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ID: 285 | Conto erótico Verídico
Autor: Renata Silvestre
Em Português de Portugal
Adicionado: 2010-10-07 00:23:55
Hits: 138755
Os contos eróticos de: Renata silvestre


9

Fui duplamente Estrupada em um onibus coletivo

Tags: chupetinha



Olá, pessoal.
Meu nome é Renata e sempre li os contos desse site. Resolvi escrever minha própria história. Já sofri muito com ela, mas resolvi deixar pra lá. Afinal, eu relaxei e gozei (rsrsrs).
Hoje tenho 16 anos, mas na época em que isso aconteceu, eu era uma adolescente bobinha e virgem de 14 aninhos. Desde dos treze anos que meu corpo de mulher começou a chamar a atenção dos homens. Mas minha família sempre marcou em cima dos estrahos e dos "namoradinhos" que apareciam em casa. Por isso, nunca cheguei a ter um momento mais íntimo com nenhum homem. O máximo foram algumas passadas de mão e umas apertadas, tanto em meus peitinhos quanto em minha bunda e em minha bocetinha. Confesso que eu também era meio retraída demais para avançar o sinal.
A minha história aconteceu quando eu estava de férias em uma cidade litorânea. Prefiro não citar muitos nomes para ter certeza de que não serei reconhecida jamais.
Como já disse, aos 14 eu era uma tesãozinho de mulher. Peitinhos tamanho médio, bundinha não muito grande, mas bem durinha, boceta bonita mesmo!
Naquelas férias, pela primeira vez, me senti livre daa opressão da família. Eu tinha ido passar um mês na casa de minha tia, que era bem mais relaxada com roupas e com marcação cerrada.
Passei a usar sempre xortinhos curtinhos e minissaias e até passei a ir à praia só de bíquini, canga e sacola de praia, ou de biquíni e minissaia. Eu sempre ia de ônibus à praia, e sempre esperava um ônibus não muito lotado para que nenhum engraçadinho se esfregasse em mim.
Nesse dia, fui a praia com um biquíni bem bonito, mas meio velho - não havia quase ninguém nas praias naquele período do ano, por isso nem me preocupava com moda - por isso mesmo folgado. Depois de pegar muito sol, resolvi tomar um bano antes de ir pra casa. Fiquei uns quinze minutos na água, brincando sozinha. Quase ninguém na praia.
Foi aí que minha sorte começou a mudar. Ao dar um mergulho para escapar de uma onda, acabei perdendo o biquíni. Parece loucura, mas aconteceu. Ele era frouxo e a onda foi muito forte.
Fiquei apavorada, é claro. Ainda tateei pelo fundo, tentando encontrar, mas que nada. Fiquei lá na água pensando no que fazer e deixando a praia esvaziar. Já eram quase seis da tarde quando a praia ficou quase vazia. Resolvi me arriscar e corri até minhas coisas, me enrolando na toalha. Me sequei e coloquei minha saia - felizmente não era tão míni assim.
Decidi ir pra casa assim mesmo.
A distância para a casa de minha tia era longa e os ônibus aquela hora estavam todos lotados. Deixei passarem uns três ônibus cheios, lotados de homens suados e cansados de um dia inteiro de trabalho. Minha tia mora num subúrbio em que moram muitos operários de fábricas, estivadores portuários e trabalhadores braçais - homens de família. Sei disso poque ela mesma comentou comigo que isso saíra no jornal da cidade.
Enfim um ônibus com lugares para sentar. Já eram sete da noite e o ônibus estava meio acabado: nem todas as luzes funcionavam, o que tornava o ambiente meio escuro.
Sentei-me, aliviada.
Foi quando outro acontecimento contribuiu para minha defloração no ônibus. Um velho subiu no onibus na parada seguinte e me vendo: branquinha, gostosinha, cabelos negros lisos, corpo bonit, resolveu ficar de pé ao meu lado, esfregando seu pau em meu ombro.
Aquela situação não me agradou, pois nas curvas o velho praticamente esfregava o pau na minha cara, acho que querendo enfiá-lo na minha boca.
Já que o onibus continuava lotado e apesar de ainda faltar cerca de uma hora de viagem para mim, levantei e dei o meu lugar pro velho, que aceitou muito a contragosto, pois sabia que eu fizera aquilo para escapar do roça-roça.
