ID: 254 | Conto erótico
Verídico Autor: MARCELO/CASSIA
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-09-06 04:06:43
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FODI A FREIRINHA NA CAMA DO PADRE
Um relato de LEONARDO:
Depois que fui despedido do emprego por ter comido a filha do chefe, comecei a trabalhar autônomo e desde então a sorte me acompanha, mesmo em momentos de perigo. Como agora, por exemplo:
Haveria um evento cultural patrocinado por entidade religiosa, que consistia em aulas de informáticas pra comunidade. Eu trabalhava na instalação e configuração de computadores e isso me obrigava circular pelas dependências do recinto do evento e de outros relacionados à igreja. Numa dessas dependências eu flagrei uma cena curiosa: A freira encarregada da orientação do meu serviço, abraçando o pároco, encarregado da igreja e da administração dos cursos. Ele se despedia da freirinha. Ia viajar e só voltaria no outro dia. Eu fiquei de pau duro na hora. Estava na sala ao lado, sentado no chão, refazendo um cabeamento de dados. Depois que o “chefe” se despediu, Juliette, a freirinha, ainda correu até o vitral basculante, pra acenar alegremente pro padreco, na saída pra rua. Ela notou minha presença, assim que me pus de pé. Ficou pálida, enquanto eu apenas sorria. Veio rápido até a mim e pediu-me insistentemente pelo meu silêncio. Mas corria os olhos do meu olhar até o volume armado no meu short. Percebeu então a bandeira que estava dando e se fazendo de vítima começou a chorar mansinho. Só então comecei a reparar na beleza escondida daquele anjo. E meu tesão só aumentou. Dei a volta na mesa e abracei a freira, cada vez mais forte, tentando consolá-la. Ela se esfregou no meu pau e depois saiu rápido, dizendo: “A nossa carne é fraca irmão; vivemos em constante pecado”. Desde então achei que a nossa relação de trabalho havia azedado. Ledo engano. Ela ficou mais faceira e sorridente e cheia de malicia. E isso atiçava ainda mais minha libido. A cada oportunidade eu a encoxava e passava a vara na sua bundinha gostosa. O dia passou e eu voltei a noite pra, por gentileza, instalar um PC no quarto do padre. Um pedido pessoal dele. Trabalhava em silencio quando Juliette entrou no quarto e sorridente sentou na cama do padre, de frente pra mim. Notei, espantado, seus sapatos de salto alto, Ela abriu um sorriso maior ainda e erguendo o hábito até acima dos joelhos, deixou aparecer as meias pretas de renda. Fiquei embebido de desejo. Arrastei-me pelo chão e abracei suas pernas e subi as mãos pelas suas coxas alvas e macias. Achei os elásticos da cinta-liga. Entre eles uma minúscula calcinha vermelha de rendinhas negras. A calcinha translúcida deixava entrever o pelos macios de sua bocetinha. Olhei nos olhos de Juliette. Eles clamavam por sexo. E eu respirava sexo por todos os meus poros. Avancei sobre seu corpo e busquei sua boquinha. Beijei-a com sofreguidão, causado pelo torpor de vê-la em trajes tão íntimos quanto obscenos pra uma religiosa. Fui correspondido a altura. Vasculhei com a minha língua, as suas orelhas e mordisquei os lóbulos de cada uma delas. Chupei e arranhei seu pescoço com meus dentes e lábios. Juliette agora era minha presa. Havia caído em minha teia. Devorá-la ia. E comecei a desvendar-lhe o corpo. Tirei os paramentos que lhe cobriam a cabeça e revelou-se o dourado de seus longos cabelos loiros e bem cuidados. Apareceu ainda mais o olhar de desejo daquela fêmea faminta de vara. Tentei a custa libertá-la daquela roupa incomum, mas só consegui com a sua ajuda. Apareceram os seios lindos. Dois melõezinhos. Rígidos e sensuais. Os mamilos engurujados pela exposição a friagem da noite, me convidavam a mamá-los. E eu os mamei, cada um ao seu tempo. Minhas mãos passeavam pela bocetinha da freirinha, agora mais encharcadas do néctar dos deuses. Resolvi beber dessa fonte. Desci pela barriguinha tesa e branca, dei um chupão no umbigo e marchei firme em direção ao oásis da boceta. Suguei o excesso que escorria. Depois vasculhei todos os lugares e segredos da xoxota. Acariciei demoradamente o clitóris. Juliette gemia e fungava enquanto que com os dedinhos tentava manter a calcinha arriada. Levantei-me de pé e desci lentamente o meu short. O elástico enroscou na cabeça do meu pinto duro e o arrastou pra baixo o quanto pode. Quando o pau se libertou deu um salto pra fora e ficou sacudindo no ar. Estava brilhando de tão duro. A freirinha tremeu a base. Deu um gritinho e em êxtase total abocanhou a rola no ar ainda em movimento. Mordeu e lambeu. Tirava e botava na boca incontáveis vezes. Fora da boca balançava vigorosamente e depois batia contra o rosto quando não, esfregava pelo queixo e pescoço e peitinhos. Segurei sua cabeça bem firme e ejaculei em sua boca. Juliette engasgou e cuspiu tudo no chão.
