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ID: 342 | Conto erótico Verídico
Autor: renata
Em Português de Brasil
Adicionado: 2010-11-29 19:43:47
Hits: 11084
Os contos eróticos de: Renata


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Meu marido permitiu que eu contasse tudo I

Tags: sadomasoquismo,  verídico,  renata



Bom... Não sei nem como começar... Mas já comecei. Pronto. Acho que não sou muito boa nisso de escrever... Vou escrevendo, descrevendo e vou lembrando. Acabo ficando boa. Por favor, não reparem. O que eu vou fazer é que eu vou contar tudo que vem acontecendo comigo, a exemplo de outras mulheres que já o fizeram por aqui. Vou tentar descrever tudo, tim tim por tim tim, com mais detalhes ainda do que elas fizeram, porque além de me proporcionar prazer, pode também servir para alguém de alguma forma, não sei, mas acho interessante mostrar por aqui essa coisa, que, pelo menos eu acho, uma coisa completamente diferente que aconteceu comigo e que ainda vem acontecendo comigo e que me ajudou a me conhecer melhor... Diferente em todos os sentidos, eu acho. Procurei, mas não achei nenhum lugar melhor onde talvez eu pudesse postar esses fatos. Tem tudo a ver com os assuntos desse site. Se tiverem outra sugestão... Moro aqui de onde escrevo quase desde que casei há exatos dois anos e cinco meses. Os primeiros cinco meses é que moramos com a mãe do Renato que é viúva e mora com as duas filhas, depois conseguimos alugar este apartamento e viemos pra cá, para lógico, darmos sequência aos nossos sonhos e desfrutarmos de mais privacidade, claro; aquelas irmãzinhas dele, nossa, que saco! O fato de não termos filhos facilita tudo, eu acho. Apesar de eu só trabalhar em um colégio particular pela manhã e ganhar pouco como professora de primeira a quarta série, o Renato vai indo muito bem onde trabalha e, nunca chegamos a ter problemas financeiros morando aqui, como quando tivemos quando casamos e fomos morar com a mãe dele porque ele ficou desempregado e além do mais, posso ficar com as tardes livres para os afazeres de casa e podemos até quem sabe, deixar um dia amadurecer a idéia de termos um filho. Só mesmo os nomes são fictícios, os fatos são completamente reais, é só isso que eu posso garantir. Esse apartamento que conseguimos alugar aqui na zona sul mesmo, do Rio, nós calculamos, eu e o Renato, desde o início, que deveria ser uma espécie de mansão que transformaram em dois prédios de dois andares cada há muito tempo atrás. Algum investidor; não sabemos. Nós moramos no segundo andar do bloco de trás ou bloco dos fundos, né, como dizem. Embora espaçosos, são apenas dois apartamentos de 1 quarto por prédio, totalizando quatro apartamentos nos dois prédios. A janela da sala do meu apartamento, da para os fundos dos dois apartamentos do bloco da frente, onde estão respectivamente os quartos desse bloco da frente. É tudo muito bem organizado. Caixa de correio, interfone; pagamos uma pequena taxa de iluminação e limpeza, que nem se pode chamar de condomínio. Eu gosto daqui. São poucos e discretíssimos os vizinhos. Um, em especial, não é tão discreto como a principio eu achava que fosse. Seu Zé. Acho que fica bem pra ele e mais fácil de escrever: Seu Zé! O nome dele verdadeiro é enorme se comparado a Zé. Desde que viemos pra cá que ele apesar de discreto no relacionamento, mostrou-se super indiscreto nos olhares. Sempre olhou de forma desavergonhada, só sendo discreto quando eu passava com o Renato. Pelo menos isso. Sempre que me via dava um jeitinho de mostrar que tava mesmo olhando, mas naquela época nunca falava nada. Só olhava com aquele olhar de tarado, aquele cavanhaque branco, aquele rosto magro, aquele jeito esquisito, sinistro, de ombros levemente encurvados que pareciam carregar os seus cinquenta e hum anos de idade, todos ali. Os cabelos eram cheios, mas sempre aparados para não cobrirem as orelhas, e, ligeiramente brancos, não quase totalmente brancos como o cavanhaque. Sem falsa modéstia, encaro como normal o fato de me olharem. Sou bonita