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ID: 316 | Conto erótico Verídico
Autor: Cinthia
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-11-18 20:34:27
Hits: 1731

8
O Eletricista tarado - início

O Eletricista tarado - início

Tudo isso acontece, porque meu pai trabalha pra político em Brasília e minha mãe não para em casa...pior, eles vivem inventando reforma no apartamento, na casa e tauz e sobra pra eu ter que ficar de olho nessa gente. Sem contar a poeira, o barulho, etc. Já tinha uns 15 dias que dois homens estavam arrumando a parte elétrica do apartamento. O eletricista era um tal de Armando e o outro que vinha com ele se chamava Olavo.
Depois de uma semana naquele entra e sai, percebi que eles já olhavam pra mim e para a minha mãe com olhares de comilões. Mas, como a minha mãe não para em casa sobrou pra eu ter que aturar aqueles dois. Às vezes quando eu passava por eles numa roupa mais curta ou de shortinho, eles ficavam me comendo com os olhos feito uns tarados.
Há mais ou menos uns dois dias eu cheguei da aula mais cedo e estranhei não ter ninguém ali trabalhando. Quando estava indo para a cozinha pegar um refri, ouvi um barulho estranho vindo lá do banheiro da empregada. No começo eu fiquei assustada, mas, depois percebi que pareciam gemidos. Fui até a porta da área de serviço, onde dava pra olhar de longe na direção do banheiro e o que vi me deixou abobada. O tal do Armando estava sentado no vaso, em cima da tampa e com a calça abaixada e talvez não esperasse que alguém chegasse àquela hora. Ele tava com cacete duro pra fora da calça batendo uma punheta e com uma calcinha na mão, que logo percebi que era minha.
Ele batia com força, esfregava a calcinha na cabeça do cacete e gemia baixinho dizendo: - Gostosa, quero te fuder toda! Esse cheirinho da sua bocetinha me deixa louco. Quero ver essa calcinha no seu corpo pra arrancar ela e te fuder todinha! E virada a calcinha e continuava: - Toma meu cacete nessa bundinha arrebitada! E desvirava e falava baixinho: - Agora, engole o meu cacete nessa bocetinha gostosa! Nossa! aquelas palavras e o jeito como ele segurava a minha calcinha e esfregava na cara e depois no cacete me deixaram doida, comecei a tremer e a calcinha que eu estava usando ficou úmida, de tanto que fiquei excitada.
Naquela hora eu percebi que aquele coroa era um tarado! Pensei em xingar ele de filho da puta, tarado, pervertido, mas estava gostando muito daquilo, eu estava toda molhadinha e cheia de tesão. Ele é negro, alto e bem musculoso, além disso, tem uma cara de bravo que me deixou mais excitada. Sem contar, aquele cacete lindo, cabeçona bem vermelha, cheio de veias, grosso e grande na mão dele, pulsando enquanto a mão dele subia e descia, segurando aquele mastro negro. Percebi que era uma das minhas calcinhas que deveria estar no cesto de roupa suja e que agora passeava naquela tora negra pela mão dele.
Pra me deixar mais de careta ainda, logo ele começou a esporrar uns esguichos fortes e ele ainda usou a minha calcinha pra abafar os esguichos e depois limpar o enorme cacete com ela.
Paralisada, senti a minha xaninha alagada e eu queimava de tanto tesão. Assustada as minhas pernas tremiam e eu mau conseguia me mexer.
Sai de fininho cheia de tesão e fui tomar o meu banho. enquanto me deliciava no chuveiro imaginando o corpo dele, o baita cacete e tauz! Comecei a me acariciar e sentia o meu corpo pegando fogo e estava com o tesão a flor da pele.
Apesar de toda a tara dele por mim eu confesso que fiquei um pouco nervosa e com medo. Sai do banho e coloquei um shortinho de malha bem curtinho e uma blusinha tipo top que deixava a minha barriguinha toda de fora. Esse shortinho é muito fino e curto, pois uso pra ficar em casa ou dormir e ele ainda deixa aparecer a minha calcinha por baixo e também deixa mostrar as polpinhas do meu bumbum. Bom, voltei pra cozinha pra comer alguma coisa. Ele é claro, havia percebido que alguém havia chegado porque não estava mais por ali. Na volta encontrei com ele no corredor e então pra provocar, passei por ele, cumprimentei e percebi que estava olhando o meu bumbum rebolando.
