ID: 252 | Conto erótico
Verídico Autor: CÁSSIA/MARCELO
Em Português de
Brasil
Adicionado: 2010-09-06 03:58:55
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MEU PADRINHO ME ENRABOU EM CIMA DAS SACAS DE ARROZ.
Um relato de Aninha Irene:
Todo dia nessa hora a perua escolar deixa a mim e o Breninho, meu vizinho, aqui no ponto da porteira da fazenda. Depois seguimos pela estrada até o portão da minha casa. Antes, porém passamos na sede da fazenda, casa do meu padrinho. O Breno segue ainda um bom trecho sob o sol escaldante até chegar a casa dele. Quando saímos mais cedo da escola, como hoje, a gente corta caminho descendo antes da entrada da porteira e passando pelo açude represado que fica na baixada do rio. Lugar gostoso pra se refrescar. É onde estamos agora eu e o Breninho, fazendo sacanagens. Sou muito putinha. Adoro sacanagens, apesar de nova eu já sei de muita coisa, acho que puxei a minha mãe. Ele está louco pra me comer, mas eu me seguro. Mas hoje, não sei não; estou muito tesuda. Os biquinhos dos peitinho duros como pedra. Breno tira a roupa e fica nu em pelo. Está de pau duro: Dou umas mamadas no pau dele e só isso. Nada mais que isso. Fico só de calcinha. Ele entra na água primeiro que eu. Bem, talvez deixe ele me passar à mão na minha bucetinha por baixo d’água. Nada, além disso. Risos. Tiro a roupa e deixo sob a moita de bambu. Entro na água. Breno está em êxtase. Eu também, mas estou tentando disfarçar ao máximo. Mal entro na água e Breno já me agarra por trás e me pede pra deixar por um pouquinho. Passa a vara dura na minha bundinha. Corro pro meio da represa e ele vem atrás de mim. Segura meu corpo e abaixa minha calcinha. O tesão está demais e eu fico quietinha só absorvendo o momento. A vara vai forçando e entra um pouco. Sinto um pouco de dor, mas logo passa e começa a ficar delicioso. Gemo de prazer; tão gostoso assim abraçadinha e metendo dentro d’água. De repente vejo um vulto na moita de bambu. Nem deu pra ver direito. Interrompo a foda e nado até a margem:
____ “Acho que vi meu padrinho”, falei pro Breno. Ele se assustou e saiu da água vestiu sua roupa e se mandou correndo. Eu tentei o mesmo, mas não achei minha roupa. Foi então que avistei meu padrinho entrando pra dentro do mato. Estava seminua e por isso pulei dentro do açude novamente. Esperei um bom tempo e nada. Precisava das minhas roupas. Fui procurá-lo. Entrei por uma trilha e o vi sentado num tronco de árvore.
____ “O que vocês estavam fazendo?” falou rindo. Tapei os peitinhos com as mãos.
____ “Cadê minha roupa?” inquiri com cara de poucos amigos.
____ “ Nada de ‘brabeza’. Quero explicações”. Não expliquei o que não era de explicar. Fiz um bico de vergonha.
____ “ Não fica assim. Perguntei por perguntar. Na verdade eu sei muito bem o que você estava fazendo. Não tem nada de mais, afinal de contas você já está na idade dessas coisas”.
____ “Vai contar pra minha mãe”, perguntei encabulada. Ele se aproximou de mim.
____ “Você quer que eu conte?”
____ “ Lógico que não”. Respondi secamente.
Meu padrinho era tudo pra mim e fazia todas as minhas vontades. Cobria-me de mimos e sempre me botava no colo quando eu estava querendo algo dele. Eu bem que gostava; podia sentir a rola dura dele me cutucando a bunda. E assim eu sempre conseguia o que eu queria. Meu sonho de consumo agora era um novo celular. Ele prometeu pensar no meu caso. Agora era uma boa hora pra ‘abrandar’ o coração dele. Fodida por fodida, ia deixar rolar. ‘O que ele poderia querer de mim?’ ‘Me foder? Ele seria capaz disso?’ Pago pra ver.
____ “Padrinho! Dá minhas roupas! Preciso ir embora”
____ “Antes vem aqui, pra gente conversar. Fui. ele me envolveu nos braços, uma das mãos acariciava meus peitinhos e eu pude sentir o pau dele na minha bunda. Tentei sair dali, mas ele me prendeu nos braços. Tentei acalmá-lo:
____ “ O que o Sr vai fazer comigo?
____ “ Terminar o serviço que aquele menino não deu conta de fazer”. Puxou-me pro seu colo e baixou minha calcinha até os joelhos. Entrou com o cacete por baixo e tentou enfiar na minha grutinha.