de rosto com cabelos lisos escorridos até os ombros e castanhos como meus olhos, corpo bem feito com 1.67 cm e 58kgs, seios pequenos, mas pernas lisas, torneadas mesmo que sempre que posso exibo com orgulho. E o fato dele sempre ta me flagrando em roupas menores usadas por perto de casa, como shorts, por exemplo, claro, chama mais atenção dele, eu compreendia até, mas o modo que ele olhava (olha), é que sempre foi diferente, canibalescamente diferente. A gente sabe o que os homens querem comer... Mas ele parecia querer comer, mas de forma diferente, uma coisa que ainda não dá pra explicar. Eu e o Renato, coincidentemente, temos nomes iguais. Então por isso vou me chamar de Renata. Nós temos uma outra coincidência também, temos a mesma idade, hoje 25 anos, por tanto viemos pra cá com 23 anos, ambos.<br />
Ele não olhava quando eu estava com o Renato por perto e coitado do homem que parecia tão frágil assim fisicamente , principalmente se comparado ao Renato. E o Renato era meio nervosinho e poderia começar uma briga. Mas quando estava com aquela namorada não se fazia de rogado e olhava escancaradamente. Lembro uma vez quando eu passei a primeira vez na frente dele com um short de lycra preto bem curtinho e apertado, vindo da caixa de correio com umas contas na mão, que ele chegou até a se virar me olhando o descarado. Eu morri de vergonha pela mulher e pensei, ainda bem que eu vejo muito pouco esse homem andando por aqui, ele costumava se enfurnar dentro do próprio apartamento e sumir. Aliás, é bom que se diga uma mulher bonita até, a namorada dele. Pra ele, linda. Novinha também (parece ser o fraco dele), Eu não sei exatamente qual a idade dela, no máximo 28 eu acho. Mas sei que de certa forma foi ela também que ajudou a mudar tudo. Bom, vamos ao fato que realmente interessa. Nós já tínhamos acho que quase um ano morando aqui quando aconteceu o episódio inusitado. Em uma certa tarde que abri distraidamente a minha janela, vi que no andar de baixo do prédio da frente acontecia algum movimento menos comum. Eu ouvia coisas, pareciam palmas, não sabia. Os únicos apartamentos que costumam ter gente nos dias de semana, eu já sabia, era aquele e o meu, claro Olhei melhor e vi sem muita nitidez que parecia que o Seu Zé tinha a namorada de joelhos aos seus pés com as mãos amarradas pra trás. Parecia gritar alguma coisa com ela que eu não conseguia ouvir o que era. De novo palmas e der repente ele deu um tapa no rosto da moça que tombou pro lado sem cair totalmente. Meu Deus! O homem ta agredindo a mulher. Devo chamar a policia? Foi quando ela se levantou com dificuldade e percebi que estava completamente nua. Alguma coisa ta acontecendo de diferente ali. Pensei em como observar melhor antes de tomar qualquer atitude. Lembrei do binóculo do Renato e o peguei imediatamente. Quando retornei, me coloquei um pouco atrás da cortina pra não ser vista e pude ver tudo bem de pertinho com o binóculo. A cena já era outra. A mulher estava de joelhos no chão com as mãos amarradas pra trás com o rosto e os seios comprimidos sobre a cama e a bunda virada completamente pro homem em pé atrás dela. Seu Zé aparecia melhor agora no meu campo de visão e através de sua bunda magra pude observar que estava também completamente nu. Pelo tempo que eu sabia que eles já namoravam, claro que ele não estava a forçando a nada, o que pareceu me tranqüilizar um pouco. Mas continuei tensa. Ele se aproximou dela e desferiu três tapas fortes seguidos em sua bunda branca e pude ouvir de longe com dificuldade os gritos abafados da moça. Quando ele voltou pra pegar algo sobre um talvez armário que não dava pra ver direito, foi que eu pude ver o membro enorme não completamente duro que o homem portava entre suas pernas magras. Fiquei perplexa. Quando ele se reaproximou da moça ele já trazia um pequeno chicote que imediatamente começou a desferir repetidas vezes nas nádegas empinada da moça e seus gritos já chegavam mais fortes embora não o suficiente para chamar atenção em outro lugar. Eu ainda não tinha