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Tags: NOIVA,  TRAIÇÃO,  INFIDELIDADE,  INCESTO,  ORGIA,  

ID: 246 | Conto erótico Verídico
Autor: CÁSSIA
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-09-06 03:09:36
Hits: 426

10
MEU CUNHADO ME FODEU VESTIDA DE NOIVA DENTRO DA LIMOUZINE.

Um relato de JOSIANE:
Josi pros íntimos, já contei aqui como perdi minha virgindade, no colo do meu cunhado numa aventura incrível e que teve continuação. Cai na armadilha do destino quando me apaixonei perdidamente por ele. Uma paixão proibida e incondicional. Quando ele e minha irmã se mudaram pra Goiás senti faltar o chão. Sentia profundo remorso por estar traindo minha irmã, mas entendia também que o amor escolhe suas vítimas o seu bel-prazer. Eu era uma vítima do amor e uma escrava do sexo. Mas a vida continua e eu tentei seguir a minha vida. Tenho um namorado e depois de alguns anos de desenganos, optei por casar mesmo sem amor. Meu noivo me amava bastante e eu pensei que o amor dele bastasse pra nós dois. O casamento enfim, já era quase fato consumado.
Minha irmã chegou dias antes, acompanhada de meus dois sobrinhos. O Marcelo não viera. Eu até entendia a razão. Achei bom assim. A cerimônia era simples, até pela falta de empolgação de minha parte. Um vestido curto, tomara-que-caia, bem armado e cheio de renda portuguesa. Alvíssimo, de doer às vistas. Muito, muito lindo.
Estava no salão de belezas de uma amiga, já pronta para a cerimônia, aguardando a saída pra igreja. Nem tinha motivação de uma grande demora, pra uma expectativa de uma entrada triunfal na igreja, causada pelo frisson de uma demora. Alguém me avisou da chegada do carro que me levaria. Era cedo ainda. Acompanharam-me até a porta do carro, me ajudaram me acomodar no assento e eu então me entreguei a própria sorte. Dei uma boa noite pro motorista e o carro partiu.
Saiu suavemente e seguiu pro meu triste destino, mas fazendo um percurso diferente do que eu conhecia, parou em uma rua deserta ao lado de outro carro. O motorista desceu e abrindo a porta traseira da limusine, sentou-se junto a mim. Tive a maior surpresa de minha vida. Marcelo em pessoa. Eu não sabia se ria ou se chorava. Beijou suavemente os meus lábios. Enfiou a mão por baixo do meu vestido e acariciou, por cima da calcinha, a minha bocetinha, já em brasa. Tirou rapidamente o cacete pra fora e eu o acariciei rapidamente e apreensiva, temendo a aparição de alguém. Depois, abaixou a calça até os joelhos, sussurrou alguma coisa em meu ouvido e enfiando as duas mãos por baixo de meu vestido, arrancou a calcinha arrebentando as frágeis laterais. Estou pasma, lívida e muda. E feliz. E loucamente feliz. Marcelo me puxou pelas pernas, ergueu delicadamente o meu vestido e me deitando de lado entrou por baixo das minhas coxas e penetrou suavemente a minha bocetinha encharcada de desejo. Marcelo segurando no encosto de cabeça do banco anterior e no cinto de segurança central do banco traseiro e foi me fodendo sem encostar no meu corpo. Em suaves movimentos contínuos e ritmados foi me arrancando suspiros de tesão. Na minha mente, passava o filme da nossa história. “Cuidado com sapos”. A célebre frase que ouvi, agora ecoa nos meus ouvidos: “Higiene é fundamental”, disse ele sorrindo naquele dia. Um sorriso bem cafajeste. E de cada minuto de tesão louco que vivi com esse homem. Estou gozando na vara dele novamente. Eu que no meio do compromisso de fidelidade ao meu futuro noivo já rompi o pacto, já o traí. A vara entrando e saindo, os meus pensamentos difusos, tudo isso já era suficiente pra me levar rapidamente a um simples gozo, mas eu ali vestida de noiva, era algo muito mais erótico. Um fetiche dos melhores. Marcelo esta mudo tal era o seu tesão. Gozamos os dois ao mesmo tempo. Tive uma série de orgasmos, gozamos uníssono. E quase não nos tocamos, pra preservar o meu vestido. Marcelo então tirou do bolso um lenço de cambraia, presente meu, de momentos de glórias vividos num motel da cidade, limpou minha boceta, relembrando nosso primeiro encontro. Recompostos e eu mesmo sem calcinha, pedi que tocasse pra igreja. Antes de descer do carro e seguir minha sina, cochichei algumas palavras na orelha de Marcelo. Ele então me pediu silencio sobre a presença dele na cidade. Ele, pra todos os efeitos, está em Anápolis.
Menos de quarenta minutos depois disso, eu já estava no carro de um amigo. Em direção a saída da cidade. Marcelo me aguardava em local previamente combinado. Seguimos pra chácara dele, que eu tanto conhecia. No carro ele me pergunta:
____ “O que você aprontou na frente do padre”. E riu.