____ “ Aí não, padrinho. Sou menina virgem ainda”.
____ “ Mas você estava dando pro menino!”
____ “ Ele estava me pondo na minha bundinha, mas essa sua “varona” eu não vou agüentar não”.
____ “ Celular novo é comigo, mas na hora de dar é pra outro neh? Aí você vem e diz que não agüenta meter comigo?” Ao ouvir isso meus olhinhos brilharam. Prometi que faria tudo se ele me desse o presente. Pediu-me que fosse até a casa dele. Antes de nós irmos embora, pediu pra eu bater uma punhetinha pra ele, pra aliviá-lo. Fomos pra debaixo do bambuzal. Agarrei no pau do meu padrinho e não resisti. Dei um banho de língua e punhetei o membro com a minha boquinha. Ele gozou e eu engoli. Tudo. Fui pra casa com a promessa de estar na casa dele em instantes.
No caminho de volta, indo pra casa do padrinho, já sentia a bucetinha ardendo. Não sei como iria agüentar aquela rola enorme. Minha mãe agüentava rindo. Ela dava direto pra ele. Mas eu nunca havia recebido uma vara tão grande. Aliás, só mesmo o pintinho de Breno.
Assim que cheguei à casa do padrinho ele já veio me despindo e em instantes me deixou peladinha, até os brincos ele tirou, depois me deu uns tapinhas na bunda e mostrou os meus presentes. Os “dois”, porque o pau dele já estava apontando pra mim enquanto meu padrinho passava vaselina nele. Depois, com as pontas dos dedos melecou a entrada de minha bucetinha. Estava pelado de pau duro, todo melado e com muito tesão. Esqueci do mundo quando abri meu presente. Nem o percebi se despindo. Enganchou-me no colo e me fodeu a bocetinha com toda força. A vara foi entrando e me arregaçando toda, mas entrou tudo. Gemi na vara pro uns 10 minutos, perdi o cabaço naquele pau enorme. Não demorou muito a gozar. Senti os jatos de porra enchendo minha vagininha. Não gozei, mas senti um tesão medonho por estar invadida por um homem bem mais velho. Um professor de sexo. Nem sei como agüentei tudo, mas já pedia mais vara. Queria gozar, pois sentia o prazer à flor da pele, pronto pra explodir. Na segunda metida me pos na cama e trepou sobre o meu corpo. Esqueci do celular e me concentrei só na foda gostosa. Gemi de novo na vara que só entrou na marra. Mas desta vez pude sentir até as nervuras da pica passeando na minha xoxota. Os primeiros sinais de orgasmo chegaram. Respirei fundo e me lancei no ferro. Deixei o pensamento viajar. De varada em varada fui explodindo em gozo. Múltiplos orgasmos. Gozamos juntos. Uivando de prazer. Como um cão vagabundo e a sua oncinha pintada. Levando pintada na bucetinha.
Quando eu achei que já tinha sido metida o suficiente, meu padrinho me pegou no colo e levou-me pro celeiro. Colocou-me de bundinha pra riba encima da sacaria de arroz e me passou uma pomada gel dessas usadas em animais, no meu cuzinho. Introduziu os dedos sob meus protestos. Trocou os dedos pelo cacete enorme e duro e me mandou a vara na bunda. Comecei a me debater na tentativa de escapar dali. Não deixei a vara entrar em nenhum momento. Torcia o corpo ou o empurrava com os pés ou ainda com as mãos desviava o curso da vara. Tapava o meu cuzinho com a mão. Ele insistia. De repente ele achou a reta do meu cuzinho e forçou. Dei um gritinho abafado e mandei o pé no saco dele. O padrinho tirou a sandália havaiana do pé e me esquentou a bundinha com chineladas. Fiquei pianinha e deitei depressa, e apontei e empinei a bundinha bem ao gosto dele. Ele acertou o ferro nas pregas e foi enfiando devagar. Fui forçando a vara pra fora como se estivesse cagando e assim meu cuzinho foi abrindo e laceando, até que o pau deslizou pra dentro de uma vez, destripando-me. Parecia que estava invadindo a boca do estomago. Depois de umas metidas rápidas, fui gostando de ter aquilo tudo dentro da bunda. E relaxei. Deixei a rola me comer à vontade. Senti o meu primeiro orgasmo anal. Apanhar de chinelas me fez bem. Adorei as chineladas na bundinha e as varadas também. Tio Francisco, meu padrinho despejou toda porra do mundo no meu rabo. Quando pensei que já tinha sido fodida o suficiente. Ele me pegou no colo e desceu pro açude. Me fodeu dentro d’água.
____ “Tava com lombriga de te foder aqui”. E me meteu um tantão de vara ainda. Na buceta e na bunda. Sinto que vou viver na fartura de vara. Eu e minha mãe no mesmo cacete. Uma de cada vez é lógico. Mas quem sabe um dia a gente não fode na mesma cama juntinhas. Um macho só pras duas. Cada besteira que eu penso.
Adicionado: 2010-09-06 03:58:55
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Os contos eróticos de: Cassandra Risos
Conhecendo o desconhecido. kkkkkkkkkkkkk eu lido com isso todos os dias. Mas é isso mesmo. Adorei. Um beijo no grelo. kkkkkkkkkk www.rioharem.com De: Rio Harem Acompanhan
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