percebido de tão estática e atenta que estava, que aquilo estava mexendo comigo de uma forma inédita pra mim. Ele se aproximou e colocou o pé direito sobre o rosto da moça comprimindo-o mais ainda na cama e manteve o esquerdo no chão. O que me transtornou foi que nesse momento observei que a moça parecia demonstrar um prazer imenso apesar de torturada e começou a chupar com volúpia servil o dedo do pé do homem que ele a oferecia depois de tirar o pé de sobre o rosto dela. Ele de vez em quando gritava algo que não tinha como eu entender ainda o que me dava uma certa inquietação na hora tentando entender. Nesse movimento o corpo dele virou-se quase que totalmente pra minha janela e pude ver que seu pênis descomunal (o maior que eu já vira pelo menos) já estava parecendo quase que todo ereto. E eu não acreditei quando vi que naquela posição com o pé sobre a cama e perto do rosto da moça ele se encurvava e tentava penetrar o anus dela. Foi quando eu consegui ouvir um dos gritos desferidos por ele mais nitidamente. Puta! Ajuda puta! Levanta, levanta o rabo porra! Mais ou menos o que eu entendi! Ele xingava a moça simplesmente. Puta! Eu não sabia o que eu sentia direito, eu não consigo me lembrar pra dar uma descrição mais fiel, mas era algo diferente eu me sentia enfraquecer, as pernas pareciam bambear. Eu mirei o binóculo direto no rosto dele e aumentei o zoom. Vi que seu rosto maltratado pelo tempo se transfigurava e parecia transbordar de um prazer, de uma satisfação indescritível por maltratar a moça. Com o mesmo zoom aproximado voltei o binóculo para o pênis dele. Minha boca salivava estranhamente. Vi de pertinho que quando ele se encostou completamente com o enorme pênis no anus da moça ele mudou o caminho der repente e com o binóculo tremulo vi que ele o colocou bruscamente na vagina da moça ao mesmo tempo que o meu estomago se contorceu com força e minha vagina se contraiu completamente parecendo querer se proteger do monstro que invadia a moça do outro lado que gritou. Mas quando minha vagina foi se descontraindo, ela foi se descontraindo estranha e lentamente, parecendo ter movimentos completamente próprios e independentes de mim, e dela escorreu um liquido que me encharcou a calcinha como eu jamais me lembro de ter ficado encharcada assim antes. Eu estava de vestido e a impressão que eu tinha é que ia molhar o vestido também. Voltei novamente o binóculo para o rosto dele, ele levantava a cabeça pra cima de olhos fechados delirando de prazer. Eu temia pela moça e tremi por mim. Tinha que averiguar aquela umidade, claro; e coloquei a mão direita por dentro do vestido levantando a parte debaixo. Os movimentos do homem continuavam firmes sobre a moça que gemia alto ao som dos xingamentos que eu não entendia direito quais eram do homem, e, quando vi que estava completamente encharcada, vi também que tudo estava completamente tenso, meu clitóris parecia uma corda de violão muito esticada que arrebentaria a qualquer momento ao mínimo toque e resolvi tocá-lo enfiando a mão por dentro da calcinha. Quase que gozava com aquele simples toque... Foi quando observei que o homem mudava o movimento, mas não cheguei a ver o que ele faria mais. Uma coisa estranha me deu que fechei os olhos e primeiro sentei na beirada da cama repousando o binóculo do lado já sem poder vê-los mais e logo em seguida deitei com as costas na cama deixando ainda os meus pés descalços no chão e senti meu corpo amolecer completamente envolvido por uma onda de um estranho e inédito prazer. Levantei meu vestido jogando a parte de baixo toda pra cima cobrindo meu rosto sem tirá-lo e enfiei a mão direita toda por dentro da calcinha e me toquei. E quando enfiei o dedo um pouco e voltei com ele pro clitóris, quase em seguida explodi num orgasmo diferente, intenso, doído, gostoso e ao mesmo tempo frustrante. Imediatamente, misturado a uma estranha sensação de leveza, um forte sentimento de culpa se apoderou de mim. Eu lembro que eu comecei a evitar a lembrança daquilo, mas na cama com Renato eu comecei a pedir