ID: 373 | Conto erótico
Verídico Autor: marcfauwel
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2011-03-07 19:10:35
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O Dia em que Mirinha não Estava
O que eu quero contar hoje pouco ou nada tem a ver com o meu relacionamento sexual com Mirinha. O leitor já sabe que nossos encontros foram tórridos desde o dia em que nos encontramos, como relatei em A Diabinha de Arraial e O Nome do Pecado é Mirinha. O que vou relatar é um episódio ocorrido nas mesmas férias e com o mesmo grupo de pessoas, um episódio que levou minha adrenalina a mil e cujos 5% de teor não "straight" contribuiram para o reforço da minha precoce opção bissexual. Espero que a narrativa seja do agrado de todos.
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À medida que os dias se passavam, eu ia ficando mais íntimo dos irmãos de Mirinha, que logo começaram a me considerar "de casa". Normalmente eu passava o dia todo com eles e só dava um pulo em casa à tardinha para dar sinal de vida e voltar para passar a noite com ela. Os pais já tendo voltado para o Rio, a liberdade era total, pelo menos para os mais velhos. Não era raro que o Thomas também levasse alguma menina para lá, a qualquer hora do dia ou da noite. Eles só não admitiam excessos quando o Pohl estivesse em casa, mas eu tinha certeza de que, na ausência dos pais, o garoto já tinha visto e ouvido muita coisa entre aquelas paredes.
Era um dia de semana; disso, estou certo. Na véspera, eu não dormira com Mirinha porque, se não me falha a memória, houvera um incidente e eu acabara passando horas da noite "pageando" um amigo em semi-coma alcoólico. Voltei para casa de madrugada, dormi até tarde e foi só por volta das 2 h da tarde que toquei a campainha da casinha branca de venezianas azuis...
Quem atende é Thomas, o irmão mais velho, simpático e acolhedor como sempre.
- A Mirinha não está, mas entra aí!
- Ela demora? pergunto, fingindo indiferença ao seu rosto bonito e indo mecanicamente pegar uma coca na geladeira.
- Olha, ela saiu cedinho, mas não disse a que horas voltava.
- E cadê o Pohl?
- Ah, desde que ele descobriu o tal amigo que também está passando as férias aqui, eles não desgrudam.
- Legal para ele; pelo menos não morre de tédio. E você, está fazendo o quê?
- Nada. Voltei da praia cedo e estava vendo tevê.
- Posso ficar um pouco? Estou com preguiça de voltar direto. E de repente a Mirinha chega.
- Claro, fica aí! Está passando um programa sobre surf.
Estamos os dois sentados diante da televisão. Thomas está só de sunga e camiseta; eu, de bermuda, camiseta e havaianas. Minha cabeça começa matutar sozinha um jeito de provocar uma "situação". É o lado bissexual que clama. Thomas tem um comentário para cada menina de biquíni que aparece na praia, assistindo às baterias de competição de surf: "Que bundinha!" "Que gata!" "Olha o bronzeado da menina!"... Ele se excita com algumas, eu o vejo ajeitando a sunga. Resolvo soltar uma piadinha.
- Pô, Thomas, se você é assim vendo surf, deve gozar vendo filme pornô!
- Cara, acho que nunca vi um filme pornô sem bater uma!
- Vê o filme todo e depois volta pra bater uma escolhendo as partes mais tesudas, não é? Também faço isso, hahaha!
- Você pega sempre filme pornô?
- Nada. Só vejo em casa de amigo. Lá em casa pega mal. E você?
- Mesma coisa. A gente junta uma galera e vai assistir na casa do Dado, que tem uns 500 filmes pornô. A mãe dele tinha uma locadora.
- Sortudo! Aí vocês deitam e rolam.
- Cara, fica todo mundo de pau duro.
- Mas só isso ou já rolou alguma coisa, tipo punheta coletiva...?
- Não dá pra não rolar, né.
- E aí?
- "E aí" o quê?
- Sei lá, vocês batem até gozar? E cada um na sua ou alguém pega no pau do outro?
- Não! Cada um na sua. Pelo menos nas vezes que eu fui, nunca rolou viadagem.
- Então você teria negado se alguém propusesse a a punheta grupal?
- Claro!
