disse:
- hoje, nós conseguimos o que desejavamos...
- o que, não entendi?
- bem, você queria sexo... eu queria uma vingança...
- alcançamos nosso objetivo, mas apenas isso...
e acionando o alarme do veículo, fechou e acompanhando jake até a saída da garagem, conclui:
- não é nada pessoal...
- espero que compreenda...
- e obrigado por trazer-me para casa...
- não precisa agradecer...
- eu sei, não preciso mesmo!
jake, sabia e sentia que nada poderia dizer, e não ouviria mais nada dela naquela noite, assim afastou-se lentamente, enquanto sentia o olhar dela sobre si. sem olhar para trás, foi em direção a portaria do condomínio, imaginando uma boa desculpa, caso o segurança perguntasse alguma coisa. enquanto isso, luana entrou em casa, ainda sentia o corpo em extãse, os mamilos continuavam eriçados, subiu para o quarto do casal, seu local sagrado, agora maculado por imagens criadas por sua mente, os momentos vividos e sentidos ao lado do marido, haviam sido transformados em lágrimas... a verdade é que fora traída, antes do casamento, mas agora é que tinha conhecimento sobre o ocorrido. permaneceu em silêncio... enquanto, despia-se diante do espelho, sentindo em seu corpo as marcas de um outro homem, sua vingança começara... mas aquele não seria o capítulo final, estava apenas começando.... mas essa é uma outra estória que iremos contar.
(( joker ))
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Adicionado: 2010-09-07 18:03:38
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