ID: 253 | Conto erótico
Verídico Autor: CÁSSIA/MARCELO
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-09-06 04:01:37
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EU E PAT NOS FODEMOS NO PAU GROSSO DO TITIO
Relato de Fernanda:
Mamãe saia cedo, ainda escuro para o trabalho numa repartição pública. Nessa hora chegava Tio Carlos vindo do trabalho dele. De manhã, quando eu Fernanda, e minha irmã mais velha, a Patrícia, acordávamos, ele já havia feito e posto a mesa do café. A nossa escola era à tarde.
Certa manhã, tendo acordado mais cedo pra fazer xixi, eu percebi o tio Carlos sentado a beira da cama de Pat. Fez-se silencio e quando voltei do banheiro ele já não estava mais lá. Deixe que entendessem que não havia percebido nada. Fingi dormir e fiquei na espreita, olhando por um buraquinho entre o travesseiro e o lençol. Não demorou muito e tio Carlos voltou sorrateiro e sentou na cama dela. Esperou uns minutos e notando que eu ‘dormia’ em sono profundo, levou a mão por baixo do lençol que cobria o corpo de Pat e começou a acariciá-la. Ela se contorcia na cama parecendo gostar daquela situação. Começo a ficar umidecida entre as pernas. Pat está com a mão dentro da bermuda do titio. Acaricia o membro dele. Ele geme baixinho. Agora ele se abaixa e chupa os peitinhos dela. Pat agora parece punhetar o pau do nosso tio. Minha bocetinha inflama. Está uma poça de mel. Inicio uma suave siririca. Fricciono o clitóris na tentativa de sorver um pouco do prazer dos dois. O ato prossegue. Esquenta mais ainda quando ela retira o membro dele pra fora e tenta engolir. Não vejo direito, mas percebo que não é nada pequeno. Ela mastiga o pau com volúpia e logo ele goza. Não suporto mais ficar só de voyeur e finjo estar acordando. A trama se desfaz e Tito sai rapidamente do quarto. Mais tarde, eu a questiono sobre o ocorrido:
____ “Vi tudo”.
____ “Tudo o quê?”
____ “Você e o tio Carlos na cama hoje”. Pat fica lívida, empalideceu.
____ “Ele vem cedo na minha cama e...”
____ “E você bem que gosta. Eu vi você mamando no pau dele”.
____ “Fala baixo, quer que todo mundo escute?” Moderei então o meu tom; estava ficando molhadinha de tesão só pelo teor da nossa prosa.
____ “Morro de tesão por ele”, eu disse pra ela. Pat, franzindo o cenho, olhou pra mim e sorriu.
____ “Você? Nem tem idade pra isso ainda”. “Tá muito nova pra foder”. Decidi não estender a discussão. Fui ao banheiro bater uma siririca, debaixo da ducha fria.
Na manhã seguinte, fui acordada por tio Carlos, que me chamava insistente. Acordei sonolenta e não demorei muito pra tomar pé da situação. Pedi um tempo e fui fazer xixi e escovar os dentes. A situação já me deixou tesa e úmida. Sentei-me e fazia xixi quando tio Carlos empurrou a porta e entrou. Havia deixado aberta de propósito, mas não imaginaria que ele tivesse coragem de entrar. Entrou e se ajoelhou no chão ao meu lado e olhando pro vão de minhas pernas, pediu pra eu esquecer o que eu havia visto. Sorri e abrindo as coxas pra que ele visse minha bocetinha mijando, repeti várias vezes, que não falaria nada. Ele não agüentou. Enfiou a mão e apalpou minha xoxota. Apertou tanto que cheguei a interromper o fluxo da urina. Adorei aquilo. Gemi de prazer. Ele enlouqueceu. Perdeu o juízo. Ergueu minhas perninhas pra cima tirou o cacete pra fora e tentou me foder quando eu ainda mijava forte. O cacete tapou o jato de urina e espirrou pra todo lado. Ficamos os dois molhado de urina. Quando eu senti a cabeça já quase dentro da minha rachinha, apressei-me e a retirei antes que me fodesse. Ele recuou. Ergui-me de pé, assustada e ainda urinando. O cacete dele estilingava. Eu senti um tesão medonho e uma vontade de dar enorme, apenas o medo atrapalhava. Tinha medo de sofrer muito naquela vara enorme. De sangrar muito. Estava de pé, com a calcinha nas canelas, toda molhada de urina. Tremia. Titio tirou a bermuda. Percebi que ele não desistiria de mim. Esperei o bote. Ele se aproximou do meu corpo trêmulo. Acabou de arrancar minha calcinha empurrando com os pés. O cacetão duro ficou relando na minha barriguinha. No meu umbiguinho saltado. Senti vontade dela. Ele abaixou e passou o pinto na minha boceta. Depois com a mão pincelou-a de cima abaixo. Melei a pica dele todinha. Ele me abraçou e me levou pra sala. Pat, já acordada, corria de um lado pra outro, enlouquecida de desejo. Estava peladinha e tocando siririca, louca pela vara do tio, pronta pra ser metida. Titio então me apoiou no encosto do sofá, pelo lado de fora dele. E colocou uma das minhas pernas do outro lado do apoio de braço. Fiquei arregaçada, com a fendinha bem aberta. Ele pincelou de novo. Molhou a ponta da vara no meu próprio melado e fincou o ferro na minha vagina. Senti uma dor lancinante. Deu-me um tranco forte e eu entrei por completo no cacete. Senti o sangue descer. Quente e viscoso. Desmaiei. Acordei com as metidas forte dele. Levei vara por meia hora. Sem nenhuma piedade. Antes que ele gozasse, pedi pra que me tirasse do pau.