- E se o carinha do teu lado só quisesse pegar no teu pau, mas não te cobrasse pegar no dele?
- Sei lá, pô. Só se estivesse rolando isso com todo mundo. Só eu e mais um, nunca.
Percebo que o Thomas está envolvido pelo assunto, que combina bem com as cenas de surf, com os corpos esculturais na praia, com as meninas deslumbrantes. Não há dúvida de que o desejo está presente, embora Thomas se julgue 100% heterossexual e canalise esse desejo, essa vaga excitação, integralmente para as meninas de biquíni do programa. Não posso "atacar". Não posso, por exemplo, por a mão na coxa dele e muito menos pegar no seu pau. Abandono momentaneamente a idéia e tento me concentrar na televisão.
Em menos de cinco minutos de silêncio...
- Está a fim de transar?
- Hã? respondo, espantadíssimo, enquanto Thomas me olha com um ar de esperteza que distorce completamente a minha interpretação.
- Sabe a Andreia, vizinha aí do lado? Ela está em casa. Ela adora uma putaria. Ela já me pagou altos boquetes!
Tive menos de um segundo para me recuperar, corrigir minha expressão facial e dar uma resposta normal.
- Uau! Sério? Mas você acha que ela topa, com um desconhecido?
- Eu digo a ela que a gente é amigo, que você é pintosão e curte uma putaria. Garanto que ela não vai negar.
- Então chama lá!
- Beleza!
Thomas desaparece pela porta da cozinha e vai até a área. Ele grita pela menina, eu ouço a voz dos dois e, instantes depois, ele volta, todo animado.
- Ela vem aí!
- Bem descolada, a menina.
- Uma porra-louca. Só faz o que quer. Ela deixa a mãe doidinha.
Toc-toc! A porta se abre e uma menina bonita, moreninha clara, de cabelo castanho liso até pouco acima dos ombros vai entrando sorridente. Ela está usando um shortinho azul, camiseta com uma propaganda de cerveja e sandália havaiana.
- E aí, galera!
- E aí, Andreia! faz o Thomas, já se levantando para cumprimentar a vizinha com dois beijinhos.
Eu me levanto, sou apresentado, dou e ganho dois beijinhos e nos sentamos os três no sofá.
- O Marc é amigo da Mirinha. Mais que amigo. Eles estão ficando, já tem um tempinho, né, Marc?
- É, faz umas duas semanas, já, respondo, meio embaraçado.
- Legal! Mirinha é o máximo. Me dou super bem com ela.
Nisso, o Thomas se levanta e a chama até a cozinha para oferecer cerveja. Ela o segue e eu fico observando do sofá. Assim que eles se vêem sozinhos, ele a abraça agarra pela bunda e eles se beijam de boca escancarada. Meu pau reage na hora e eu me animo todo: a tarde promete. Me levanto e vou para a cozinha, onde eles não param de se agarrar. Pego três cervejas na geladeira, abro e ponho em cima da mesa redonda. Eles se separam e vêm beber comigo. Thomas não esconde a ereção.
- Nossa, Thomas!, grita Andreia, às gargalhadas, olhando indiscretamnte para a protuberância na sunga.
- Se você tivesse pau também estaria assim, pô! responde ele, passando a mão no rosto dela como se fosse um tapa em câmera lenta.
- Só com um beijinho, pô! Aposto que o Marc é mais resistente.
- Que nada! Só de olhar para você, ele já está cheio de vontade!
Eles caem na gargalhada, voltam a se agarrar enquanto eu, ainda meio deslocado, esvazio a minha cerveja em três goles, em busca de um efeito rápido. De repente, o Thomas empurra a Andreia na minha direção. Ela não oferece nenhuma resistência e ainda finge perder o equilíbrio, me forçando a segurá-la nos braços. Só então reparo que ela está sem sutiã e que seus peitinhos miúdos estão quase furando a camiseta. Num relance, olho para Thomas e o vejo fazer o clássico sinal de "manda ver!", fingindo estalar o indicador no dedo médio. Andreia está agarrada ao meu pescoço fingindo choramingar pelos maltratos do vizinho. A única coisa que me ocorre é pegá-la no colo como uma garotinha adormecida depois de muito chorar e entregá-la ao Thomas. E ele tem a estupenda idéia de sair com ela da cozinha e levá-la no colo... até o quarto dos pais. O joguinho está iniciado.