____ “Fingi um desmaio antes do sim”, disse com pesar, meio rindo, meio confusa, de remorso talvez. E continuei:
____ “Quando acordei disseram que meu noivo havia ido embora, possesso de raiva”.
Calamo-nos. Como penitência pra tanta insensatez.
A chácara estava sem uso há bastante tempo, mas deu pra notar uma arrumação às pressas. O abatedouro já me esperava como se conhecesse a fundo meu íntimo. Frente a frente eu e Marcelo. Loucos de desejos. Transgredindo normas e padrões por conta de um amor intrínseco e indelével. Vestida de noiva, vestida pra matar. Matar os instintos selvagens de ambos. Num piscar de olhos vejo Marcelo nu em pelo, de cacete duro avançar sobre mim. Beijou-me sôfrego, mordeu cada um dos lóbulos da minha orelha. Roçou-me a nuca. As mãos ágeis buscavam meus zíperes, laços e botões. Na procura sequiosa, nada achava. Ergueu então meu vestido e me achou nua. De calcinha e de preconceitos. Vestida de desejos e de tesão. Carente de amor e de vara. Enfiou-me o cacete entre as pernas e caçou a entrada de minha grutinha e seguiu o rio caudaloso de meu mel. Penetrou minha fenda com volúpia. Possuiu-me no centro da sala em pé. Não havia tempo pra mais nada. Tirei os saltos altos e relaxei o corpo no cacete grosso e duro de Marcelo. Ele me devorava com desejo. Devorava a noiva de outro homem. A noiva da noite. A sua menina de sempre estava de volta. Gozamos novamente o gozo puro dos amantes.
Marcelo então me toma nos braços e me carrega pra fora, pra debaixo do abacateiro, e me põe sentada no assento do balanço. Abre devagar os dois zíperes laterais e abaixa o vestido, deixando os meus peitinhos de menina à mostra. Os mamilos rijos e róseos apontam a lua enquanto Marcelo me aponta o pênis. Enquanto chupa os bicos dos seios, acaricia meu rabinho, rodilhando as pregas e amaciando o furo pra um posterior enrabamento. Agora sinto a cabeça do pinto entrando em minha buceta. Estou sendo comida no vai-e-vem do balanço. Ergo as pernas e descanso-as nos ombros dele. Prendo minhas mãos nas cordas, inclino o corpo todo pra trás e escancaro a buceta pro meu macho. Sinto as repetidas estocadas, por vários minutos me entrego ao prazer da posse. Ele me mete impiedosamente a vara. A certo tempo, tira o pênis, me rodeia e vem por trás.

Ergue todo meu vestido e prende na parte de cima com grampos do meu cabelo. Deixo minha bunda escorregar no assento do balanço, deixando-a assim, toda ao seu alcance. Marcelo me mete o ferro na bunda. A cabeça da rola, a chapeleta intumescida de tanto tesão, entala na pregas que insistem em se retrair, de medo. Pratico toda a minha experiência em fodas pra amenizar o sofrimento. Aos poucos a pica ganha todo meu ânus. As minhas entranhas. Já posso sentir os bagos do meu amado batendo na minha xoxota. Marcelo geme e urra de prazer. Então num ataque de tesão exacerbado, pendura seu corpo no balanço. Prendendo as pernas nas sobras laterais da tábua do assento e impulsiona o pau pra dentro da minha bunda e também o balançar dos nossos corpos. Sou fodida ao sabor da brisa da noite e sob o luar daquela noite. A vida parece-nos um eterno gozo. Gozamos juntinhos de novo. Como sempre. Fomos feitos um pro outro. Ele é o meu homem. Nunca mais duvidarei disso.


Adicionado: 2010-09-06 03:09:36
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos














 



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