____ “Não goza dentro”, pedi. Pat veio correndo e puxou o cacete dele pra fora e mamou como uma bezerrinha nova. O titio encheu a garganta e a boquinha dela com a porra. Engasgada ela largou o pau gozando e esguichando porra na cara. A porra que era pra ser só minha. E foi bom que tenha sido assim, sem tempo pra pensar, as coisas poderiam ser diferentes. Depois me sentei no sofá e vi o Carlos querendo trepar a Pat. Pôs a maninha de bundinha pra cima e endoideceu ante a visão da xaninha lisa e estufadinha por entre as pernas. Estava comprimida e bem fechadinha e isso dava a impressão de ser muito apertadinha. E era. Tanto quanto o cuzinho que ficava piscando e lhe chamava pra foda gostosa. Ficou entre os dois: o cú e a bucetinha. Cantou: ____ “Uni, duni, trê”. Optou pelo cú. Acariciou a vara e deixou ao acaso. Empurrou no reguinho e a rola deslizou no melado, passou pelo butãozinho e quando passava pela rachinha, Pati arrebitou a bunda, abriu-se então a fenda da xana e o cacete entrou. Fodeu a bocetinha dela. Assim que alojou a cabeça, tio Carlos grudou Pat pelas ancas e a puxou até o saco. A maninha urrou e quis sair da vara. Ele a segurou firme e foi metendo devagarzinho . Pat foi se acostumando e logo estava dando bundadas na vara grossa do tio. Assistindo calada, senti o que o tesão tomava conta do meu corpo. Gozei, só de ver a alegria da minha irmã.
Bateram na porta de casa e rapidamente o circo se desfez. No outro dia ainda teria mais. Todos os dias.
No dia seguinte fomos acordadas pelo titio gostoso e peladão, de pau duro, a nos despir. Peladinhas ele nos deu um banho de gato e de repente, sem avisar, enterrou a vara no meio das pernas de Pat. A vara acertou em cheio a bocetinha dela. Ela deu um gemido, mas assimilou o golpe. Deu uma metida gostosa nela. Quando percebeu que ia gozar, sacou o membro e deu uns tapas pra cortar o tesão.
Tio Carlos tinha mais coisas pra nos oferecer. Emparelhou nossos corpinhos, deixando as bucetinhas bem coladinhas e chupou- as alternando as lambidas. Gememos unidas. Gozamos unidas. Depois ele untou nossos rabos com condicionador de cabelos e escolheu o meu cuzinho pra foder primeiro. Enterrou o dedo pra abrir caminho.
Assim com um dedinho no cú ele me levou pra sala. Pôs-me ajoelhada em cima da cadeira de costas pra ele e me enrabou devagarzinho, respeitando o meu tempo, minhas dores e os meus desejos. Senti o mundo inteiro dentro do meu rabo. A vara entrou rasgando minhas pregas. Mesmo assim ainda me recompus do sofrimento e tive tempo de um gozo solto. Acho que meu tio me prefere. Achou-me mais gostosa do que a Pat. Adorou minha rachinha e o meu cuzinho. Engano meu. Agora nesse momento ele está fodendo a Pat. Fodendo pra valer. Ela está delirando e chamando o nome de todos os namoradinhos dela. Eles precisam saber o que é vara de verdade. Bem eu já sei. Descobri da maneira mais gostosa. Experimentando na bucetinha e no rabinho quente. Ai que delícia de vida. Dia sim e dia não também, nós duas juntinhas entramos na vara. Do titio. Vara comprida e grossa. Do jeito que a minha bocetinha gosta.
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos
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