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Tags: NINFETA. TEEN,  VIRGEM,  CABAÇO,  INCESTO,  BOCETA,  

ID: 249 | Conto erótico Verídico
Autor: CÁSSIA/MARCELO
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-09-06 03:42:35
Hits: 324

10
PAPAI ME FODE NA CABINE DO FORD!

Relato de VIVIAN:
A garota dos lábios de mel. Refiro-me a todos, aos da boca e aos da xoxota. Tenho o tesão aflorado.
Meu pai acaba de tirar um caminhão novo e estamos comemorando. Papai parece criança com seu brinquedinho novo. Meu pai de criação. Assumiu seu caso com mamãe assim que meu pai verdadeiro nos abandonou. Ele sempre teve predileção por mim em detrimento dos meus dois irmãos. Sempre correspondi a esse afeto um tanto exagerado, no entender de meu irmão Jose Carlos. Jose Carlos tinha tirado o meu cabacinho, há algum tempo atrás. Isso é outra história. Bem voltemos ao caminhão. Demos uma volta pela cidade, somente no cavalinho. Porque a carreta já estava sendo carregada pra viagem na segunda-feira.
Eu estava de férias do colégio, e mamãe aprovou o pedido de papai pra que eu o acompanhasse, na tão prometida viagem. Argumentou o conforto da cabine ampla do novo possante. Passei o fim de semana, toda feliz, arrumando minhas coisas.
Cinco horas da manhã, o possante pega a rodovia principal. No 'CDplayer' propositadamente, toca “O Frete”. Estou em delírio. A viagem nas primeiras três horas flui bem, mas depois vai ficando maçante. Alterno de posição o no assento, estou muito a vontade, de saia rodada, bem leve, e de blusa bem curta, devido ao calor. Percebo umas olhadas com gosto de papai. No começo fico reprimida, tentando manter o recato. Mas com as conversas doces dele, vou ficando a vontade. Paramos pro almoço, num recanto apropriado e estréio a “cozinha nova”. Faço a nossa refeição. Papai come com apetite e me devora com os olhos. Sinto-me nua diante desse olhar. Disfarço. Fico tímida, mas adoro a situação. Aproveitamos a parada pra um banho. Papi aparece de bermuda de algodão e sem camisa. Tinha um corpo másculo, moldado à rotina dura das cargas pesadas que era obrigado a fazer e desfazer. Visto agora um short frouxo, de malha fina, bem leve e uma camiseta nos moldes da outra. Fazia calor. Estávamos no meio do país. A rodovia agora era uma vicinal sem muito movimento. Raramente cruzávamos outra condução. De repente ouço papi dizer:
__ Quer experimentar o volante? Meu coração quase saiu pela boca.
__ Será que eu dou conta papi?
__ Vem no meu colo, eu te ajudo. Estava acostumada a sentar no colinho do papi. Se bem que há vários anos desde que perdera o cabacinho, não tinha experimentado mais o ninho. Fui mesmo assim. Aninhei-me em seu colo. E já senti o mastro duro a me pressionar o bumbum. Fui soltando o corpinho devagar e me acomodando. A certa altura ele me ‘ajeitou’ melhor no colo. Peguei o volante embreei o câmbio, engatei a marcha e fui saindo devagar. Conforme acelerava me sentia comprimida no pau de papai. Podia perceber até o relevo da cabeçorra. Papai tava sentindo tesão por mim, isso era fato. E eu? Bem eu já estava melada. Meladinha. A essa altura eu nem si direito o que queria. Fiz o que me convinha, deixei rolar. De qualquer maneira eu já estava pega. No meio da nada. Quem poderia me socorrer? Só papai mesmo. Então... não demorou e a mão de papai, começo a explorar minha barriga. Depois desceu pra dentro de meu short. Apalpou minha xana por cima da calcinha. Estava com a responsabilidade do volante. As coisas foram se precipitando. Papai assumiu o volante e entrou no acostamento bem a sombra de várias árvores. A cabine ficou escondida entre os troncos e eu fiquei apreensiva. Papai não perdeu tempo. Eu, sem saber o que fazer, optei por sair dali, daquela posição vexatória. Papai me prendeu e me segurou quietinha por uns dois minutos. Depois arriou o cós de meu short e com facilidade levou-o até quase os joelhos. Chupei cana. Ele ergueu-me