umas coisas, como dar uns tapas. Ele dava, mas era diferente, e o olhar fúnebre, perverso, prazeroso no rosto magro do Seu Zé é que me vinha à mente e eu imaginava o prazer que ele sentiria em me ver daquele jeito e poder me maltratar e então eu pedia para que o Renato parasse. E parecia que ele não queria também, fazer isso, era forçado, não era dele, parecia ser pra me atender só, ele não aumentava o prazer dele me fazendo algum mal. Foi o que conclui e não pedi mais. Mas e o meu prazer? Será que poderia ser aumentado? A culpa foi cedendo aos poucos espaço para esses questionamentos. Voltamos a fazer como fazíamos antes e pronto. Mas, nas tardes seguintes dos dias de semana, eu abria escondida e discretamente a parte da cortina que me possibilitaria ver alguma coisa já com o binóculo na mão e demorou pra que eu visse algo de novo. Mas não consegui ver direito. Mais ouvi do que vi. Ouvi de novo aquelas palmas. Ouvi uns gritos dele e tremi. Ansiava por identificar o que dizia. Ela apareceu uma vez no meu campo de visão, mas foi rápido, ela caía na cama nua de bruços sendo imediatamente puxada por ele e sumindo completamente. Ameacei me tocar, mas não me toquei e a culpa enorme já era agora frustração enorme. Lembro que quase inconscientemente comecei a transitar mais pelo prédio e com roupas cada vez menores. Ele como sempre pouco aparecia. Até que no inicio de uma noite, como eu fazia às vezes, resolvi ir ao portão esperar o Renato. Aquele mesmo short de lycra e camiseta branca sem manga, sem sutiã e de chinelos. Só. Der repente vi que o homem vinha e que finalmente ia encontrá-lo novamente. O homem entrava e estava só e fez como sempre fazia nas poucas vezes que me viu passar sozinha, diminuiu os próprios passos, de certa forma anunciando mesmo que me iria ver passar. Era a primeira vez que o encontrava assim de frente desde que testemunhara da janela ele e a moça. Meu coração estranhamente bateu mais forte de um medo estranho, louco. Ele me olhou toda enquanto me aproximava, mas seu olhar agora já disparava em mim sensações completamente novas e diferentes das vezes que ele pode me ver anteriormente. Diferentemente das outras vezes que só ele olhava eu de certa forma me exibia mesmo pro olhar dele dessa vez. Era uma coisa quase inconsciente da minha parte, instintiva. Veio em minha mente então, como de relance, a lembrança do rosto dele no foco do binóculo transbordando de prazer com a moça e involuntariamente diminui completamente meus passos quase parando, desfilei lentamente insinuante com o coração aos pulos diante dos olhos malignos dele. Não resisti e quis ver os olhos dele, o rosto dele olhando pra mim. Com um meio que sorriso no canto dos meus lábios levantei a cabeça e olhei pra ele e vi. Era aquela mesma expressão maligna e prazerosa de um animal faminto que dilacera uma presa depois de quase morrer de fome. Acho que fui mais insinuante do que deveria e o barulho no portão se abrindo mudou completamente o foco da minha atenção e eu repousei imediatamente os pés no chão vendo que o Renato chegava. Seu Zé sumiu imediatamente pela porta do seu prédio. Não só meu coração tinha ficado aos pulos. Mas estranhamente minha vagina se contraiu completamente como que se protegendo e se descontraiu lentamente como quando acontecera da vez que eu o vi com a moça. E ao se descontrair, me deixava completamente molhada como nunca. Isso nunca tinha acontecido comigo desse jeito. Claro que eu ficava molhada, tudo normal. Mas aquela forte contração involuntária era super diferente e inédita pra mim. Não sei se fui assim tão indiscreta ou insinuante quando passei por ele que ele percebeu alguma coisa em mim, mas na tarde do dia seguinte a esse encontro sem que ele me visse eu o vi chegar na janela mais de uma vez como não fazia antes. Em uma dessas vezes ele olhou pra cima e eu imediatamente me escondi. Meu coração veio à boca. Meu Deus ele procura mesmo por mim! Fui insinuante demais ontem, pensei. Assim que ameacei voltar à janela novamente ouvi sua voz quase gritando.