Nossa! Eu deixei ele mais doido ainda porque de longe percebi que ele ficou alisando o cacete por cima da calça. Mesmo naquela distância deu pra notar que era um cacetão de respeito...bem grosso e cumprido que estufava o tecido da calça. Notava seus olhos me despindo, desejando... e isso aumentava o meu tesão... sabia que estava gostosa, mesmo sem estar com nenhuma roupa mais ousada, tipo um vestidinho ou uma sainha.
Bom, logo ele veio me procurar dizendo que precisava de alguns materiais e que era pra mim falar pra minha mãe. Fui acompanhando ele e quando chegou perto de um buraco na parede onde ele disse que ia colocar um tal de quadro de força começou a me mostrar algumas coisas e eu comecei a rir dizendo que não conseguia ver nada porque era baixinha e o buraco estava mais alto.
Então, ele disse que podia me erguer se eu quiser ver melhor e depois explicar para a minha mãe. Percebendo a intenção dele me fiz de boba e aceitei. Ele me segurou pela cintura, atrás de mim, e me levantou. Às vezes não conseguia me segurar direito e fez isso umas três vezes, mas, quando me abaixava, fazia questão de me descer pertinho do corpo dele e eu sentia alguma coisa dura nas minhas polpinhas. Quando eu disse que já tinha visto ele me desceu de vez e me deu uma bela encoxada, deu para sentir um volume imenso crescendo na minha bunda, fiquei toda arrepiada e começou me mostrar onde seria instalado os equipamentos e tauz!
Sem olhar pra trás, fui saindo da frente dele e dizendo que já tinha entendido, mas nisso a minha bundinha foi deslizando de roupa e tudo pela extensão do cacete dele e é lógico que ele tentava esconder aquele volume todo pra mim não ver e de tanta vergonha que estava.
Ele foi embora e ficou por isso mesmo. À noite eu rolava na cama e não conseguia dormir lembrando daquela tora encostando em mim.
No dia seguinte depois da aula quando cheguei ouvi ele cochichando baixinho com o outro cara: - Olha só que rabo gostoso essa menina tem! E o outro cara respondeu: - Também, tem a quem puxar né? A Mãe dela é outra gostosa!
Naquela hora eu lembrei que um dia, eu cheguei mais cedo também da escola e sem que ela me visse eu vi a minha mãe na sala com uma camisa regata branca e apertada e uma calcinha minúscula e por alguns segundos reparei o quanto ela é gostosa. Tem uma bunda enorme e redondinha, com suas gordurinhas e celulites. Eu já estava pronta pra entrar e zoar com ela quando pra minha surpresa no sofá estava o Jonathan, filho da empregada, também negro, completamente nu acariciando o enorme cacete negro e olhando pra ela.
Até que ela se virou e começou a beijar ele e foi sentando no seu colo enquanto o cacete preto dele roçava a perna dela e ela beijava ele, passando a mão pelo peito, rosto, braços dele até começar a acariciar o saco e o cacete dele e depois começar a punhetá-lo.
Eu sempre soube que ela traia o meu pai porque ele fica lá em Brasília fazendo política e mau dá atenção pra gente, mas, nunca tinha visto de tão perto uma coisa daquela. Ela nunca soube que eu vi, mas também, nunca me encheu o saco com as minhas saídas e dormidas fora de casa. Sempre fomos amigas.
Bom, passei por eles cumprimentei e sorri e fui tomar meu banho. Deixei a porta meio aberta de propósito. Eu estava louca de tesão e quanto mais me lembrava do dia que ele pegou a minha calcinha e bateu punheta pensando em mim mais doida eu ficava.
Não deu outra! Não demorou e percebi pelo espelho que ele estava me espiando pela fresta da porta e alucinadamente batia punheta sem perceber que eu havia notado tudo. Ele era mesmo um tarado! Se arriscava só pra me ver. Me demorei mais do que de costume e passava as mãos por todo o meu corpo pra ele ver bem como eu era. Por outro lado, eu me acariciava com muito tesão e pensava: - Eu tinha que me arriscar e deixar aquele cacetudo me comer. Só eu sabia como a minha xaninha e o meu cuzinho ficavam, querendo aquela rola negra. Quando fechei o chuveiro ele saiu e acho que, correu rapidinho porque eu não o vi mais. Vesti uma camisolinha de alças bem curtinha com uma calcinha de algodão bem cavada, afinal eu estava na minha casa e o calor era insuportável, assim como o meu tesão...rsss.