Pego mais três cervejas, abro e levo para o quarto, onde os dois já estão aos beijos na cama de casal, Thomas acariciando um peitinho, Andreia com a mão no seu pau por fora da sunga. Deixo as cervejas em cima da cômoda e, ainda meio sem saber como entrar na brincadeira, me sento ao lado deles. Para alívio meu, é a Andreia que me puxa para me convidar a participar. Thomas e eu começamos a nos alternar em beijos cada vez mais molhados e profundos na boca que ela nem se preocupa mais em fechar. Noto que Thomas deu um jeito de baixar um pouco o elástico da sunga e está de pau colado na coxa da menina. Vendo que não tenho mais por que me inibir, invado por baixo a camisetinha branca e logo sinto o peitinho duro e pontudo ocupar exatamente o volume da minha mão em concha. Andreia geme e se contorce. É o tesão chegando lentamente.
Bem mais ousado e já íntimo da garota, Thomas começa a abrir-lhe o botão do short. Ela segura sua mão para tentar impedi-lo, mas ele lhe diz que é feio amarelar e que agora ela não pode mais dar para trás. Ela olha para mim, passa a mão no meu rosto e me puxa para mais um beijo profundo. Durante o beijo, sinto seu sobressalto quando, provavelmente, a mão do Thomas atinge seu monte de Vênus. Ela geme e se desprende de mim, erguendo a cabeça para olhar para baixo. Thomas a beija, enfiando a língua na sua boca. Aproveito para me livrar da bermuda, da camiseta e fico de cueca. Andreia volta para mim, olha para o meu corpo e passa a mão pelo meu peito e barriga, sorrindo. Ela gostou. Enquanto isso, vejo Thomas sair da cama e puxar o shortinho azul com a calcinha pelas pernas da menina, que se agarra mais uma vez ao meu pescoço e grita: "Selvagem!" Nós rimos ao notar que ela faz isso sem deixar de erguer o corpo para facilitar a descida da roupa perna abaixo.
Um triângulo de pelinhos castanhos muito bem aparados guarnece a xaninha da Andreia, que eu ainda não consigo ver porque estou ocupado em devorar a boca. É o Thomas que tem o privilégio de mergulhar entre as pernas da garota. Ela quase berra ao primeiro toque da língua, depois vai-se tornando lânguida, lânguida, me beijando como se eu fosse um namorado, enquanto apalpa o meu pau, descobrindo-o ainda na cueca. Vejo suas pernas se erguerem e ficarem flutuando no ar, escancaradas. A excitação é enorme e ela logo tem um primeiro e longo orgasmo, com espasmos que a fazem jogar a cabeça para trás e chutar o ar com os pés. Thomas é obrigado a forçar suas coxas para prosseguir na exploração.
Isso me encoraja e eu ensaio um lance ousado. Rastejo pela cama até ficar com a cintura na altura da cabeça da Andreia. Ela entende na hora, baixa o elástico da minha cueca, empunha o meu pau e dá uma chupada forte na cabeça. Eu me contorço e gemo. Thomas dá uma olhada, mas logo volta ao trabalho. Andreia geme sem parar enquanto devora o meu cacete duríssimo fazendo barulho de saliva. Ficamos uns bons minutos assim, eu relembrando o Kama Sutra para não gozar logo e a Andreia embalada numa gemedeira, já numa espécie de gozo contínuo com a voracidade do Thomas na sua buceta. Em dado momento, ele para e me chama. Assim que eu tiro o pau da boca da Andreia e saio da cama, ela se mostra apreensiva com a etapa seguinte. Thomas me cochicha um "mete" quase inaudível para mim e, entrando de quatro na cama, percorre o corpo da Andreia até ficar com o pau acima do seu rosto. Ela pega no pau dele enquanto lambe o saco. Eu me vejo entre as pernas dela com aquela palavra ecoando na cabeça: "mete". Pela primeira vez, vejo a bucetinha completamente depilada, os pelinhos se limitando ao triângulo castanho acima da fenda. Não é uma buceta longa e carnuda como a da Mirinha, mas os grandes lábios são lisos e bem feitos. Ela está com os dois pés na cama e as pernas abertas. Eu me aproximo, separo os grandes lábios e constato que o interior também é muito bem feito, com um clitóris bem discreto e rosado encimando os pequenos lábios e, na extremidade inferior, o orifício que fui convidado a inaugurar nesta tarde de orgia.