– Eu poderia perguntar uma coisa à senhora? Eu não sabia o que responder, mas já era tarde pra sair da janela. Tinha sido flagrada novamente. Não obtendo resposta ele voltou a falar.
– É que a conexão do meu gás talvez seja diferente do da senhora e eu tenho tido uns probleminhas aqui de vazamento. A senhora tem problema aí com o gás? Fiz que não com a cabeça sem saber direito o que dizer.
– A senhora sabe a marca da sua conexão? Permaneci muda. Eu não sabia nem que isso tinha marca.
– A senhora não vai saber ver. Eu posso ir aí dar uma olhadinha? Eu não disse nem que sim nem não, não sabia direito o que ele queria quando ele sumiu da janela. Eu fiquei ali um tempo parada até me dá conta de que ele talvez já estivesse vindo pra ver a tal conexão. Meu Deus! O que eu faço? E agora? Eu pensei em descer antes que ele chegasse e pedir pra ele subir e vir ver. Mas eu fazia tudo muito lentamente e já era tarde, ele já batia na porta. Eu me olhei rapidamente, era umas três da tarde e estava sem maquiagem alguma, claro. O cabelo preso por um rabo de cavalo e apenas aquela camiseta e calcinha. Resolvi botar uma calça comprida quando ele bateu de novo.
– Só um momentinho, por favor! Minha voz quase não saiu de nervosa que eu tava. E novamente ele bateu até que eu fui abrir.
– Eu falo é da conexão do banheiro, a senhora sabe qual é? Eu não sabia nem o que dizer.
– Posso ir lá pra dar uma olhadinha? Aí que eu reparei que ele estava completamente pra fora do apartamento ainda.
– Sim pode senhor, pode ir... Ele percebia meu nervosismo e entrou e fechou imediatamente a porta, mas não se dirigiu para o banheiro. Ao invés, ficou parado na minha frente olhando meu rosto perplexo diante dele.
– Pode ir, o senhor sabe onde é?
– A senhora é linda. Tão nova pra eu chamar assim de senhora. Você sim ta certa de me chamar de senhor e deve me chamar de senhor. Vi que o rosto dele se transformava naquele, como daquele dia. Os bicos dos meus seios sem sutiã denunciavam de certa forma uma reação diferente e pareciam querer furar a camiseta quando ele simplesmente sem mais cerimônia esticou as duas mãos com aquele olhar transformado direto nos meus olhos e os pegou. A contração da vagina foi imediata e exatamente como das outras duas vezes e eu peguei suas mãos fortemente presas em meus seios e tentei sem forças, quase sem voz reclamar de alguma coisa e tirá-las.
– O que o senhor está fazendo? Minha voz estava completamente rouca, quase não saindo. Minhas mãos sobre as dele, ao invés de tirá-las estavam somente sobre elas sem empurrá-las enquanto ele aumentava a força apertando meus pequenos seios por sobre a camisa. Eu fiquei tonta, sensação de bêbada.
– Não faz isso senhor... Eu esbocei quase ridiculamente. Sem desgrudar suas mãos dos meus seios e minhas mãos de suas mãos ele deu um passo mais pra perto e olhou nos meus olhos ainda meio incrédulos... Seus olhos, sua boca, seu rosto, demonstrava um prazer que eu jamais vira quando ele apertou mais me fazendo contorcer de dor e falou gentil e convicentemente.