Enquanto isso ocorria, o terceiro evento que levou ao meu defloramento do ônibus aconteceu. Um dos ônibus, dessa mesma linha, que tinha passado lotado teve problemas com o pneu. Não contei, mas havia muita gente ali, esperando nosso ônibus. A mioria eram homens suados, de macacão, saindo das fábricas. Homens rudes e grosseiros.
Nosso ônibus ficou lotado. E eu, que tentei escapar do velho, acabei ficando imprensada a ele, pois a massa de trabalhadores não me deixava nem mesmo arredar do lugar direito
Gente, acho que naquele ônibus havia umas seis mulheres, todas longe de mim. Eu estava só de saia, rodeada de machos suados e na frente estava um velho tarado, que se aproveitou logo da situação, roçando seu ombro na minha boceta ainda virgem. Aquilo me desagradou muito e eu comecei a empurrar meu corpo para trás, mas havia muita gente. Nesse meu empurra-empurra, o homem atrás de mim começou a se esfregar em minha bunca, talvez achando que eu quria algo, por estar me jogando para trás.
Senti quando ele afastou minha sacola de praia do caminho e colou seu corpo no meu, fungando em meu pescoço. Fiquei apavorada, pois o velho tinha levado a mão esquerda ao ombro direito para sentir melhor a minha boceta por cima da saia e o homem atrás de mim achava que eu queria me esfregar nele e começou a roçar seu pau, agora duro, pois comecei a sentir algo espetar minha bunda.
O homem atrás de mim, um moreno bem forte, de macacão azul, começou a susurrar coisas em meu ouvido: pele branquinha, bundinha gostosa, doida pra levar pica grossa na boceta...tá molhadinha? Eu esbocei uma reaçao nessa hora e falei, bem baixinho, virando a cabeça pra trás: moço, desculpe, mas eu não quero nada com o senhor, não. E me joguei mais pra frente, para desgrudar dele.
Ao me jogar pra frente, minha boceta foi espalmada pelo velho safado, que percebeu que eu estava sem calcinha e fez uma careta de alegria muito escandalosa.
Vendo isso, tentei desfazer o movimento e acabei encostando no pau do homem atrás, que novamente falou em meu ouvido: sua putinha escrota. Pensa que pode brincar assim com os homens, é? (Fiquei apavorada). Agora vai ter de aguentar. Tá vendo esse pessoal aqui no ônibus? É tudo amigo meu. Ninguém vai falar nada se eu quiser te comer agora. (Minhas pernas tremeram de medo). Eu vou deixar tua boca livre, mas se gritar, vai levar uma porrada.
Não sei porque, mas fiquei com muito medo mesmo. Não esbocei nenhuma reação às ameaças daquele homem. Não por estar gostando, não ainda.
Senti que o homem se afastou e ainda tive a esperança de que nada acontecesse comigo. Pobre inocente. Ele se afastou um pouco para abrir o macacão e logo depois encostou seu pau na minha saia, levantando-a. Quando viu que eu estava sem nada por baixo, ficou louco e me mordeu o pescoço todinho, afirmando que eu era puta mesmo. O calor daquele pau na minha bunda nua era até gostoso.
Na frente, o velho começou a enfiar a mão por baixo da saia e a dedilhar minha xana virgem. Um pau na bunda e ddos na boceta. Nunca pensei em estar naquela situação. O velho era nojento, mas sabia dedilhar uma boceta. Ele tirou a mão e chupou os dedos, pôs a mão novamente e enfiou o dedo na minha bocetinha ainda virgem.
A sensação não fui ruim. Senti que quando ele enfiou novamente começou a ficar mais fácil e então percebi que minha boceta estava molhada por ter sido acariciada pelo velho.
O homem atrás de mim acariciava minha bunda com a mão e com o pau. Tentou enfiar um dedo no meu cu e doeu. Estava muito seco. Senti que alguém abria minha sacola e olhei para ver o que era. O moreno estava tirando meu protetor solar.
Ele iria me comer ali mesmo, na frente de todo mundo!
Olhei para os lados e vi que outros homens nos encaravam com vontade de estar no lugar do moreno e do velho, que já lambia minha coxa. Os homens esfregavam o pau por cima dos macacões. Um batia uma punheta para aquilo tudo.