corpinho e quando desci já recebi o pau entre as pernas. Papi me tombou de lado e esfregou a vara na xana e quando achou o rasgo enfiou lentamente. Foi me endireitando no colo. O pau seco que estava, entrou forçando a minha vagina pouco úmida. Sofri por uns três minutos. Depois fui tomando gosto pela foda que levava. Entreguei-me total. Papai me chacoalhou no seu pau sem dó. Eu segurava no volante e imóvel, tomava na bucetinha. A cada enterrada eu soltava um gemido. De gemido em gemido cheguei ao gozo e de gostoso mesmo foi o tamanho da vara que eu levava. Queria vê-la, pegar na mão, na boca pra poder chegar ao orgasmo pleno. Papi me tirou a blusa. Depois tirou o pinto de dentro de mim e gozou nela. Sai e fui pra cabine-leito, me vesti de acordo, enxuguei minha vagininha e retornei pro meu acento. A viagem seguiu como se nada houvesse acontecido. Dormi, acordei, curti músicas e principalmente rememorei cada instante daquela foda mágica. Papai seguia calado. Poucas palavras, falamos até a parada do jantar.
O jantar foi numa petiscaria conhecida do velho. Tomamos banho e procuramos uma mesa no restaurante. Comida gostosa. Não mais que a comida que levei de papai. Essa foi insuperável. Risos.
__ De que ri, menina?
__ De nada papi. Bobagens minhas. Melhor seria dizer, bobagens nossas. Depois do jantar descansamos no saguão social e depois papi me tomou pela mão e me levou a um quarto nos fundos. Razoável. O básico. Ia ser fodida de novo, pensei. Nem deu tempo papi me despiu toda, me deitou na cama e meteu a vara sem nada me perguntar. Levei vara uns quinze minutos, sem trégua. A vara cutucava a boca do estômago. Gemia a cada estocada, erguia bem as pernas pra receber bem a vara toda. Depois papi saiu de cima de mim e gozou em meu corpo todo. Quando se aproximou de meu rosto, agarrei o membro e engoli a pica. Sedenta de vara ainda. Prestei atenção no cacete do velho. Não era de brincar não. Dava pra pegar com as duas mãos. Isso explicava bem os gemidos de mamãe. Tão grande, pensei, que não custa dividir com quem tem fome de vara. Vesti a roupa e saímos. O Ford roncou na estrada. As luzes iluminavam a pista, e o meu sorriso iluminava meu coração feliz. O caminhão seguiu pela madrugada fresca e quando eu cochilava, percebi os solavancos de uma estrada de terra. Papi entrou num desvio.
__ Aqui é bem sossegado, riu pra mim
__ Vamos descansar um pouco. Deita lá atrás. Insistiu-me. Deitei na cama estreita e então o velho me despiu devagar, deixando-me nua em pelo. Virou meu corpo obediente de bundinha pra cima. Depois ajoelhou deixando minha bunda na reta de seu cacete. Passou um gel gelado em todo meu rego e untou meu cuzinho. Preparei-me para o pior. Senti medo, mas fiquei muda, talvez de pavor. Senti o dedo dele forçando a entrada de meu ânus. Colocou um dedo, rodilhou as pregas e depois entrou com outro dedo. Fui tentando relaxar. A vara estava chegando. E veio. Papi trocou os dedos pelo pintão grosso e enfiou a cabeça do baita no meu cú. Retraí à bunda fechando o rego. Papi ficou brabo. Puxou minha anca e enfiou um travesseiro por baixo. Não satisfeito enfiou mais um. Fiquei quase de quatro. A bunda toda oferecida pra ele. Então ele foi enterrando a vara devagar. Parava, puxava um pouco, lubrificava e enterrava de novo, nesse ritmo a vara me entrou toda. Gemia num misto de dor e prazer. Entreguei-me ao prazer sádico de papai. Fodeu a minha bunda com ímpeto. Depois gozou desenfreado. Inundou meu rabo de porra. Quando saiu de cima de mim, deslizei meu corpo pra fora do caminhão, agachei-me defronte os pneus do bruto e fiz cocô, de porra e sangue, com certeza. Papi rasgou algumas preguinhas minhas. Voltei e fui dormir. Não me restava mais nada. O Fordão roncava e eu gemia, de prazer e de dor.


Adicionado: 2010-09-06 03:42:35
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos














 



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