A apreensão de Andreia com a penetração é flagrante. Embora ocupada com o pau do Thomas, ela parece não conseguir se desligar do que eu estou fazendo entre suas pernas. Entre uma chupada e outra, ela procura o meu pau com os olhos, como se não pudesse diretamente sentir que ele não está dentro dela. Quanto a mim, estou maravilhado com outro espetáculo bem diante dos meus olhos: a bunda do Thomas. Branca, lisa, carnuda, o ínfimo buraco do cu exposto no meio do rego aberto, subindo e descendo à medida que seu pau entra e sai da boca da menina. Fico sem saber se a minha excitação provém do fato de que estou para penetrar a buceta da Andreia ou da contemplação dessa bunda perfeita ou, ainda, do desejo de penetrar esse cuzinho que tem toda probabilidade de ser virgem. E Thomas não se acanha, deixando-o completamente exposto enquanto invade a boca da vizinha. Baseado nas minhas próprias tendências, lembrando-me da minha transa na praia com Mirinha, em que me excitou saber que aquele estranho estava não só nos observando, mas me vendo de costas, vendo minha bunda, vendo meu cu, me pergunto se esse exibicionismo seria consciente ou não, se Thomas, certamente consciente de que o seu corpo é desejável às mulhrees, teria algum interesse sexual em relação aos homens.
Desperto dessa divagação com Thomas fazendo-me um sinal com a mão para que eu aja. Andreia continua deitada de costas com os joelhos flexionados e os pés na cama. Entro de joelhos na cama e, abrindo bem as pernas, quase encostando o saco na colcha, estabeleço o contato entre a cabeça do meu pau e a entrada rubra e melada da gruta. Andreia se agita, tenta se livrar do Thomas, mas não consegue. Ele a tranquiliza perguntando o que está havendo. Me dou conta de que talvez ela não seja tão porra-louca assim. Pode ser que ela nunca tenha chegado ao ponto de realmente transar com dois caras. Resolvo subir na cama e chegar pertinho dela para perguntar se está tudo bem, se posso continuar. O pau do Thomas está pulsando logo acima do seu rosto, grande, mais de 17 cm, grosso. Colo meus lábios na orelha da Andreia e começo a cochichar coisas eróticas, dizendo que ela é gostosa, que o corpo dela é demais, que eu quero comê-la, que o Thomas e eu queremos dar muito prazer a ela. Isso a tranquiliza, revaloriza, excita. Sorrindo, ela me dá um estalinho; é o sinal do consentimento. Me afasto do seu rotso com a imagem do pau do Thomas na cabeça, um pau branco como o resto da sua pele, reto, grosso, de cabeça arroxeada e volumosa.
De volta às pernas da Andreia, estou mais que excitado e estimulado a meter. Encaixo uma vez mais a cabeça do pau na entradinha e começo lentamente a empurrar, contemplando o desaparecimento da glande. Excitadíssima, Andreia golpeia meu pau com a pélvis, fazendo-o mergulhar na buceta encharcada. Ela geme, grunhe, arfa, mal conseguindo manter o pau do Thomas na boca enquanto, com uma mão, coça o triângulo de pelinhos castanhos, um gesto que me é muito familiar porque eu também coço meus pentelhos com força quando estou tocando punheta; isso me dá um prazer que se propaga pelo saco e desce até as coxas. Ouço as unhas da Andreia arranhando as coxas do Thomas. Meu pau desliza solto na buceta molhada. Começo o vaivém ao mesmo tempo que as pernas dela se enroscam nas minhas costas. Volto a ouvir o barulho molhado da felação e vejo a outra mão da Andreia surgindo por entre as pernas do Thomas para massagear-lhe as bolas. Ah! Se ela fosse ousada o suficiente para subir mais um pouco e tocar nesse cuzinho... Mas ela se detém no saco. Seus dedos chegam a roçar o períneo e apontar para o início do rego, ficando a milímetros do cu, mas não ultrapassam essa que hoje sei ser como uma barreira tacitamente estabelecida entre a maioria dos heterossexuais. Chego a me inclinar para ver de mais perto e, eventualmente, completar com os meus dedos o percurso interrompido dos dedos da Andreia, mas desisto, com medo de por tudo a perder. E a oportunidade se esvai quando, instantes depois, Thomas sai de cima dela para nos propor mudar de posição. Meu pau sai encharcado da buceta da menina, e tão duro que vejo a cabeça vermelha e inchada apontada para o teto.
