ID: 196 | Conto erótico
Verídico Autor: MARCELO
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-07-14 20:47:54
Hits: 147
GERAÇÃO BEATLES TAMBÉM FODIA. E MUITO.
Um relato de MARCELO:
Hoje é dia do rock. E careceu-me de recontar essa história vivida por alguma personagem perdida num tempo qualquer nos anos dourados. Dizem, e é consenso geral de que a era Beatles foi uma das mais produtivas de todos os tempos, nas artes em geral. Na música então foi imbatível. Os anos 60 corriam soltos. O ‘Rock and roll’ era a febre da vez. A repressão da ditadura também marcou, impingindo ainda mais a marca da rebeldia. Os Beatles eram sucesso mundial. Ditavam a moda, assim como o movimento da jovem guarda. Eu, Marcelo, seguia a essa tendência, tinha minhas calças boca de sino, blusa cacharrel, camisa a La “Tremendão”. Eu era fascinado pelo sucesso dos Beatles: “Sgt Peppers Lonely Heart Club Band “e também “Arnold Layne” do Pink Floyd, ainda na era louca de Syd Barrett e o mais importante e que me inspirou a escrever esta crônica: Os catecismos de Carlo Zéfiro. Verdadeiras obras de arte. Revistinhas de sexo ilustradas e desenhadas à mão, que apesar de vários autores, o mais procurado era mesmo o Zéfiro. Eu colecionava essas preciosidades. Emprestar jamais. Ninguém as devolvia, e se devolvessem, as coitadinhas voltavam com as páginas coladas por “Tenaz”. Essa cola...
Quando eu conseguia um exemplar novo, corria depressa pro meu “sossego” e a sós, batia várias punhetas, até “sair sangue”. Criava pêlo na palma da mão. Aliás, esse negócio de masturbação; masturbação não, a gente nem sabia o que era isso; punheta mesmo era a alegria da moçada, porque mulher pelada meu caro, era só em sonho, proibida nas revistas e caras, na zona do meretrício. As poucas meninas, ditas biscatinhas, que havia na cidade, eram disputadas; disputadas, é ótimo; a tapas.
Na minha sala de aula tinha uma garota incrível chamada Maria Luiza. A popular Malu. Essa estava à frente de seu tempo. Tinha uma família de mente mais aberta, parentes no Rio e São Paulo, e por isso estava sempre antenada em relação a moda e ritmos. Era extrovertida e debochada. Do tipo avançadinha. “porra, caralho e foda-se”, faziam parte do seu repertório diário. Isso chocava as outras garotas que a recriminava e por trás morriam de inveja.
Maria Luiza era a musa das punhetas. Todo menino já tinha batido pelo menos uma dúzia de punhetas tendo ela como inspiração. Eu não fugia à regra. Nutria certo desejo por ela, e este desejo virou paixão, quando em uma viagem que fiz à São Paulo trouxe um disco “Abbey Road” recém lançado. Ela já era minha amiga. De leve. Então veio até a mim. Perguntou-me sobre o famoso “LP”. Fiz-lhe uma resenha sobre o disco e empolgada, ela atentamente me escutava. A certa altura me convidou pra uma audição musical na sua casa. No seu moderníssimo Akay, importado. Nossa. Vibrei por dentro, não cabendo em mim, tentei disfarçar aquela euforia toda. Marcamos hora e lugar. No seu quarto, na sua casa e com todos os amigos.
Era 1970 e encerrava-se assim, era Beatles e década de 60 e com chave de ouro. E começava a minha saga. Não me cabendo de contente cheguei ao encontro. Convidado a entrar por uma empregada da casa, logo me vi no seu quarto. Enorme. Coisas espalhadas pelo chão. Um cheirinho delicado de “erva”. Imaginei que fosse; era incenso, eu soube depois; e Maria Luiza, delicadamente, flutuava sobre almofadas, com estampa em desenhos psicodélicos, a moda hippie. Tinha boa parte das coxas alvas, á mostra; permitidas pela minissaia vermelha de tergal plissado em pregas sem fim. Trajava ainda uma blusinha curta em laise bordada desabotoada e apenas amarradas as pontas inferiores, deixando aparecer generosa parte dos seios duros e empinados, alem da barriguinha branca e do umbiguinho. E o cacete duro quase a romper a “zorbinha de furinhos. Deliciei-me, todo embasbacado, daquela figura angelical. Como se diz hoje, viajei na maionese e pirei na batatinha. O sorriso doce, nos dentes curtos e alvos, a testa docemente escondida numa franjinha a “La cocote” e os cabelos presos com duas “marias-chiquinhas”, lembraram-me, Jane Birkin, a musa eterna de “Jet’aime, moi non plus”, de Serge Gainsbourgh. Pinto duro, cacete esticado ao máximo. Impossível esconder aquele volume. Pra piorar, ela não tirava os olhos e ria e eu corei. E ela também. Pra quebrar o clima ela se levantou num gesto quase único deixando a parecer a calcinha rosa. Rosa? Deixa pra lá.