Passei a tarefa seguinte: Livrá-la totalmente do hábito. Depois desprendi cada uma das presilhas da cinta liga. Delicadamente desci a calcinha, desatochando-a do reguinho e fazendo com que deslizasse pelas pernas. Depois atarraxei cada uma das presilhas novamente e admirei aquela obra de arte. A freira vestida apenas de espartilho, cinta-liga e meias negras rendadas, que pareciam um rede de pescador. Juliette ergueu as pernas e me ofereceu a bucetinha pro sacrifício. Alisei o cacete, pedi que ela o umedecesse com sua saliva e meti na boceta dela. Fui enterrando devagar, depois abracei seu corpinho e enterrei o resto com força. Enquanto metia, acariciava seu cuzinho. Ela gemendo pediu mais, comecei a estocá-la com força. Juliette entrou em orgasmo. Quando percebeu que eu ia gozar, pediu-me por na sua boca. Dessa vez ela engoliu tudo com vontade. E sentiu prazer nisso. E eu mais ainda. Descansamos um pouco. Depois lhe dei um amasso, após meu cacete ter reagido ante a visão da freira de cinta-liga. Virei de bundinha pra cima e enfiei o dedinho no seu cuzinho. Ela tentou demover-me da intenção atrevida, mas eu a prendi entre os braços e a trouxe sentada no meu colo. Aos pouco fui introduzindo o dedo. E depois foi pondo a cabecinha da pica. Puxei a freirinha pelas ancas e a mantive presa a minha vara. Ela se debateu, e chorou de dor, mas isso só contribui pra eu lhe enterrar mais ainda o meu ferrão. Aos poucos foi se conformando. A medida que o seu cuzinho laceava, sentia menos dor. Fui enrabando a freira bem devagarzinho. Não demorei a gozar tamanho era o meu tesão por ela. Enchi seu cuzinho de porra. Ela pediu encarecidamente que a desencravasse da vara. Não lhe dei créditos. Enterrei a vara até o fundo. Repeti algumas vezes e só então a libertei do suplício. Consumado o ato, tirei sua bundinha do meu pau e Juliette se despiu do lingerie e correu pro banheiro. Eu já estava na ducha e a puxei pela mão. Juliette urinou enquanto eu passava a mão na sua xoxota. Tomamos um banho gostoso. Ainda lhe dei uma metida debaixo d’água em despedida. Adorei a bocetinha da freira. Posso dizer que foi uma das melhores fodas da minha vida.
Adicionado: 2010-09-06 04:06:43
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
Meu cão dinamarques se vc vaz sexo com animal que tenho o pÊnis pequeno vc continua virgem De: anÔmimo
O Pilão Cada vez melhor. Superaste-te!!! De: Pedro A
a fantasia Ainda melhor que o primeiro!!!! Parabéns! Não deixes de contas as próximas aventuras!!! De: Pedro A
um novo amigo Parabéns! Muito excitante! :) De: Pedro A
NOITE DE NÚPCIAS DE UM CORNO Carlos, gostei muito deste seu relato, e eu sou um daqueles maridos que voce colocou como entusiasmado ao ver a minha esposa tomando vara! De fato, acho que não tem nada melhor que ser um voyeur e ver... De: Costa