Thomas sai do quarto puxando a menina pela mão. Eu, como bom convidado, vou atrás, curioso. Ele volta com ela à cozinha e me diz para ir sentar num banco alto que fica ao lado da geladeira. Assim que eu me instalo, ele posiciona Andreia entre as minhas coxas para que ela me chupe. Ela sorri para mim, pega o meu pau e começa a lamber de baixo para cima enquanto Thomas se prepara para comê-la por trás. Eu o vejo manipulando o pau, agarrando Andreia pela cintura para premer o pau em seu rego, depois pincelando a buceta para penetrá-la. Ela reage, apreensiva como da primeira vez, comigo, no quarto. Concluo que se trata de uma atitude animal, um reflexo arquimilenar próprio da fêmea. Meu pau está em sua boca, mas ela está estática esperando o momento da penetração. Thomas espalha o lubrificante natural da buceta em seu pau, bela cena que que eu contemplo agora sem medo porque é o momento do macho que o exibe orgulhoso olhando-me vez por outra com o sorriso do dominador. Sentindo nas coxas a pressão dos dedos dessa fêmea apreensiva, afago-lhe o cabelo para descontraí-la. Sua boca volta a deslizar pelo meu pau, mas sinto que o gesto é mecânico. Thomas, pronto, dá uma piscadela e me convida a olhá-lo enterrar-se até o talo na menina. Vejo a bela pica cor de marfim ir sumindo entre os dois gomos morenos completamente empinados. Andreia tem um sobressalto e sinto no pau a pressão da sua língua. De toda retesada na penetração inicial, ela vai relaxando aos poucos, primeiro as mãos, depois os braços, a nuca, a coluna e, por último, as pernas, que ela finalmente consegue flexionar e abrir um pouco mais. Sua boca quente volta a tratar meu pau com a concentração devida e ela geme prazerozamente a cada arremetida do Thomas, que sorri francamente para mim, completamente desinibido e aparentemente livre de qualquer suposição a meu respeito. Quanto a mim, estendo o prazer indescritível da felação quase profissional da Andreia à fruição estética do corpo masculino à minha frente. Thomas me lembra certas estátuas de Antinoo: mãos fortes e proporcionais, antebraços e bíceps suavemente musculosos, ombros largos e totalmente desenvolvidos, peito e barriga planos e desenhados, sem falar do rosto de traços perfeitos. Desejo ter uma visão cubista para poder contemplar ao mesmo tempo a bunda escandalosamente excitante. Nessa posição, ele come a menina com calma, num vaivém ritmado e constante, sem dar sinal de orgasmo à vista. Nós três nos tornamos um só corpo que se move harmoniosamente. Andreia aproveita a sucessão regular dos choques de pélvis do Thomas em sua bunda para oscilar para frente e para trás, embainhando e desembainhando meu pau com a boca, os lábios projetados e destendidos. Esse ritmo regular nos faz gemer juntos, um gemido tranquilo, quase em uníssono. Nos sentimos satisfeitos com nossos belos corpos nus sendo estimulados em cadeia. Thomas faz cara de que poderia passar horas nesse vaivém de máquina bem azeitada. Do alto, vejo que, a cada vez, seu pau sai brilhante, sinal de que Andreia e ele continuam muito excitados, secretando o muco lubrificante. À certa altura, porém, Andreia pede para dar uma paradinha e nós fazemos uma pausa para outra rodada de cervejas.