O disco roda e a gente; eu e ela, somente, ouvíamos e comentávamos alguns trechos, traduzindo e assim nos deliciávamos com aquelas músicas.
Um breve silencio e um acorde, e Paul entra cantando Oh! Darling. Eu num lance de pura sorte, olho bem nos seus olhos, ela revida no mesmo tom e eu disparo:
____ “Ofereço á você essa canção”. Seus olhos marejam.
____ “Caralho. Ninguém nunca me ofereceu uma música”. E veio até a mim e me beijou suavemente na boca. Já havia beijado muitas garotas. Comido muito batom. Mas ali foi amor ao primeiro beijo. Apaixonei-me, reprisei o beijo e ela aceitou e retribuiu, e assim se seguiu. A música virou nossa trilha sonora. Confessei meu amor. Ela também. Puxei-a contra mim e comecei a acariciar seu corpinho Mignone. Desci sua calcinha um pouquinho. Ela recuou, quis ficar brava. Fez um muxoxo. Baixou os olhos e disse:
____ “Não sou o que você está pensando”.
____ “Sou virgem”.
____ “Virgem?” Retruquei.
____ “Sim virgem, por quê?”
____ “Me acha uma biscatinha?” Disse-me magoada. Pensei rápido num modo de reverter aquele clima tenso.
____ “Eu estranhei você pensar que eu pensei que você pen...” Enrolei-me com as palavras. Ela riu divertidamente.
____ “Todo mundo pensa isso de mim, pode falar”.
____ “Eu sempre te admirei e gosto tanto de você e nunca tive tempo pra pensar isso de você”. Retorqui e abaixei os olhos. Ela veio delicadamente sobre mim, me beijou e disse:
____ “Eu te amo. Eu amo você em silencio há muito tempo. E vou provar isso pra você”. Maria Luíza recuou o corpo, e ficando de pé, entrou com as duas mãos pelas laterais das ancas, sob a saia e retirou a calcinha delicadamente e virando de costas pra mim, pude ver a sua bundinha branca fazer bamboleios pra desenganchar a minúscula peça de roupa do reguinho. Vou à loucura. Meu cacete reage dando estilingadas dentro da bermuda. A calcinha desce pelas coxas e pernas, passando pelos pés. Entregou-a em minhas mãos. Acariciei o objeto do desejo e cheirei sem perceber o gesto. Um cheiro de tesão invadiu minhas narinas. Ela riu e se jogou no chão. Deitou-se de costa sobre uma almofada e depois, colocou a delicada mãozinha sobre a região do púbis e esfregando na direção do umbigo, ergueu suavemente a saia. Apareceu a bocetinha. Apenas um recortezinho com a pontinha do clitóris apontando. Maravilhei-me com aquela visão. Continuei imóvel, preso às minhas próprias fantasias. Malu abriu suavemente as pernas e sob a luz clara, delineou-se mais nitidamente a sua bocetinha de menina. Ressaltada. A fendinha tinha pouco mais de três centímetros, iniciando pelo clitóris e desaparecendo no vão das pernas. Pelos dourados, bem rebaixados nas beiradas e mais crescidos no centro do púbis, aparados por tesoura, pensei. Percebi os grandes lábios bem rosados e bastante comprimidos pela xotinha bem fechada. No mesmo tom, o botãozinho pregueado e bem fechadinho. Da abertura da boceta, via-se o brilho de uma secreção transparente e viscosa, uma espécie de néctar, escorrendo e umedecendo o cuzinho que às vezes pisca, como que me convidando.
____ “Você não vem?” Apressou-me. Ergui o olhar na direção de seus olhos e sorri; olhei pra porta, preocupado. Devolvi o olhar pra ela.