Fui pra sala e liguei a TV e antes de sentar olhei rapidamente para trás e vi ele me olhando de longe. Notei que seu cacete já estava duro porque ele alisava por cima da calça e às vezes dava uns apertões. A cara de tarado dele já dizia tudo. Eu disfarçava e fingia que não via nada.
Tinha hora que eu notava nitidamente ele mexendo com os lábios e dizendo, enquanto alisava o cacete por cima da calça: - Deixa delícia eu ti fuder, vai!... sei que você vai gostar sua gostosinha, da bundinha arrebitada!
Eu apenas sorria sem olhar pra ele e balançava a cabeça fingindo estar envergonhada.
Ele ficou lá de longe, por alguns minutos e depois como eu não falava nada ele saiu e foi para aonde estava o seu amigo.
Dei um tempo e fui ao banheiro e depois fui na cozinha beber uma água, pois estava com muita sede.
Passei por eles pra ir ate a cozinha beber água e fiz questão de passar bem devagarzinho e rebolando. Eu estava descalça e apesar do silêncio eu percebi a respiração quente dele nas minhas coxas, porque ele estava abaixado mexendo em não sei o que no corredor.
Eu podia jurar que ele me seguiu com os olhos até a porta da cozinha. Minha xaninha já estava molhada e uma gota de suor escorreu pelo meu reguinho passando pela entrada do meu cuzinho, me deixando doida. Eu estava brincando com fogo e sabia que podia me queimar, já que ele era um tarado bem sem vergonha.
Ouvi quando ele falou para o outro cara: - Olavo! Você já pode ir. O serviço está quase no fim e daqui pra frente pode deixar que eu termino. Em seguida, ouvi o tal do Olavo falando até amanhã pra ele e indo embora.
Eu ainda estava na cozinha pegando o copo de água quando escutei ele me dizer: - Cinthia, posso usar o banheiro daqui de dentro um minuto? O lá de fora ainda está com a fiação toda solta e eu só vou arrumar amanhã!
De costas pra ele e sabendo que ele me comia com os olhos respondi: - Lógico!, se precisar tem toalha de rosto limpa no armário da direita. Eu como não sou boba nem nada (rsss) dei um tempinho e corri silenciosa até o banheiro onde ele estava e espiei pelo buraquinho da fechadura...afff, pra que fui fazer aquilo? Apesar da dificuldade vi ele sentado na tampa do vaso, batendo outra punheta. Acho que ele sabia que não ia me comer e estava se aliviando, lá. Tadinho, por minha causa ele se acabava na punheta...rsss.
Mas então, a primeira coisa que vi foi aquele cacetão negro e enorme! O cara era meio que animal, minha nossa! Duro, brilhando, grande e grosso!. As veias também grossas pulsavam. Todo negro e brilhante, a cabeça vermelha... parecia um pedaço de pau na mão dele que, segurava e acariciava aquela coisa dura e pulsante nuns movimentos rápidos. Apesar de não estar dessa vez segurando alguma calcinha minha, quando encostei o ouvido na porta ouvi ele dizer gemendo baixinho, pensando em mim, enquanto batia punheta:- Ah! Sua safadinha gostosa é de uma rola dessa que você merece! Você tinha que sentir essa rola do negão te arrombando, te arregaçando todinha! Quero ver você gemer com essa rola todinha dentro de você!
Nossa!... de novo, eu não acreditei...ele estava segurando um tremendo de um cacete na mão, querendo colocar aquilo tudo dentro de mim e falava o meu nome? Que cara tarado, aquele! aff...
Naquela hora eu não pensava em outra coisa...eu queria dar tudo pra ele, queria que ele me fudesse gostoso como nunca ninguém tinha feito, queria chupar aquela tora grossa, queria senti-la no meio das minhas coxas, nas minhas mãos...pior, minha xaninha queimava e babava de tanto tesão, meu cuzinho se contraia e eu ficava imaginando que ele não ia agüentar aquilo tudo dentro dele. O cacete daquele cara ia me arrombar todo o rabo.

(continua...)
Bjus,
Cínthia



Adicionado: 2010-11-18 20:34:27
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Os contos eróticos de: CINTHIA LAMARCK














 



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