Nessa hora senti um calafrio me percorrer o corpo e apesar do medo percebi que a situação tinha algo de excitante. Claro que fiquei com medo de doenças, mas era um estupro!
O moreno atrás de mim abria minha bundinha com os mãos e espalhava meu filtro solar com gosto no meu cuzinho, enfiando um dedo a princípio, depois enfiando dois. Eu gemia baixinho de medo e de tesão. O velho chupava minha coxa lentamente subindo. Os dedos ainda na minha boceta, já molhadíssima.
Senti que o moreno, atrás, se preparou para atacar meu cu e fiquei tensa, o que ele percebeu. Ele sussurrou novamente: relxa, branquinha. Agora já não tem mais volta. Vou comer teu cuzinho. E atacou meu cuzinho, enfiando a ponta do caralho no meu buraco rosadinho e virgem. Senti que me rasgavam toda. Ele parou momentanemente para e se ajeitar e me agarrou pela cintura, meio que me levantando um pouco ao enfiar o pau inteiro no meu cu. Dor intensa por alguns segundos.
Aos poucos a dor foi passando, mas em nenhum momento ele parou de estocar em meu cuzinho. Os dois homens ao nosso lado já tinhm percebido tudo, mas nada tinham feito. Nessa hora, eles começaram a passar a mão em meus peitinhos durinhos, levantando a blusa e arrancando o sutiã do biquíni. Um começo a chupar meu peito. Todos os homens ao redor falavam baixinho: vai, negão, curra essa putinha gostosa. Também quero comer.
O velho na frente estava me chupando a boceta descaradamente. Confesso que meus dois machos eram muito experientes, pois tanto meu cu quanto minha boceta estavam me dando prazer. Eu gemia baixinho enquanto o moreno me enrabava lentamente, para saborear tudo, segundo ele. Dor e prazer andando juntos.
O velho na minha boceta colocou um pau tamanho médio pra fora da calça. Ele estava tão excitado que estava durinho. Eu vi isso tudo de relance, pois a cada estocada do moreno eu fechava os olhos para sentir tudo. E sentia mãos passando por meu corpo, mãos bolinando meus seios, uma língua chupando meus seios de vez em quando e uma boca mais dois dedos na minha bocetinha de menina virgem. Gozei sentindo tudo isso, mais o medo.
Não vi quando o velho levantou da cadeira. Só senti que minha boceta ficou sem a boca gostosa dele. Só os dedos ficaram. Como meu moreno estava me levantando um pouco, minha boceta estava bem destacada.
O velho levantou de pau em riste e me agarrou antes que eu pudesse sequer gemer. Como ele tinha o dedo em meu buraquinho da frente, soube exatamente onde enfiar o pau, que veio de uma vez só.
Abri os olhos, chocada. O pau em minha bunda ainda em seu vai e vém. Senti a dor do defloramento. Tinha sido desvirginada pelo velho nojento, o causador disso tudo. O velho gemeu alto ao perceber que tirara eu cabaço e acabou falando para todos: era cabacinho a putinha.
Os homens ao lado gemera também. Mãos passavam por todo o meu corpo. Só não enfiaram dedos em meus buracos porque eles estavam ocupados.
O velho não perdeu tempo e começou a bombar na minha boceta ex-virgem agora.
Novamente senti dor, pois era virgem e agora tinha dois paus dentro de mim, mexendo e ritmos diferentes. O moreno no meu cu e o velho na minha boceta.
O ônibus tinha virado um ambiente de sexo. Nem sei o que as outras mulheres pensaram de tudo isso, mas também não me importei. Eu tinha sido forçada, ao ser penetrada, quase chorei, mas estava gostando de ser comida. E oha que eu era quase pura antes! Pica gostosa muda muita coisa.
O moreno atrás de mim estava metendo forte agora, acho que iria gozar. O velho me metia na boceta e chupava um dos meus seios. Minha saia estava enrolada na cintura e minha blusa, toda esgarçada nos ombros.
Eu gemia ainda baixinho, pois estava chorando, mas também reclamava daquilo, pois ficava dizendo que era uma virgem. Os homens riam e diziam que eu era é puta e que meus selinhos já tinha ido.
