ID: 255 | Conto erótico
Fictício Autor: CÁSSIA/MARCELO
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-09-06 04:12:22
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MEU PADRASTO ME DESCABAÇOU NO COLO DA MINHA MÃE. 3º ato
Eu sou Mayara:
Já era grande a desconfiança de mamãe, a respeito da minha conduta e da de seu marido. Eu agora recebia muitos elogios, olhadelas de esguelhas, etc. e etc. Começaram então uma série de brigas entre os dois. Ela mal falava comigo. É lógico que eu não me sentia bem com isso, apesar de sempre achar que minha mãe se importava pouco comigo. E eu a entendia mais do que ninguém. Ela estava apenas defendendo o seu território. Senti um pouco de remorso, até. Nesse momento está rolando um “barraco” entre os dois e eu optei por ficar quietinha no meu quarto, mas o clima esquentou demais e eu estou tentando ouvir as conversas áridas entre os dois. Ela o acusa de traí-la com a própria filha.
____ ‘Ela não é minha filha, é bem grandinha e sabe muito bem o que quer da vida. Ela já está dando pros moleques da rua, então porque não pode ser comigo? Se sou bom pra pagar as contas das duas, sou bom também pra cuidar das duas, em tudo. Porque eu não vou deixá-las pros outros. Quem dá o pão da o varão’. E riu descaradamente.
____ ‘Você está agindo como um canalha’, rebate minha mãe. Tentando atalhar a confusão ele decide abandonar a casa e em instantes arruma suas coisas e vai embora. Minha mãe fica em prantos. Finjo-me de morta.
Os dias passam e minha mãe está cada dia mais perdida. Vem falar comigo e eu sempre tento me esquivar do assunto dizendo que não tenho nada em haver com ele, mas ela reforça o argumento dizendo que Henrique já admitiu tudo. Chorando ela confessa o seu amor por ele, que sem ele nos duas estaríamos fodidas, porque é ele que mantém o luxo das duas. E é bem verdade. Só a minha escola, a mensalidade é uma “baba”. Respondo que não sei o que fazer pra ajudar.
____ ‘Ele quer você’, mamã me diz com os olhos encharcados.
____ ‘Henrique disse na minha cara que me ama, mas que está gostando de você também; ele quer a nós duas’. E ficou em silencio. Abracei-a e deixei-a entender que por mim estava tudo bem.
Naquele mesmo dia, Henrique estava de volta. Entrou na sala, minha mãe radiante o abraçou e o beijou. Depois me chamou aos gritos. Entrei um pouco desconfiada e ele de braços abertos e sorrindo veio até a mim, me deu um abraço e tentou me beijar na boca. Esquivei-me e o beijo ficou só na face.
____ ‘De hoje em diante seremos uma família unida’ falou mamãe. Fiquei na minha, aguardando os acontecimentos.
Na manhã seguinte minha mãe, antes de sair pro trabalho, vem ao meu quarto, me acorda diz pra eu cuidar bem do nosso homem. Que ele é bom pra nós e coisas do tipo. Confesso que já não me surpreendo com mais nada.
Assim que ela saiu, me virei pro lado e tentei dormir, mas os pensamentos embaralhavam minha mente. Depois de alguns minutos a porta do quarto se abriu devagar e meu padrasto entrou sorrateiro e nu em pelo, ajoelhou-se na beira da cama e tentou me abraçar e me beijar. Esforço-me em repelir o ataque. Fico brava e o estapeio no rosto. Tento fugir, mas ele me aperta em seus braços e rapidamente arranca a minha calcinha, depois a blusa e começa a lamber meu corpo. Não cabe em si de desejos. Lambe o meu rosto. Refugo os seus carinhos. Henrique vai descendo pelo meu corpo até o meu umbigo enquanto o meu tesão vai subindo e o desejo transparece no arrepio da pele. Vou me entregando lenta e docemente. Ele sobe e me beija a boca. Retribuo na mesma medida. Desce e me beija a bocetinha. Enche a boca com ela. Depois morde o meu clitóris. O fogo me invade. Leva a língua em repetidas demãos até o fim do reguinho. Ao passar pelo meu cuzinho, tenta enfiar-lhe a língua quente. Estou em chamas E as delícias voltam a se repetir. Ele me põe de quatro, ajeita o pau nas preguinhas e me ferra sem dó. Depois me ergue e ajoelhados na cama, uma trás do outro estoca a minha bunda. Me enraba de quatro, de dois, de cavalinho e de cachorrinha. Me chama de cadela e eu adoro. Suspiro, enquanto ele vai me comendo, me enrabando. Sofro caladinha e cheia de tesão. me sinto regaçadinha. Aprendi a dar o rabo com meu amigo e estou me especializando com meu padrasto. Com meu cuzinho na vara desse homem sou muito mais que mulher. Uma linda mulher. Sou putinha vadia.