____ “Está à chave, acalmou-me”.
____ “Vem meu amor”. E eu fui.
Livrei do short e com o mastro em riste arrastei até ela, abri suas coxas e me enfiei entre suas pernas. Malu se adiantou e pegou meu membro nas mãos a apalpou como que reconhecendo e explorando seu algoz. Dedilhou a cabeçorra e testou a maciez da pele da rola inflada. Depois, conformada com a decisão que tomara, mergulhou o meu membro na entrada da grutinha úmida. Flexionei o corpo pra frente e cravei-lhe a vara com delicadeza, mas também com muito vigor. Encontrei a resistência da pureza feminina. O tão sonhado cabaço. Forcei o pau na tentativa de romper aquela doce barreira. Maria Luíza gemeu baixinho. Agarrou o meu pescoço e pediu-me que não parasse mais. O desejo e o tesão já tinham dominado os nossos corpos. Elevei suas coxas e calcei sobre os meus ombros deixando a garota bem ao meu alcance, bem exposta. Prendi seu corpo embaixo do meu e mandei o ferro com toda a força. Depois de certa dificuldade, o cabaço rompeu-se e sob os gritinhos de dor e de prazer da ex-donzelinha, a vara entrou toda. E foi assim que eu tirei-a da pureza do lírio e entreguei-a ao reino de mulher. Malu aos poucos foi se entregando ao prazer daquela metida. Já até rebolava na vara. Sentiu os primeiros tremores de um orgasmo e em seguida se deixou levar pelo prazer. Gemia e dizia palavras desconexas ou obscenas em meus ouvidos. Mordia minha nuca, arranhava minhas costas. Delirava de prazer quando eu lhe acariciava o cuzinho. Eu molhava o dedinho no visgo que escorria da sua xaninha e untava o seu rabinho e aos pouco o dedo entrou provocando uma fúria de orgasmo na menina carente. Ela gozou. Ao ver os seus olhinhos revirando de prazer, explodi em gozo também. Lancei meu esperma quente dentro de sua grutinha. Nem pensei nas conseqüências. Nem eu nem ela. O tesão era a tônica. Falava mais alto. Amamo-nos numa foda apaixonada e eterna. Depois de uns minutos travados no primeiro gozo, fui relaxando os músculos e o desejo se apoderou de meu corpo novamente. A visão estonteante de sua bundinha branca, por baixo da minissaia vermelha não saia de minha cabeça. Virei a garota de bunda pra cima e untei o rabinho dela com “ Gumex”. Azeitei meu cacete na mesma medida. Maria Luíza apavorou-se quando percebeu minhas intenções. Quis levantar, mas eu desvairado de tesão atalhei seu movimento e a trouxe pra baixo e a fiz sentar na minha rola dura. Ajustei o cacete na bundinha e quando achei o buraquinho do cu enterrei rápido. Forcei a passagem pelas pregas. Malu chorou alto, esperneou e me xingou, mas o ferro entrou assim mesmo. Mantive a garota presa na vara até que se acalmasse. Depois ferrei com gosto. Coloquei tudo até o fim. Tirei o cabaço da bundinha da minha menina. Aos poucos ela foi entendendo o sabor da pica na bundinha e foi gostando. Já não se debatia tanto ou até ajudava nas estocadas. Minha segunda gozada parece até ter sido maior. Enchi seu rabo de porra quente. Ela parecia curtir cada uma das esguichadas. Apaixonei por aquela menina com todas as minhas forças. Desde então nunca mais fui o mesmo. Hoje, aqui escrevendo, relendo e revisando esse conto, sou pleno de paz e felicidade e creio que ela também. Quer a certeza? É só perguntar a ela, aqui do meu lado.
____ “Não é Maria Luiza?”
____ “Podes crer meu velho”.
Adicionado: 2010-07-14 20:47:54
Hits: 147
Os contos eróticos de: Cassandra Risos
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
Meu cão dinamarques se vc vaz sexo com animal que tenho o pÊnis pequeno vc continua virgem De: anÔmimo
O Pilão Cada vez melhor. Superaste-te!!! De: Pedro A
a fantasia Ainda melhor que o primeiro!!!! Parabéns! Não deixes de contas as próximas aventuras!!! De: Pedro A
um novo amigo Parabéns! Muito excitante! :) De: Pedro A
NOITE DE NÚPCIAS DE UM CORNO Carlos, gostei muito deste seu relato, e eu sou um daqueles maridos que voce colocou como entusiasmado ao ver a minha esposa tomando vara! De fato, acho que não tem nada melhor que ser um voyeur e ver... De: Costa