O moreno atrás de mim despejou sua porra quente bem no fundo de meu cuzinho, mas não retirou o pau lá de dentro. Ele ainda não tinha amolecido! Os amigos ao lado reclamaram, pois queriam me comer também, mas eu apertei ainda mais o pau no meu cu, pois bastavam dois me deflorando!
O velho bombava com força na minha boceta. Acabei gozando novamente e meu moreno me segurou pela cintura ao me senti mole. Eu, de longe, ouvia: vai, vovô, mete mesmo...mas se o senhor não der conta, deixa que a gente dá! Queremos provar essa bocetinha tesuda.
O velho apertou meus seios com força e mordeu meu pescoço. Gemi baixinho, pedindo mais delicadeza, mas ele fez foi aumentar a força com que me comia e mordeu até quase machucar um dos meus seios. O moreno ainda se mantinha no meu cu e passava a mão nos meus seios e na minha boceta que estava sendo comida.
Os homens começaram a ficar loucos querendo me comer e me apertavam, me arranhavam, me bolinavam toda.
O velho, incansável e calado, aproveitava e esgarçava minha xana.
Meu moreno, vendo que iria ser mais que estuprada por aqueles homens, sussurrou: sei que eu que comecei isso, mas vou te ajudar a sair daqui. Quando o velhote gozar, eu vou me empurrar para a frente e você vai comigo. Vou abrir espaço até perto da porta para você descer, tudo bem? Eu concordei, enquanto me sacudia ao receber o velhote na boceta.
E o velhote ainda bombou por mais uns cinco minutos. Não sei o que era aquilo. Ainda gozei novamente sentindo um pau no cu e sendo massacrada por um velho safado na boceta.
O velho nojento ouviu a conversa, mas não falou nada, em nenhum momento. Só metia em mim e de vez em quando me apertava os peitos e os mordia com força.
Seu pau entrava gostoso, apesar de ser minha primeira vez. Ele tinha conseguido me deixar tão molhada que eu não sentia dor alguma mais.
O velho fechou os olhos e segurou meus peitos com mais força ainda. Ele parou de estocar e gozou dentro de mim, despejando porra quente que mais tarde escorreu pelas minhas pernas.
Cansado, largou-me e meu moreno - eu carrasco e salvador - se jogou com força para trás e saiu empurrado as pessoas, os homens com o pau na mão para me comer, até perto da porta de saída. Fez sinal de descida no meo do caminho, por isso quando cheguei lá o motorista não demorou a abrir a porta.
Mas no meio do caminho ainda senti muitas mãos passearem em meu corpo, dedos se enfiarem em minha boceta de menina deflorada e mãos apertarem meus peitos já bem amassados.
Meu moreno saiu de meu cuzinho somente quando cheguei à porta e me empurrou. Os homens os xingaram de filha da puta, de safado, alguns ameaaçaram até porrada, mas ele continuou.
Desci do ônibus meio pelada, com a saia levantada e a blusa também. Me ajeitei - as pessoas me olhavam na rua - e fui andando para casa. Meu corpo doía, meu cu ardia e minha boceta também. Havia sangue em minhas pernas. Eu estava toda arranhada e vermelha de me apertarem. Fui me esgueirando e tive sorte de chegar em casa sem ninguém mais querer me atacar na rua.
Minha tia, por sorte, não estava.
Tomei um banho, me lavei, chorei muito, mas não posso mentir: minha aventura no ônibus foi muito gostosa.
E ai gostaram lindos me add no badoo e vejam minhas fotos okk!!!

http://badoo.com/01125728416/




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#2 waldomiro Andrade Marques 2010-11-21 19:33 Renata, adorei voce. Gostei da maneira que conduziu a historia e acho que poderemos conversar muito e quem sabe … vc deixou end do badoo- seria dificil vc me enviar email ? eu vou adorar receber e responder. Beijos.
clarocomoodia@h otmail.com
 
 
#1 Pielo J 2010-10-15 06:15 delicia e conto, me deu tesão, entra em contato comigo e leia meus contos tambem.
pielo27@hotmail .com
 

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© 2014 Quente & Picante - Contos Eróticos | 30-Oct-2014

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