E assim passou a semana. No sábado, antes do almoço, de surpresa fomos convidadas pra almoçar fora. Fiquei radiante. Fomos à outra cidade e antes mesmo entrarmos nela, mamãe pediu que eu me escondesse no banco de traz. Já tinha até um cobertor devidamente preparado pra isso. O carro se dirigiu a um motel. Olhei assustada pros dois. Mamãe me acalmou e eu me escondi. Entramos. No inicio foi só um almoço leve, acompanhado de muito espumante. Depois fomos ver a suíte, bem luxuosa, e eu fui direto pra mini piscina. Os dois foram pra cama. Começaram a se acariciar. Eu, da água, ouvia os gemidos de satisfação de mamãe. Distrai-me por um momento e quando ergo os olhos, vi mamãe todinha na vara daquele bruto. Cavalgava maluca. Senti minha xana inchar de desejo. Eu virgem de boceta e regaçada de rabo. Apreciava a foda que nem sequer começou e já foi interrompida. Mamãe saiu do cacete e vem peladinha e se jogando na água me abraça. Estava radiante. Começa a me acariciar e a dizer palavras obscenas. Henrique, de cacete duríssimo, vem se juntar a nós. Minha mãe então vai me livrando do meu shortinho, enquanto meu padrasto vai me apalpando toda e tirando minha calcinha quase ao mesmo tempo. Num instante fico nua. Peladinha. Babando de tesão. Mamãe me pega no colo e eu fico flutuando na água, batendo as perninhas. Sinto a vara de Henrique cutucar a minha bundinha. Reajo com arrepios por todo corpo. Viro o rosto e beijo meu padrasto na boca. Minha mãe chora. Prende-me pela cintura. Henrique entra no meio de minhas coxas e por baixo de mim, pincela a bucetinha de mamãe e em seguida lhe crava o ferro bem rápido. Mamãe acelera o choro. Parece gozar na vara. Aperta-me mais contra os seios. Uiva de tesão. Entro em tranze por uns dois ou três segundos e quando volto à realidade sinto o pau do padrasto já na fenda da minha grutinha. Mamãe abre bem as minhas pernas. Henrique pega as minhas pernas e põe sobre os seus ombros. Com a aprovação de mamãe e sob o meu olhar suplicante, começa a batalhar o meu defloramento. Enfia um pouco o pinto. A cabeça entra toda e para no obstáculo. Meu cabaço intacto. Meu selinho. Henrique lambe os beiços, me devora com os olhos e totalmente tarado me mete a vara. Sem nenhuma piedade. Vou estrebuchando de dor. A cada enterrada, um grito. Um gemido. Mamãe me acalenta e a pica entra mais um tanto. Entro em pranto. Mais de tesão que de dor. Meu pai postiço retarda a enterrada. Minha mãe me empurra contra o pênis ereto. O ferro insiste em não entrar. Está preso no hímen. Decido acabar com o sofrimento mais gostoso das mulheres. Ergo o corpo o mais alto possível e me jogo com força minha bocetinha naquele cacete gostoso. O pau vai ao fundo. Não me contento e repito a operação e desta vez entra até encostar-se ao saco. Meu padrasto urra de tesão. Cavalgo seu membro, alucinada. Abraço os dois. Beijo minha mãe, depois beijo meu fodedor na boca e lambo a língua dele. Henrique vai me fodendo e balançando meu corpo, começa a gozar e gemer alto. Entro numa série de orgasmos múltiplos. Á água da piscina tinge-se de vermelho. Meu cabaço vai ficando pelo caminho. O caminho agora está aberto. É só entrar nele e seguir em frente. Muitas fodas iguais e até melhores que essa haveriam de vir. E vieram. De todos os modos. De todos os jeitos. Jeito gostoso. Sujeito atrevido. Mulheres fodidas. Filhinha fodida no colo da mamãe. Mamãe fodida beijando a filhinha. A vida é pra ser gozada. Nós sabemos como gozá-la. E você, sabe?
Adicionado: 2010-09-06 04:12:22
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
Meu cão dinamarques se vc vaz sexo com animal que tenho o pÊnis pequeno vc continua virgem De: anÔmimo
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