– Eu tenho faro pra putas escravas, mesmo quando casadas. Eu via que você é uma escrava puta quando passava deliciosa e não tem como fugir disso... Estou tratando uma PUTA! Como ela deve ser tratada. Por tanto, venha comigo pra esse mundo real agora e ninguém nunca vai saber. Ele demorou na palavra puta enquanto olhava diretamente nos meus olhos e repetia: --PUTA, casada e minha escrava agora... Minha vagina já havia se descontraído e eu estava completamente encharcada! Eu estava completamente sem forças, minhas pernas estavam bambas mesmo, eu não tinha como impedi-lo de mais nada, mais nada. Ele simplesmente dominava e dominava quando começou a desabotoar a minha calça que estava presa só pelo botão na cintura e eu a deixei escorrer completamente para o chão saltando a camiseta toda pra fora e aparecendo de calcinha a sua frente.
– Abre um pouco as pernas Puta! Eu obedeci prontamente chutando levemente a calça comprida para o lado. Ele me pegou bruscamente, com força mesmo, com a mão direita na vagina por sobre a calcinha e começou a massagear.
– Boceta de vadiazinha casada sem ter sido fudida direito. Adoro! Completamente encharcada como eu imaginava. Eu parecia ficar mais tonta numa espécie de vertigem, porque além do que ele falava e me transtornava me veio à mente a lembrança do prazer do rosto dele enfiando na moça.
– Olha como a boceta da vadia ta molhada, delicia. Você é uma puta especial mesmo minha filha, deliciosa. Nisso ele tirou imediatamente as mãos e bateu palma duas vezes.
– Aprende isso puta! Quando eu bater palma duas vezes, vai aprendendo, não esquece! Quando eu bater palma duas vezes, é que é pra ajoelhar tirar meu pau de onde estiver e chupar. E imediatamente bateu palma duas vezes novamente. Eu não tinha entendido muito bem, não sabia direito o que fazer.
– Vai ter que aprender como as outras putas apanhando. Foi então que ele se posicionou do meu lado quase me abraçando, levantou minha camisa e tirou-a bruscamente me deixando só de calcinha. Olhando pra mim com o rosto quase colado ao meu, eu ali em pé, me dando beijinhos pelo pescoço e murmurando coisas ele começou a bater na minha bunda com a sua mão direita que se posicionava nas minhas costas. Havia uma intensidade crescente nos tapas, mas eu não pedia pra que parasse, não reclamava, não mandava ele ir embora, ao invés, comecei a chorar baixinho e parei completamente de esboçar qualquer reação de recusa, completamente entregue. Era inacreditável mesmo, mas eu estava era incrivelmente gostando. Era um medo, uma coisa esquisita, pervertida, inebriante, dominadora...
– Vou ensinar mais uma vez vadia. Se me vir bater palma duas vezes é pra se ajoelhar e achar meu pau onde estiver e começar a chupar. E imediatamente bateu palma duas vezes. Eu me ajoelhei chorando, mas não sabia direito o que fazer.
– Olha, puta casada! Nessa primeira vez eu vou te ajudar, mas nas próximas... Dito isso começou imediatamente a tirar o pênis ainda não completamente duro pra fora. Era mesmo grande! O maior com certeza que eu tinha visto. Mas a questão ali era diferente, não era o tamanho do pênis, era a maldade dele, a perversão dele, o mal caratismo dele e o enorme prazer sádico que ele demonstrava estampado no rosto. Ele aproximou com a cabeça dos meus lábios.
– Anda porra! Chupa! Bota ele como deve ficar pra te fuder cadela casada! Tremula e obediente, lentamente fui abrindo a boca e tocando a coisa que crescia mais com o passar dos meus lábios.