Thomas pega biscoitinhos e ficamos os três nus, encostados no mobiliário da cozinha, conversando com toda a naturalidade. Contemplo o lindo corpo da menina, voluptuoso e ao mesmo tempo discreto, com seu pequeno triângulo de pelinhos castanhos apontando para a fenda que começo a conhecer tão bem. E não posso deixar de arriscar umas olhadas furtivas no pau do Thomas que, mesmo estando amolecido, conserva aquele volume característico dos paus em estado de excitação. Noto que eles também me observam discretamente. Andreia chega a fazer um comentário sobre os meus braços e ombros, que ela acha bonitos. Em troca, eu comento seus seios, digo que adoro seios bicudos e que os dela tem o tamanho ideal. Ela sorri e diz que os seios são justamente o que ela menos gosta em seu corpo; que ela os queria arredondados e com os mamilos um pouco acima da curva inferior. Thomas brinca passando a mão em seus seios e cantando Like a Virgin. Meu pau reage ao vê-lo novamente de costas. Estou mais do que nunca convencido de que eu gostaria de ter algum contato sexual com ele, mas esse desejo parece tão distante da realidade que resolvo bani-lo da cabeça. Por sorte, estou errado, mas ainda não sei disso.
A brincadeira entre Thomas e Andreia reacende a chama, eu me aproximo fingindo que vou agarrá-la e ela corre para a sala. Quando ela faz que vai sentar-se no sofá, Thomas se antecipa e a força a sentar-se no seu colo. Seu pau está novamente duro e vibrante. Andreia se debate um pouco, mas logo consente a se deixar penetrar assim, no colo. Eu me aproximo e me agacho para assistir ao espetáculo. Ela está de pernas escancaradas sobre as pernas abertas do Thomas, a cavalo sobre seu pau, que eu posso ver, duro e grosso, roçando na buceta úmida. É Andréia que envolve a glande com a mão e a direciona para dentro, soltando um gemido quando o alargamento atinge o grau máximo. Vejo o pau deslizar até o talo e contemplo a estranha forma do talo do pau seguido do saco volumoso e enrugado. Andreia geme e começa a quicar sobre as pernas do Thomas, massageando seu clitóris com uma mão e, com a outra, os seios totalmente entumescidos. Meu estado de excitação é tal que eu gozaria só de encostar no meu próprio pau. Resolvo, portanto, me concentrar na cena à minha frente.
O pau grosso do Thomas força a buceta a se abrir mais à medida que se aproxima do talo. Quando nada mais resta a ser penetrado, a borda da buceta fica ajustada ao pau, envolvendo o início do saco. Quando Andreia para de se masturbar, vejo-me diante do trinômio erótico: saco, contorno da buceta, clitóris. "Eureka!" Tenho um pretexto para tirar uma casquinha do corpo do meu parceiro gostoso de foda. Tentando evitar o contato com as coxas do Thomas, aproximo a cabeça da zona de contato e, cautelosamente, passo a ponta da língua pelo clitóris da Andreia. Ela reage imediatamente passando a mão no meu cabelo e gemendo: "Is-so... As-sim... Adoro..." Endurecendo a ponta da língua, me aplico a pincelar a cabecinha saliente. Os gemidos da Andreia se intensificam, imagino que Thomas já esteja ciente do que está acontecendo, mas não consigo vê-lo. Sinto meus lábios pinicarem contra os pelinhos da Andreia, que não para de gemer e de quase arrancar meu cabelo. Thomas faz um vaivém curto que extrai apenas uns dois centímetros do seu pau da buceta da menina.
Tomando coragem, inicio a segunda etapa do meu projeto. Pondo um pouco mais da minha língua de fora, colo-a ao talo do pau do Thomas, que entra e sai suavemente da buceta molhada. Ele não percebe nada, imagino que não sinta o contato da minha língua, que deve se diluir nas sensações mais intensas da penetração. Andreia também não dá mostras de perceber nada, embora possa me ver lambendo sua buceta. Meu pau está aos pulos, tenho vontade de empunhá-lo, mas me controlo para não por tudo a perder. Sinto na ponta da língua a dureza do pau do Thomas. É pouco, mas já é uma porção desse corpo que estou desejando há horas. Minha boca saliva intensamente. Alterno entre o talo do pau e o clitóris logo acima. Andreia geme a cada vez. Sinto o cheiro intenso dos dois sexos e os sabores que se misturam na minha boca. Isso me embriaga, me faz perder o medo. Vou encarar a última etapa do meu projeto.
Aguardo um momento em que os gemidos da Andreia e do Thomas se intensificam. Torço para aque ele não tenha vontade de gozar, porque ele sairia dela e seria o fim da penetração nessa posição. Não, estão firmes, num vaivém constante e harmonioso, como antes, na cozinha. Tento me sincronizar com o movimento e, assim que vejo o saco do Thomas colar na buceta da Andreia, grudo minha língua nele e não solto mais. Meu coração está aos pulos. E se ele percebe? Sinto-me levado pelo vaivém, uma, duas, três, quatro... Inúmeras vezes. Não, ele não percebeu. O alívio é enorme, começo a poder sentir a textura e o sabor do sexo do Thomas. Ele não se manifesta. Não me arrisco a mover a língua; deixo-a grudada em seu saco, estática. Nunca salivei tanto, o prazer é inusitado, indiscritível, o prazer do beijo roubado. Mas, de repente...
De repente, um puxão quase me arranca um tufo de cabelo. Engulo um "Ai!" e olho para cima. Andreia, de olhos arregalados, cravados nos meus, tenta me fazer entender que estou arriscando a pele. Mas estou tão excitado, tão desvairado pelo desejo que pego a sua mão e coloco diretamente no saco do Thomas, fazendo um gesto para que ela comece a massageá-lo. Ela reluta, mas consente em me ajudar e começa a massagear com força o saco do Thomas, arrancando-lhe gemidos de prazer e dor. Assim que ela tira a mão e começa a cavalgar forte, eu entro com a língua, sentindo suas rugosidades de noz e o contorno arredondado. Chego a conseguir abocanhá-lo sem parecer despertar a menor suspeita em Thomas. Olho para Andreia, agradecido. Agora somos cúmplices. Aplicamos nosso truque de alternar mão e língua até que Thomas anuncia que vai gozar. Me afasto, ele retira o pau da buceta da Andreia e, empunhando-o com força, dispara jatos poderosos que chegam até a barriga da menina, mas molham principalmente o triângulo de pelinhos castanhos. Quando ele termina, para surpresa minha, ele puxa as coxas da Andreia, dobra-as contra o corpo e me manda penetrá-la, assim, com ela em seu colo. Só preciso encontrar a melhor posição para me encaixar nela.
Começo lambendo a buceta completamente exposta, recém desertada pelo belo pau branco do Thomas. Toda a área está entumescida e encharcada. A excitação ambiente é prodigiosa, Andreia goza baixinho, em pequenos ganidos, acariciando febrilmente as minhas orelhas. Eu a deixo gozando e procuro uma posição para penetrá-la. Faço Thomas fechar as pernas e me ajoelho no sofá, por fora delas. É quase sentado nas coxas dele que eu penetro Andreia, espremida entre nós. Inicio um vaivém, mas a excitação é tanta que não demoro a sentir o prenúncio do orgasmo. Olhando nos olhos da Andreia, retiro meu pau e me masturbo diretamente sobre o seu corpo, que recebe meu esperma na barriga, nos seios e até uns respingos no rosto. Ela ri enquanto passa um dedo na bochecha. Thomas, sempre brincalhão, a empurra para o lado, monta nela e a enche de cócegas. Eu me junto aos dois e a brincadeira termina assim, às gargalhadas, como se nós três sempre tivéssemos feito isso e fôssemos os melhores amigos do mundo.
Naquele dia, acabei não esperando por Mirinha. Cansado, fui para casa me sentindo, é claro, um pouco culpado, mas logo varri da mente essa idéia, convencido de que a própria Mirinha teria aderido ao trio se estivesse por lá. No dia seguinte, fomos todos à praia juntos, Mirinha, Thomas, Pohl e eu. Pude me certificar de que minha cumplicidade com Andreia era sólida porque Thomas não deu a menor mostra de suspeitar das nossas artimanhas. E pude igualmente ter certeza de que Thomas era um bom cúmplice porque nada, daquele dia em que Mirinha não estava, jamais veio à tona enquanto estivemos juntos.
Adicionado: 2011-03-07 19:10:35
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Os contos eróticos de: Marc Fauwel
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