– Anda, chupa porra, chupa de verdade porra! Pega com a mão e chupa como uma vadia que eu sei que você é! Aí eu comecei a chupar como achei que ele queria e o vi totalmente duro tentar entrar todo sem consegui na minha boca quase me engasgando, até que ele der repente parou e com dificuldade conseguiu guardá-lo todo de novo, assim mesmo duro estufando a calça de tergal larga que usava. E logo em seguida bateu palma duas vezes. Eu imediatamente retirei-o de dentro da calça novamente e coloquei-o trazendo-o para os meus lábios.
– Muito bem cadela! Muito bem cadela casada, são as que aprendem mais rápido.
– Vou te ensinar outra enquanto chupa o seu senhor. Não para de chupar. Lambe, isso, assim. Um estranho prazer me renovava as forças e eu já fazia parecendo íntima.
– Isso, assim mesmo. É assim que uma puta faz, sem cerimônia. De agora em diante se falar comigo e estivermos a sós é somente de senhor que me deve tratar viu cadela. Não fale! Permito que faça sim ou não com a cabeça. Entendeu vadia? Fiz que sim com a coisa dele entre os lábios.
– Presta atenção agora. Quando eu bater palma três vezes é que eu quero examinar essa buceta. Entendeu? Uma, duas, três! Se o seu senhor bater palma três vezes é que ele quer examinar essa buceta pra talvez fuder ou não. Você tem que dar o jeito que for, se virar de quatro e arriar a calcinha, se deitar na cama e abrir as pernas. Dar um jeito! Aprendeu cadela? Ele não parava de falar e eu não parava de chupá-lo.
– Essa eu não vou ajudar não hem. Presta atenção puta! Ele bateu uma.
– Vou bater devagar nessa primeira vez. Ele bateu mais uma. Como eu faria? Ele ia gostar se eu levantasse e arriasse a calcinha? Não sabia, mas quando ele bateu a terceira vez foi o que eu fiz entreabrindo mais as pernas.
– Isso mesmo escrava. Muito bem! Isso mesmo! Imediatamente ele massageou meu clitóris enquanto sorria e elogiava me arrancando gemidos involuntários.
– Mas pensa bem minha puta! Pensa bem! Como eu vou fuder essa boceta assim? Ta vendo aquele seu sofá ali? Vê como a cadela pode me oferecer a boceta melhor ali. Pensa e dá um jeito. E começou a bater palma de novo. Na terceira eu já estava com a bunda nua virada pra cima, as pernas tremendo e as mãos apoiadas sobre o braço do lado esquerdo do sofá, de olhos fechados e mordendo os lábios ansiosa. Antes de enfiar a coisa ele brincou na minha vagina, passou os dedos nos meus lábios, deu tapinhas no meu rosto e falou coisas sem parar.
– Linda essa minha mais nova puta! Linda! E der repente enfiou sem dó me fazendo ver estrelas. Sua mão direita enfiou-se por dentro das minhas pernas até alcançar meu clitóris e começar a mexer sem parar. Suas estocadas aumentavam a força me impulsionando pra frente até que não tive forças e tombei de joelhos me desprendendo dele e gozando sem parar. Ou melhor, não era um gozo atrás do outro, era um gozo estranhamente extenso que parecia dar um novo e feliz sentido a minha vida. Era uma coisa de intensidade completamente diferente do que eu já havia experimentado que por momentos pareceu me deixar fora de mim. Quando dei por mim ele estava do meu lado se masturbando e gemendo como um animal desferindo enormes jatos de esperma sobre meu rosto. Instintivamente fechei os olhos, fechei a boca.
– Lambe a porra do seu senhor cadela! Eu sentia um misto de leveza e gratidão viciante por ele naquele momento, confesso. Mas lamber ainda não era da minha praia. Ele não prosseguiu no que pedia.
– Tenho que ir putinha e saiu enquanto eu corria pro banheiro pra me lavar...




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#1 gustavo 2010-11-30 12:27 Nossa vc escreveu muito bem Renata passou com precisão pra entendermos e cintir tezão por vc gata estou imaginando como foi bom.
Obrigado por compartinhar com os leitores.
 

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